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03 | Agosto
Manchete do dia 03/08/2017
Fecoagro recebe homenagem da CCAB pelos 10 anos da entidade
Publicado em: 03/08/2017

A Fecoagro recebeu nesta semana a visita da direção da CCAB-AGRO empresa formada por cooperativas do centro-oeste, Bahia e que a Federação faz parte.

Jones Yasuda, diretor executivo e Jorge Moura, diretor comercial, visitaram a Fecoagro para entregar a homenagem que foi prestada a todas as cooperativas associadas, em jantar comemorativo dos 10 anos da empresa, realizado em julho em Brasília, do qual a Fecoagro não pode comparecer.

No ano passado, a CCAB que tem sede em Cuiabá-MT e que trata de registros de princípios ativos de agroquímicos para comercializar com as cooperativas e agricultores, e que também é importadora de matéria prima para produção local desses insumos, foi vendida em 51% das ações para a empresa INVIVO, controlada por um grupo de 220 cooperativas francesas, que também mantém atividade semelhante na França.

A INVIVO passou a ser a controladora da CCAB, mas continua com sua sede no Brasil e que seus gestores continuam sendo os mesmos, e pretende com a nova parceria ampliar seus negócios na área de insumos agrícolas, assim como, novos registros de produtos que são utilizados na agricultura, a fim de reduzir a concentração de fabricantes e os preços em nível de cooperativas e dos agricultores brasileiros.

Os dirigentes da CCAB-INVIVO foram recebidos pelo diretor executivo da Fecoagro, Ivan Ramos, que é um dos integrantes do Conselho Fiscal do Holding da CCAB.

As cooperativas filiadas à Fecoagro têm adquirido alguns produtos trabalhados pela CCAB através da Central de Compras de Palmitos.

Fonte: Fecoagro/SC

Roubo de cargas torna-se um flagelo para as empresas e o País
Publicado em: 03/08/2017

O roubo de cargas no Brasil – e em especial no Rio de Janeiro – tornou-se um flagelo para a economia e está inviabilizando muitas empresas. O crime ocorre em todo o País, mas, está particularmente centrado no Rio onde, no ano passado, as empresas que ali operam sofreram mais de 1 bilhão de reais em prejuízos, de acordo com as entidades do setor de transporte de cargas.

O presidente da Cooperativa Central Aurora Alimentos e vice-presidente para o agronegócio da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Mario Lanznaster, pediu a convergência de ações e de investimentos da União e dos Estados para o combate ao problema. A Aurora teve 65 cargas roubadas em 12 meses, totalizando 362.000 kg de produtos cárneos, o que representa R$ 2 milhões 535 mil reais de prejuízos. Metade dos roubos ocorreu no Rio, onde 32 cargas foram saqueadas, 20 em São Paulo, 3 na Bahia, 4 em Minas Gerais, 2 em Santa Catarina, 3 no Paraná e 2 no Mato Grosso do Sul.

Lanznaster adverte que as empresas que enviam produtos e mercadorias e as transportadoras de cargas que trafegam pelas estradas do Rio de Janeiro serão forçadas a suspender as operações no estado se a situação não for resolvida.

Citando levantamentos da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística e das Federações estaduais, o dirigente lamenta que as ocorrências de roubo de carga – que já eram elevadas – dispararam de 2015 para cá. As cargas mais visadas foram produtos alimentícios, cigarros, eletroeletrônicos, produtos farmacêuticos, produtos químicos, têxteis, autopeças, combustíveis e bebidas. O levantamento aponta diminuição no roubo de produtos metalúrgicos e aumento do roubo de bebidas. O estudo aponta que o buraco negro está no Sudeste: essa região concentra 87% dos casos.

O roubo de cargas causou um prejuízo de mais de R$ 6,1 bilhões em todo o Brasil, de 2011 a 2016. Foram 97.786 ocorrências desse tipo no País neste período, segundo os dados de um estudo sobre o impacto econômico do roubo de cargas no Brasil, divulgado pelo Sistema Firjan neste mês. Um roubo de caminhão acontece a cada 23 minutos em todo o território nacional.

Em uma lista com 57 países, o Brasil é o oitavo mais perigoso para o transporte de cargas. Em apenas 44 dias, o Brasil registra o número total de roubos de cargas nos Estados Unidos e Europa juntos em um ano inteiro.

Em 2016, foram 4.056 casos acima do registrado em 2015. O crescimento foi puxado por Rio de Janeiro com 2.637 registros e São Paulo com 1.453 casos a mais que no ano anterior.

Lanznaster reivindica uma política nacional integrada de combate a esse crime. “O roubo de cargas representa um prejuízo fatal para muitas empresas, encarece o seguro, dificulta o transporte, inflaciona o preço final de muitos produtos e destrói o ambiente de negócios.”

O dirigente lembra que, para ter sucesso, esse crime conta com uma rede de agentes criminosos na busca de informações e no planejamento dos eventos. De outra forma, como explicar que – no caso do transporte de produtos alimentícios cárneos – as cargas de baixo custo são ignoradas e aquelas com produtos de alto valor agregado são seletivamente visadas e atacadas?

O presidente da Aurora reconhece que os Estados vêm criando Delegacias Especializadas em roubo de cargas e as empresas estão investindo cada vez mais em prevenção. Considerou essencial ampliar o nível de cooperação entre os órgãos de segurança e o empresariado e as investigações sobre os receptadores, “pois, esses são os que verdadeiramente alimentam e estimulam o crime organizado”.

Fonte: MB Comunicação

Suinocultores catarinenses terão crédito rural desburacratizado nos órgãos ambientais
Publicado em: 03/08/2017

A Secretaria de Estado da Agricultura e Pesca de SC, a Fundação do Meio Ambiente (Fatma) e o Branco do Brasil, assinaram um termo de cooperação para fomentar a liberação de financiamento para suinocultores pelo Plano Safra 2017/2018 e 2018/2019.

O acordo entre as três instituições permite que os produtores liberem o crédito do programa com a apresentação do protocolo de pedido de licenciamento ambiental na Fatma.

O Plano Safra da Agricultura Familiar 2017/2018 contempla a regularização fundiária de imóveis rurais, comercialização, assistência técnica e extensão rural. No lançamento, no final de maio, o Governo Federal anunciou que estariam disponíveis R$ 30 bilhões de créditos aos produtores. O programa é voltado para os agricultores que possuem Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Apoio a Agricultura Familiar (Pronaf). Em Santa Catarina, 87% dos estabelecimentos agropecuários economicamente ativos são classificados como de agricultura familiar.

Santa Catarina é o maior exportador de carne suína no Brasil. A produção em 2016 chegou a 969 mil toneladas e a Fatma emitiu mais de 4 mil licenças para o setor.

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de SC

Perfil do cooperado e gestão são diferenciais das cooperativas agro
Publicado em: 03/08/2017

A profissionalização cada vez maior na gestão, bem como o preparo e as exigências da nova geração de cooperados, estão entre as principais razões para que as cooperativas agropecuárias cresçam, mesmo em tempos de crise.

O assunto é destaque da revista setorial do Jornal Valor Econômico, sobre Agronegócio, lançada na semana passada. O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, que fez parte da reportagem, comentou que a média de idade do produtor rural cooperado, no Brasil, é de 40 anos, e que faz da tecnologia uma estratégia para alavancar os negócios.

Fonte: OCB

Sicoob Oestecredi incentiva educação financeira na escola
Publicado em: 03/08/2017

O Sicoob Oestecredi realizou em julho na Escola de Educação Básica Princesa Isabel, de Palmitos, uma palestra onde participaram mais de 200 crianças. Segundo o Agente de Atendimento Roges Strapazzon, o objetivo foi proporcionar um conhecimento às crianças sobre a importância de planejar-se financeiramente desde cedo.

Strapazzon detalhou que as profissionais do Sicoob Oestecredi, Michele Bondan Bortoli e Solange Inêz Ledur, também participaram dessa atividade. Segundo ele, alunos do primeiro ao quinto ano tiveram a oportunidade de compreender um pouco mais sobre como funciona a educação financeira. “A educação financeira auxilia para que as crianças entendam desde cedo como é relevante fazer economia, saber poupar, consumir de forma consciente e saber tomar as decisões corretas quanto tiver que fazer algum investimento em seu futuro”, explicou.

Ele também falou sobre a necessidade de incentivar as crianças sobre projetarem as suas vidas, acreditarem nos sonhos com base em um planejamento econômico. “Sabemos que o nosso mundo hoje é de muito consumismo. Muitas pessoas acabam adquirindo bens por impulso e quando percebem estão endividadas e sem soluções para resolver os problemas. Quando se ensina uma criança desde a base escolar ajudamos a construir adultos responsáveis, conscientes, que tem noção da sua vida, do que devem consumir e do que é realmente importante obter”, enfatizou.

Strapazzon falou ainda que o Sicoob Oestecredi acredita na educação financeira na base escolar e por isso incentiva ações nas escolas que venham a discutir sobre esse tema. “A nossa cooperativa atua muito no desenvolvimento social e um dos elementos norteadores desse desenvolvimento está na educação. É preciso levar ao conhecimento das crianças e professores essa demanda, dialogar, tirar dúvidas e conversar com as crianças. Assim vamos estar contribuindo para que as novas gerações saibam construir uma sociedade melhor, com base na economia, no saber. Isso tudo gera qualidade de vida”, finalizou.

Fonte: Sicoob Oestecredi

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