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15 | Agosto
Manchete do dia 15/08/2017
Aurora Alimentos recebeu o Prêmio Benchmarking por atitudes sustentáveis no campo
Publicado em: 15/08/2017

Reforçando o compromisso que a Aurora Alimentos tem com o meio ambiente, o Programa Coleta Segura recebeu mais uma premiação. A cooperativa alcançou a terceira colocação no Prêmio Benchmarking um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. Com aproximadamente 200 especialistas de 24 países participando da comissão técnica, o Programa se tornou uma plataforma de inteligência coletiva em sustentabilidade trabalhando com diferentes públicos para fortalecer o movimento das boas práticas junto à sociedade brasileira.

O gerente de suinocultura Valdir Schumacher e o assessor em suinocultura da Aurora Alimentos e coordenador do Programa, Sandro Luiz Treméa, receberam, recentemente, a premiação em nome da cooperativa durante o XV Bench Day, em São Paulo. O prêmio reconhece e valoriza empresas e instituições que fizeram a sustentabilidade sair do papel tornando-a realidade no dia a dia.

Treméa explica que o Programa Coleta Segura oportuniza aos produtores de suínos, aves e bovinos, das 13 cooperativas filiadas a Aurora, o gerenciamento e destino adequado dos resíduos de saúde animal produzidos nas propriedades rurais. “Além de gerenciar, o Programa preza pela sensibilização dos envolvidos em todo o processo”, salienta.

O diretor de agropecuária da Aurora Alimentos, Marcos Antonio Zordan, destaca que diariamente os produtores utilizam produtos veterinários para garantir os cuidados com a saúde dos animais, os quais se descartados incorretamente causam contaminações no meio ambiente. “Para solucionar o problema a Aurora criou, em 2010, o Programa Coleta Segura com o objetivo de promover uma destinação ambientalmente adequada a esses resíduos, prezando pelo compromisso com o meio ambiente e a preocupação em todo o processo, desde o produtor até o consumidor, para garantir a segurança e primar pela saúde do agricultor, solo e animal”, salienta.

Os produtores que integram o Programa recebem uma bombona (lixeira) e passam a depositar os resíduos das embalagens de uso veterinário nesse recipiente. A empresa Atitude Ambiental é a responsável pelo recolhimento das embalagens. As atividades desenvolvidas pelo Programa, ao nível de campo, incluem: planificação por cooperativa e capacitação de suas equipes técnicas; capacitação e treinamento dos produtores; entrega de bombonas para armazenamento dos resíduos nas propriedades e definição de roteiro e agenda de coleta dos resíduos nas comunidades.

Para Zordan, esse prêmio reconhece as atitudes sustentáveis que a Aurora adota diariamente, seja no campo ou nas indústrias. “Temos esse cuidado com a natureza. Os resíduos sólidos das propriedades, por exemplo, são recolhidos e levados para a destinação correta. Com o projeto já fizemos a destinação adequada de mais de 350 mil kg de resíduos”, reforça.

Treméa observa que fazem parte do Programa 65% dos 3.478 produtores de suínos, 2.373 produtores de aves e 6.059 produtores de leite da Aurora. “A intenção é de que, em breve, 100% dos produtores participem do Programa e passem a destinar seus resíduos de saúde animal com segurança para o meio ambiente e para a agropecuária regional”, conclui.

O Programa Benchmarking realizou sua 1ª edição em 2003 e pela seriedade e formato inovador tornou-se um dos mais respeitados Selos de Sustentabilidade do país. Hoje com uma modalidade âncora (Sênior) e quatro modalidades paralelas (Júnior, Hackathon, Artes e Pessoas) é o mais legítimo dos movimentos de sustentabilidade pela pluralidade de vozes que congrega. Empresas, universidades, escolas técnicas profissionalizantes, órgãos e entidades representativas e governamentais, artistas, personalidades, e mídia especializada fazem parte da iniciativa que completa 15 anos. A metodologia de seleção e certificação do Programa Benchmarking tem o reconhecimento da ABNT. É considerado a fotografia da gestão socioambiental brasileira registrando seu nível de maturidade e evolução em sustentabilidade. O Programa Benchmarking já certificou 373 práticas de 190 instituições de 27 diferentes ramos de atividades.

Fonte: MB Comunicação

Cooperativistas debaterão sucessão, gestão e tecnologia
Publicado em: 15/08/2017

Sucessão, gestão e tecnologia. Estes são os assuntos que darão o tom do 5º Fórum de Agricultura da América do Sul, promovido pelo núcleo de Agronegócio do jornal Gazeta do Povo, em parceria com o Sistema Ocepar. O evento ocorrerá entre os dias 24 e 25 de agosto, em Curitiba (PR) e reunirá especialistas de dentro e de fora do Brasil.

O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, participará do painel que vai tratar do tema “Fomento rural: o papel da informação nos investimentos do agronegócio”, no dia 25 de agosto. Já o coordenador do Centro de Agronegócios da Fundação Getúlio Vargas e embaixador especial da FAO para o Cooperativismo, Roberto Rodrigues, vai integrar o painel sobre “Cooperativas verticais: verticais, urbanas e rurais”, no dia 24.

E com a intenção de ampliar o alcance das discussões do Fórum, a diretoria da OCB realizará sua reunião ordinária mensal no dia 23, na capital curitibana. Desta forma, os diretores poderão participar dos debates e propor ações para suas regiões, com base na pauta do Fórum. A Ocepar também prepara a reunião ordinária de sua diretoria para o mesmo dia.

Em paralelo ao evento em Curitiba, ocorrerá a Seção Nacional da Reunião Especializada do Mercosul, coordenada pelo Ministério da Agricultura e que contará com a presença de 30 representantes dos países que integram o bloco.

Fontes: http://agrooutlook.com/ (Com informações do Sistema Ocepar)

ACCS quer redução permanente do ICMS cobrado na venda de suínos vivos para outros estados
Publicado em: 15/08/2017

O presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, solicitou à Assembleia Legislativa de Santa Catarina o para que a redução do ICMS cobrado na comercialização de suínos vivos para outros estados, que já está em vigor, se transforme em lei, assim como ocorreu no Rio Grande do Sul. O Governo do Estado reeditou o decreto de redução do ICMS para a venda de suínos vivos originários de Santa Catarina. A medida decorre, segundo a ACCS, da necessidade de manter os produtores catarinenses competitivos frente à legislação tributária implementada por outros estados.

Para os suinocultores, a redução na base de cálculo é de 50% na saída interestadual, com validade entre 1º de julho a 31 de dezembro de 2017. A alíquota de 12% passa para 6% no período.

Por sua vez os suinocultores de Minas Gerais estão apreensivos com a decisão do governo de Santa Catarina, que reduziu em 50% o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) na saída interestadual de suínos vivos. O receio é que ocorra grande entrada do produto no mercado mineiro, o que provocaria quedas substanciais nos preços pagos aos suinocultores. Com prejuízos acumulados desde o ano passado – em função dos custos elevados – a expectativa dos suinocultores mineiros é recuperar parte dessas perdas ao longo do segundo semestre, quando o mercado se torna mais favorável para o setor, o que pode ser frustrado.

De acordo com o vice-presidente da Associação dos Suinocultores do Estado de Minas Gerais, José Arnaldo Cardoso Penna, todo o plano de recuperação dos prejuízos pode ser prejudicado com o ingresso do suíno de Santa Catarina no mercado de Minas. “Vivemos um momento de muita apreensão. Agora que começamos a recuperar os prejuízos gerados em 2016 e início de 2017, vem essa decisão do governo de Santa Catarina, que pode prejudicar ainda mais a produção mineira de suínos. Vamos buscar apoio e reivindicar que o governo de Minas Gerais estabeleça alguma barreira para esta concorrência desleal. Santa Catarina é o maior produtor de suínos do Brasil e, segundo Cardoso Penna, possui um dos custos mais baixos, uma vez que as produções de milho e de soja são abundantes e estão próximas às áreas de criação. “Estamos entre os quatro maiores produtores de suínos do país e o maior consumidor da carne suína. O ingresso de animais provenientes de outros estados pode provocar um desequilíbrio entre a oferta e a demanda e acarretar em prejuízos para o setor”, disse Cardoso Penna.

Fonte: ACCS

Marketing digital como ferramenta para o campo
Publicado em: 15/08/2017

A palestra “Neuromarketing + Marketing Digital: Um novo ecossistema de negócios”, patrocinada pela Topigs Norsvin, marcou a abertura oficial de evento, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó.

Marketing digital não é apenas um tema da moda, mas uma ferramenta de negócios fundamenta nestes dias em que a internet e as redes sociais assumiram o status de protagonistas nas relações entre pessoas e empresas.

Com foco neste desafio, o renomado professor de Marketing e Vendas da Fundação Getúlio Vargas – FGV, Marcelo Peruzzo, ministrou apresentação na abertura do X Simpósio Brasil Sul de Suinocultura.

A proposta de Peruzzo coincidiu com a missão do Simpósio, que é apresentar aos profissionais da suinocultura as ferramentas mais avançadas para a gestão, não só da atividade, mas também da sua carreira. “Trago informações para que os profissionais estejam atentos às expectativas do mercado mundial”, salientou. “Contribuir para que os relacionamentos dos profissionais seja melhor percebido pelos clientes também no meio digital”, destaca o professor.

Chapecó recebeu o X Simpósio Brasil Sul Suinocultura e a IX Brasil Sul Pig Fair, no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês, em Chapecó, SC. O evento técnico, que abordou os principais desafios da suinocultura latino-americana. O SBSS é realizado todos os anos pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas – Nucleovet.

Fonte: Nucleovet

Mudanças da Anvisa podem retirar 56 defensivos
Publicado em: 15/08/2017

Mudanças na legislação propostas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) podem retirar 56 princípios ativos de defensivos agrícolas atualmente utilizados pelos agricultores brasileiros. As alterações são questionadas pela Aprosoja (Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso).

“Seria um retrocesso. Estamos falando de um impacto drástico na produção agrícola do Brasil. Estaríamos na contramão de acordos internacionais, inclusive dos quais o Brasil é signatário, como Sistema Global de Harmonização de Químicos. Além disso, estaríamos indo contra leis que regulam os defensivos agrícolas em países que também têm a economia predominantemente agrícola, como Austrália, Estados Unidos e alguns países da Europa”, afirma a coordenadora da Comissão de Defesa Agrícola da Aprosoja, Roseli Giachini.

Através das consultas públicas 260, 261 e 262, a Anvisa estuda mudanças nas exigências para avaliação toxicológica, informações toxicológicas para rótulos e bulas e os critérios para classificação toxicológica de defensivos agrícolas.

De acordo com a Aprosoja, a Anvisa estuda restringir princípios ativos baseada em classificação toxicológica, mesmo antes de qualquer avaliação de risco do produto.

A associação dos sojicultores apoia uma Medida Provisória (MP) em tramitação que muda a forma de avaliação para aprovação de novas substâncias. A MP quer inserir na lei 1802/1989 o conceito de análise de risco como fator determinante para permissão de novos princípios ativos.

Fonte: Aprosoja

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