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10 | Agosto
Manchete do dia 10/08/2017
Produtores do MS visitam Fecoagro e Ocesc para colher subsídios para formar cooperativa
Publicado em: 10/08/2017

O sistema de cooperativismo praticado em SC tem despertado atenção de produtores rurais de outros Estados. O secretário do Sindicato Rural de Camapuã, Norte do Estado do MS, Antônio Silvério de Souza, esteve nesta semana visitando a Fecoagro e a Ocesc em Florianópolis, para colher subsídios para formação de uma cooperativa de pecuarista dos três municípios da região, (Camapuã, Alcinópolis e Figueirão). Ele disse que a indicação de visitas às entidades partiu do secretário Adjunto da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de SC, Airton Spies, que recomendou contatar com as duas principais entidades do agronegócio cooperativo da capital do Estado.

A intenção dos sul-mato-grossenses é formar uma cooperativa e ou passar a integrar uma cooperativa já organizada que queira atuar naquela região a fim de dar suporte aos produtores de gado de corte dos municípios considerados os principais produtores do Centro-Oeste. Os três municípios produzem mais de 1 milhão de cabeças de gado em 2 mil propriedades, representando 54 animais por habitante, sendo grande produtor de bezerros de qualidade. Já existe um projeto das administrações municipais de se construir um frigorífico para abate bovino para explorar o bom conceito de qualidade do gado da região e para tanto já tem uma marca denominada BEEF NORTE MS.

Na Fecoagro, Antônio Silvério de Souza foi sugerido que procurasse a cooperativa Cooasgo, de São Gabriel do Oeste – MS, que é filiada a Aurora e que tem um frigorífico suíno na região, para avaliar o interesse de ingresso nessa atividade bovina, uma vez que fica distante a menos de 100 km da região produtora.

No caso de desinteresse da Cooasgo e da Aurora, devem procurar a Organização das Cooperativas do MS para obter orientações de como formar uma cooperativa de pecuaristas daquela região.

O secretário do Sindicato Rural de Camapuã disse estar convicto da necessidade de os produtores se reunirem em cooperativas para formar uma estrutura própria de industrialização e comercialização, pois estão experimentando no momento os reflexos negativos de ficar nas mãos de terceiros, pois com a crise da JSB que atuava na região, estão sem mercado para o gado que é produzido na região.

Fonte: Fecoagro/SC

Restrição a cooperativas pode ser atenuada
Publicado em: 10/08/2017

O Ministério da Fazenda sinalizou que poderá rever a regulamentação incluída no Plano Safra 2017/18 que limitou a contratação de crédito rural a juros controlados pelas cooperativas agropecuárias pelo menos até o ciclo 2019/20.

A alteração da medida poderá entrar na pauta de uma reunião extraordinária do Conselho Monetário Nacional (CMN) ou no próximo encontro ordinário do órgão, marcado para o fim de agosto.

A Fazenda não abre mão de manter limites de financiamento por CNPJ, mas poderá estabelecer um prazo maior para adotá-los e também estuda uma ampliação dos tetos previstos, conforme uma fonte a par das negociações.

Quando avalizou o Plano Safra 2017/18, no início de junho, o CMN definiu que as cooperativas agrícolas teriam que respeitar um limite de tomada de crédito rural a juros controlados de R$ 600 milhões por CNPJ. Segundo a resolução, o teto cairá para R$ 500 milhões em 2018/19 e para R$ 400 milhões em 2019/20.

Em reunião na sede do Ministério da Agricultura mesmo dia em que o governo publicou a Medida Provisória do Funrural, o ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Eduardo Refinetti Guardia, trataram do assunto, a pedido de Maggi.

A expectativa é que as Pastas entrem em acordo sobre o tema, mas uma decisão definitiva só será tomada depois de consultados o Ministério do Planejamento e o Banco Central, que também têm assentos no CMN.

Na última safra, a 2016/17, encerrada em 30 de junho, as cooperativas agropecuárias contrataram R$ 26 bilhões em crédito rural, ou 16,5% de todo o montante colocado à disposição.

Segundo a Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), o teto imposto empurra as grandes cooperativas agropecuárias para o mercado, onde as taxas de juros são mais elevadas, e os produtores acabam sendo prejudicados.

Fonte: Valor Econômico

Chineses desenvolvem arroz que combate envelhecimento celular
Publicado em: 10/08/2017

Já pensou em comer diariamente algumas colheres de um alimento que reduz o risco de certos tipos de câncer, doenças cardiovasculares, diabetes e outras enfermidades crônicas? É exatamente isso que um grupo de cientistas da Universidade Agrícola do Sul da China propõe, com o desenvolvimento de uma variedade de arroz geneticamente modificada (GM) para conter altos níveis de antioxidantes.

Para chegar a esse resultado, a equipe do professor Yao-Guang Liu desenvolveu uma técnica de engenharia genética capaz de transferir diversos genes de uma só vez para duas variedades de arroz, o japônico, cultivado no Japão e na Coreia, e o índico, plantado na Índia, Paquistão, Indonésia e outros países. Com oito novos genes (dois do milho e seis do cóleus – uma espécie de planta), o arroz ganhou uma coloração roxa e passou a produzir altos níveis de antocianina, substância que dá pigmentação roxa ou avermelhada a muitas flores e frutas (como açaí, jabuticaba e cereja) e que é capaz de proteger o organismo contra a ação oxidante dos radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células.

Embora as antocianinas sejam naturalmente abundantes em algumas variedades de arroz negro e vermelho, elas estão ausentes em grãos de arroz polido porque a casca, o farelo e o embrião são removidos para o consumo. Nesse caso, fica apenas o endosperma (parte da semente cuja função é nutrir o embrião), que não possui essa substância.

Além do potencial de desenvolver um alimento mais nutritivo, a pesquisa é importante porque tentativas anteriores de expressar a antocianina no arroz falharam. Isso por conta da complexidade da biossíntese desse nutriente e da dificuldade da transferência de diversos genes para plantas. Finalmente, porém, os cientistas chineses acreditam que encontraram uma solução para esse desafio e devem, agora, fazer os testes de biossegurança do arroz transgênico.

Reuniões de avaliação Cooper A1 abriu a terceira semana e Pinhal encerrou o ciclo no RS
Publicado em: 10/08/2017

O município de Iporã do Oeste, no extremo-oeste de SC, foi a unidade que abriu a Terceira semana das Reuniões de Avaliação 2017 da Cooper A1. Cerca de 320 pessoas participaram da atividade, momento em que a direção da cooperativa apresentou aos cooperados e familiares os resultados da cooperativa no primeiro semestre de 2017.

A unidade de Iporã do Oeste chegou a junho de 2017 com 611 cooperados e 71 colaboradores diretos. Nas atividades de varejo, Supermercado e Loja Agropecuária, ambas apresentaram crescimento em vendas concretizadas de 14,3% e 4,6%, respectivamente. Desenvolvendo as três atividades pecuaristas, os cooperados de Iporã do Oeste entregaram, no primeiro semestre de 2017, 36,2 mil cabeças de suínos; 464 mil frangos e 1,9 milhão de litros de leite.

Na oportunidade, o presidente Elio Casarin parabenizou os cooperados. Os núcleos do Mulher A1/Sicoob preparam uma decoração especial em homenagem ao Dia do Colono, simbolizando o passado e o presente da agricultura, bem como o transporte dos alimentos. As Reuniões de Avaliação Cooper A1 2017 foram concluídas nas sete unidades do Rio Grande do Sul. A última a receber a ação foi Pinhal, onde cerca de 140 pessoas participaram da atividade.

Em 2017, foram realizados nove encontros da Cooper A1, envolvendo 1.926 pessoas. Até o fim da atividade, serão, ao todo, 18 reuniões, envolvendo todos os municípios com unidades.

Fonte: Cooper A1

Nova granja de suínos Copercampos recebe primeiras matrizes
Publicado em: 10/08/2017

Uma granja totalmente limpa, automatizada e com diferenciais para atender o mercado com excelência. A nova granja para produção de suínos da Copercampos, construída em Santa Cecília, Planalto Serrano de Santa Catarina, entrou em operação com a chegada das primeiras 600 matrizes, sendo 275 vindas dos Estados Unidos da América.

A moderna unidade atenderá a empresa Agroceres PIC, na produção de machos e fêmeas com o mais alto padrão genético existente no mundo e contará com 1.500 matrizes na produção de suínos.

A unidade destinada a produção de material genético para a parceria da Copercampos produzirá linhas puras de animais.

Para o presidente da Copercampos, Luiz Carlos Chiocca, a agregação de valor à produção de suínos é diferenciada na unidade. O presidente lembrou que a tecnologia e automação da unidade são focadas em bem-estar animal, atendendo o mercado externo com excelência.

Fonte: Copercampos

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