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17 | Agosto
Manchete do dia 17/08/2017
Fecoagro reúne cooperativas em Palmitos e inaugura câmaras frigoríficas
Publicado em: 17/08/2017

Está marcada para a próxima terça-feira, dia 22, em Palmitos, mais uma reunião dos Conselhos de Administração e Fiscal da Fecoagro. Na oportunidade, além dos assuntos mensais rotineiros, também será apresentada a proposta de mudança no organograma da Unidade de Fertilizantes em São Francisco do Sul, quando será criada uma Gerência Geral, para gerir a Misturadora e a Granuladora, devendo ser oficializada a nomeação do ex-diretor da Cooperalfa, Sergio Antonio Giacomelli, para assumir o comando geral das fábricas e a transferência da Gerência Comercial para a matriz, em Florianópolis. Na mesma reunião também será dado conhecimento, aos conselheiros, da proposta de um projeto para implantação de sistema de energia solar nas fábricas, a fim de reduzir os custos com energia elétrica.

Ainda faz parte da reunião, às 11h30, a inauguração do sistema de câmaras frigoríficas implantadas junto à Central de Compras, que objetiva estocagem e distribuição de frutas para os supermercados das cooperativas, assim como a climatizadora de bananas.

O investimento feito pela Fecoagro, naquela Unidade, foi através de injeção de capital social de quatro cooperativas filiadas, que resolveram bancar a estrutura. Cooper A1, de Palmitos; Cooperauriverde, de Cunha Porã e a Cooperitaipu, de Pinhalzinho como clientes dos produtos e a Cooperja de Jacinto Machado, como fornecedora de bananas.

O projeto visa assegurar maior agilidade na distribuição das frutas, redução custos e melhoria de qualidade dos produtos.

O investimento nas câmaras foi de aproximadamente R$ 1 milhão e foi rateado entre as quatro cooperativas.

Neste ano a Fecoagro também já iniciou a operação da CD – Central de Distribuição de Mercadorias junto à Central de Compras, que visa adquirir alguns produtos de comercialização comuns nas cooperativas, com a finalidade de reduzir os custos e oferecer melhores preços aos clientes dos supermercados das cooperativas.

Fonte: Fecoagro/SC

Programa de acompanhamento das escolas é foco de formação de coordenadores do Cooperjovem
Publicado em: 17/08/2017

O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Santa Catarina (SESCOOP/SC) promoveu, recentemente, a segunda Formação de Coordenadores do Programa Cooperjovem de 2017. A capacitação, realizada em Florianópolis, contou com a participação de representantes das cooperativas Cejama, Ceprag, Cersul, Copérdia, Sicoob Crediaraucária, Coopera, Auriverde, Copercampos, Cooper A1, Sicoob Credija, Coopervil, Cooper, Sicoob Alto Vale, Cravil, Viacredi, Sicoob Trentocredi, Sicoob São Miguel, Sicoob Videira e Unimed Brusque.

O encontro foi conduzido pela instrutora Denise Crespo Nunes, que propôs a análise, reflexão e levantamento de melhorias da metodologia de Avaliação do Programa Cooperjovem, que será aplicada em outubro e novembro deste ano pelas escolas participantes do Programa. A elaboração dos PACs (Plano de Acompanhamento Cooperativo) das cooperativas também foi assunto da formação. Os coordenadores puderam trocar ideias, revisar e também aperfeiçoar seus planos de ação, enriquecendo o trabalho de acompanhamento local do Programa, com objetivo de fortalecer e disseminar a cultura da cooperação no cotidiano das escolas parceiras do Programa Cooperjovem.

De acordo com Nair Camargo Diehl, coordenadora do Cooperjovem na Cravil, a capacitação dá subsídio para que as cooperativas continuem atendendo as escolas com qualidade. “A gente precisa viver esse processo de formação. Cada formação vai agregando elementos que precisamos, e é algo paralelo ao que a gente traz da formação acadêmica. Acho muito importante e tiro o chapéu para essa formação do SESCOOP/SC”, comenta.

A Cravil participa desde 2002 e atualmente coordena o trabalho de quatro escolas. “Eu me sinto impactada e encantada. Impactada pelos desafios, é um novo olhar, um novo caminhar dentro da educação, mas encantada com as novas possibilidades de aprendizagem, de mediação, de contatos, de formação, conhecimentos, amizades e de poder estar dentro das escolas”, conclui Nair, que começou a atuar no Cooperjovem neste ano.

Para Graciele Valerius, coordenadora do Cooperjovem na Copérdia desde 2010, as capacitações são muito importantes, porque elas agregam principalmente na elaboração do PAC. A Copérdia também coordena o Programa em quatro escolas e tenta vencer alguns desafios por meio das orientações das formações do SESCOOP/SC. “A capacitação ajuda para conseguir organizar melhor o planejamento, pontuar, alinhar, fazer melhor uso dos recursos. Vem para instruir como trabalhar e que linha seguir”, destaca.

Fonte: MB Comunicação

Aurora inaugura dia 22 a unidade de armazenagem de grãos no centro-oeste
Publicado em: 17/08/2017

Com a presença de lideranças empresariais e políticas do Mato Grosso do Sul, a Cooperativa Central Aurora Alimentos – terceiro maior grupo agroindustrial do País na área de carnes – inaugura no próximo dia 22, às 16 horas, em São Gabriel do Oeste a unidade armazenadora de grãos localizada no quilômetro 609 da rodovia federal BR-163.

Participarão da solenidade os presidentes das 13 cooperativas filiadas e os dirigentes Mario Lanznaster (presidente), Neivor Canton (vice-presidente), Marcos Antonio Zordan (diretor de agropecuária) e Leomar Somensi (diretor comercial).

Mediante investimentos da ordem de 21,5 milhões de reais, a Aurora ampliou a capacidade de armazenamento de grãos na região central do Brasil.

A empresa construiu junto à planta industrial de São Gabriel quatro silos (de um conjunto de 10 projetados) que compõe a unidade de recebimento e armazenagem de grãos. Cada silo é estruturado em aço com fundo plano e tem capacidade estática de estocagem de 10.000 toneladas, permitindo um fluxo contínuo de 200 toneladas/hora. As obras iniciaram em abril de 2016 e ficaram concluídas no segundo semestre de 2017, sendo executadas pela Cooperativa Ceraçá.

Ali são armazenados milho e soja adquiridos no Mato Grosso e Mato Grosso do Sul para consumo na base produtiva espalhada no oeste de Santa Catarina e no sudoeste do Paraná.

O financiamento é do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), tendo como agente financeiro o Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE) através da linha de recursos do PCA – Programa de Construção e Ampliação de Armazéns.

O presidente Mario Lanznaster justificou o investimento, assinalando que a Cooperativa Central Aurora Alimentos consome 90 mil sacas de milho por dia, o que equivalem a 180 carretas/dia ou 120 mil toneladas por mês.

Essa gigantesca quantidade de matéria-prima é necessária para composição de rações que alimentam plantéis permanentes, no campo, formados por 34 milhões de frangos de corte e galinhas de postura e 1 milhão 300 mil suínos.

“A volatilidade do mercado de grãos exige uma rigorosa gestão de estoques”, enfatiza o dirigente, lembrando que muitas indústrias de processamento de aves e suínos foram inviabilizadas nos últimos anos, no sul do Brasil, em face do abrupto e insuportável encarecimento do milho. Assinala que o milho representa 70% do custo das rações e é o principal insumo da avicultura e da suinocultura industrial.

Para garantir estoques de segurança, a cooperativa vem ampliando fortemente a capacidade de armazenamento. Em 2015, por exemplo, concluiu a construção do conjunto de armazenamento composto por oito silos com capacidade para 1 milhão de sacas de grãos, no município de Cunha Porã (SC). O valor total do investimento foi de 27 milhões de reais. O empreendimento localiza-se no complexo da Fábrica de Rações da Aurora, onde foram construídos oito novos silos de concreto armado: dois de 4.000 toneladas e seis de 9.000 toneladas, totalizando uma ampliação de 62.000 toneladas. Com esses investimentos, a capacidade estática de armazenamento da unidade de Cunha Porã ficou em 90.000 toneladas ou 1 milhão e 500 mil sacas de grãos.

Aurora no MS

A Cooperativa Central Aurora Alimentos inaugurou, em 1996, o Frigorífico de Suínos no município de São Gabriel do Oeste (abate inicial de 1.000 suínos/dia) com o objetivo de manter plantas industriais mais próximas dos grandes centros consumidores e desenvolver a suinocultura industrial em regiões pioneiras. Paralelamente, abriu novas frentes para produtores rurais sulinos cooperados interessados em novas fronteiras agrícolas no Brasil Central.

Atualmente, após sucessivos investimentos, a unidade de abate e processamento de suínos de São Gabriel do Oeste (MS) tem capacidade de abate para 3.000 suínos/dia, sustentando cerca de 1.900 empregos diretos. Em 2016, a indústria processou 728,1 mil suínos, contribuindo com 16% do abate total da Aurora. O frigorífico está credenciado para atender os mercados interno e externo. Mantém as linhas de hambúrguer, presuntaria, frescais, cozidos, defumados e salgados.

Fonte: MB Comunicação

Arapongas realiza Feira Nacional de Negócios para Cooperativas
Publicado em: 17/08/2017

Com o objetivo de desenvolver, integrar, aperfeiçoar e comercializar a cadeia produtiva de cooperativas em todos os seus segmentos com seus associados e mercado em geral acontecerá em Arapongas no PR no período de 19 a 21 de setembro próximo a FeinaCoop 2017. O evento que acontecerá no Expoara – Pavilhão de Exposições unirá no mesmo espaço, fornecedores, produtores, profissionais, fabricantes e seus compradores, além de autoridades públicas inerentes ao mercado posicionando estrategicamente como uma plataforma de negócios.

Com o apoio das principais associações e entidades do setor, o evento se propõe a ser um propagador de toda a cadeia permitindo com melhora não só na oferta de produtos expostos, como também o programa de atividades paralelas e formação para o desenvolvimento e excelência das atividades do cooperativismo.

O evento contará ainda com Congresso que trará assuntos com temas relevantes ao Setor do Cooperativismo e Dia de Campo.

É destinado à cooperativas dos setores da agroindústria, produção, financeiro, transporte e logística. O Congresso abrangerá importantes temas para debater questões e propor ações para o fortalecimento do setor. O evento paralelo contará com palestras técnicas, apresentação de trabalhos científicos e pesquisas em parcerias com as entidades acadêmicas e apoiadoras do evento. Auditório para palestras com temas variados ligados ao cooperativismo. Contará com palestras de autoridades da área e empresas ligadas ao setor, entre eles o ex-senador Osmar Dias e a a jornalista de economia, Salete Lemos.

Fonte: Assessoria de Imprensa Expoara

Chapecó 100 anos: as cooperativas fazem parte dessa história
Publicado em: 17/08/2017

Marcos A. Bedin – jornalista, diretor da MB Comunicação e diretor regional da Associação Catarinense de Imprensa (ACI)

Potencialidades e deficiências marcam os 100 anos de emancipação do município de Chapecó que catalisa as vantagens e encargos de polarizar uma extensa região formada pelo oeste catarinense, sudoeste paranaense e noroeste sul-rio-grandense.

A atual base territorial em nada lembra a vastidão dos 14.000 quilômetros quadrados que, em 1917, constituíam seu território, demarcado pelas fronteiras com a República Argentina, os Estados do Rio Grande do Sul e Paraná e o meio-oeste catarinense. Embora seja, hodiernamente, 5% da expressão territorial do passado, Chapecó ampliou e consolidou, nessa trajetória de quase nove décadas, sua liderança como centro econômico, político e cultural.

A pujança econômica reside em uma agricultura moderna, um avançado parque agroindustrial, uma sólida indústria metalúrgica e florescente segmento de empresas de base tecnológica. Nas últimas décadas, Chapecó encontrou uma nova vocação: constituir-se em centro de serviços de, praticamente, todas as áreas da atividade humana – e, em especial, na saúde e na educação. Sua importância política pode ser medida pela representação nos poderes constituídos e nos órgãos de governo instalados.

A condição de centro cultural deve-se, em grande escala, às 26 instituições de ensino superior instaladas no município que, além do ensino formal de graduação, desenvolvem ações de extensão e pesquisa. Nessas áreas, a classe artística presta importante contribuição, produzindo, promovendo e interagindo com os diversos públicos.

Nesse cenário, desde os primórdios da fundação do município, emergiu um movimento que iria plasmar a formação econômica como reflexo da natureza associativista das etnias aqui presentes: o cooperativismo. A primeira cooperativa de crédito surgiu no extremo-oeste, quando Itapiranga era uma fração do território do Velho Chapecó. O movimento alastrou-se para todos os segmentos e, hodiernamente, as maiores cooperativas dos ramos agropecuário, crédito, transporte, infraestrutura e saúde estão sediadas nessa área. Tornaram-se paradigmas nacionais de sucesso empresarial a Cooperativa Central Aurora Alimentos e a Cooperativa Agroindustrial Alfa, ao lado, por exemplo, de Unimed, Unicred, Sicoob, Sicredi etc.

As deficiências de Chapecó são próprias de um município em desenvolvimento, com demandas sociais superiores à capacidade de atendimento do Poder Público. O fenômeno migratório conhecido como êxodo rural, resultado de uma dinâmica socioeconômica peculiar nos países em desenvolvimento, foi exasperado – no passado recente – pela excessiva divulgação dos programas sociais-assistenciais do município, resultando no espantoso crescimento da periferia.

Constituída, de regra, por uma população hipossuficiente, a periferia representa uma grande parcela da população a assistir, criando necessidades de empregos, vagas escolares, leitos hospitalares, remédios e medicamentos, cestas básicas etc., sem mencionar os maciços investimentos exigidos para sua urbanização e infraestruturação. Controlar esse processo, é vital para reequilibrar os níveis de qualidade de vida em Chapecó.

Nos últimos anos, o município aperfeiçoou os instrumentos da política de apoio à expansão econômica mediante estímulos fiscais (isenções, reduções e imunidades) e estímulos materiais (terrenos, terraplenagem, acessos, energia etc.).

Esse cenário realça os desafios de um universo ultradinâmico e nervoso, e credencia Chapecó como o maior, melhor e mais preparado centro urbano regional, cujo maior patrimônio é seu povo – uma gente alegre, amante da paz e do trabalho, otimista com o presente, confiante no futuro, temperada nos mais caros valores humanos.

Refletindo essa riqueza, Chapecó desfruta do status de segundo maior centro de comunicação social do Estado de Santa Catarina. Essa posição é mensurada pelo número de veículos de comunicação em funcionamento e pelos recursos humanos ocupados na área. Para os padrões brasileiros, impressiona o fato de Chapecó, uma cidade de médio porte, sediar tantas empresas de comunicação. A ação dos meios de comunicação de massa manifesta-se em duas esferas. No plano psicossocial, são poderosos instrumentos de formação, informação e educação, contribuindo fortemente para a formação da cidadania. No plano social, exerce importante papel na integração da comunidade.

Chapecó em seu primeiro centenário contou com duas forças sociais poderosas: a cooperação e o a comunicação.

Fonte:
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