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27 | Julho
Manchete do dia 27/07/2017
Sicredi continua apoiando programa de TV da Fecoagro
Publicado em: 27/07/2017

O sistema de cooperativas de crédito Sicredi Sul, que tem abrangência nos estados de SC e RS, continuará sendo apoiador principal do programa Cooperativismo em Notícia, mantido pela Fecoagro no Canal Rural. A afirmação foi feita pela direção do Sicredi em Porto Alegre.

O Sicredi foi o primeiro apoiador do programa desde sua implantação em 2012, e continua até hoje.

A entidade foi uma das homenageadas, nas comemorações dos cinco anos de existência do programa, ocorrido durante o jantar dos 42 anos da Fecoagro realizado na última sexta-feira em Florianópolis.

O Sicredi recebeu duas homenagens: uma ao seu diretor executivo Gelson Seefeld, que juntamente com outras lideranças, por ter sido entrevistado no primeiro programa em 2012, e outra por ser patrocinador do programa.

Quem recebeu os troféus em nome do Sicredi, foi o membro do Conselho de Administração do Sicredi Sul, Ivo Miri Brugnera, que também é o presidente da cooperativa de crédito Sicredi Aliança, que tem sede em Marau no RS, que incorporou a cooperativa Metropolitana de Florianópolis e hoje está presente na região da Grande Florianópolis com 11 agências. Em SC são nove cooperativas do Sicredi e mais de 100 agências, disse o presidente.

O presidente Ivo Miri Brugnera, concedeu entrevista ao programa Cooperativismo em Notícia, e disse da importância do Sicredi estar junto com a Fecoagro nesse projeto de comunicação cooperativista. Irá ao ar neste final de semana.

Fonte: Fecoagro/SC

Incentivo à ovinocultura de corte em Santa Catarina
Publicado em: 27/07/2017

Foi por meio das melhorias proporcionadas pelo programa de Assistência Técnica e Gerencial (ATeG) desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), que o produtor de ovinos Sebastião Hable sentiu-se preparado para abrir a Cabanha Tarumã, em Mafra, no norte catarinense. Produtor de ovelhas de corte há 20 anos, junto com a esposa Roseli do Carmo Hable, possui 30 matrizes com cruzamento comercial, 19 matrizes P.O raça Dorper e um macho reprodutor P.O também da raça Dorper.

“Sentíamos falta de conhecimento, organização e avaliação do rebanho, além de problemas de verminose em nossos animais. Por meio das visitas muita coisa melhorou com o aprimoramento de técnicas de manejo e alimentação. Fomos estimulados a produzir a ração que oferecemos aos animais e isso só nos trouxe ganhos”, conta o produtor.

De acordo com o técnico de campo, César Henrique Peschel Júnior, o trabalho da assistência técnica e gerencial busca orientar e incentivar os produtores de ovinos para que produzam animais diferenciados e que proporcionem ao mercado uma carne de alta qualidade. Ao todo, o programa atende 2.124 matrizes de ovinos somente em Mafra. “Tudo isso é feito de maneira sustentável, utilizando técnicas que não aumentam os custos de produção e também sem a necessidade de grandes investimentos a curto prazo. O nosso foco principal é gerar lucro aos produtores, agregando valor ao produto final, aumentando a escala de produção e reduzindo os custos”, explica.

A ATeG em ovinocultura de corte conta com três turmas, duas na região norte do Estado nos municípios de Mafra e São Bento do Sul e uma em Fraiburgo no meio oeste catarinense. “São atendidos 75 produtores rurais que recebem assistência técnica associada à consultoria gerencial contribuindo para uma gestão sustentável e lucrativa das propriedades”, destaca o presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo.

De acordo com o superintendente do SENAR/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, os técnicos de campo repassam aos produtores as metodologias sobre cálculo de custos de produção, indicadores da propriedade e, principalmente, análise de dados para o planejamento estratégico conforme os pontos fortes e fracos de cada propriedade. Todos os dados levantados são lançados em um software utilizado nacionalmente e que abriga informações gerenciais das propriedades de todo o País. Com essas informações é possível fazer comparativos e tomar decisões mais assertivas.

Além das visitas técnicas e gerenciais, os produtores têm acesso a treinamentos e palestras a fim de aprimorar e atualizar conhecimentos com relação à produção de ovinos. “

O técnico de campo explica que entre as principais dificuldades encontradas em algumas propriedades estão as de ordem sanitária, principalmente no que diz respeito às verminoses. “É um problema comum em propriedades de ovinos. Isso ocorre pelo uso incorreto de vermífugos quando é feita a desverminação com frequência acima do que é indicado e com o uso de um vermífugo que não exerce o efeito adequado”.

Segundo dados da Associação Catarinense de Criadores de Ovinos, o Brasil possui um rebanho de 17,5 milhões de ovinos. A região mais produtora do País é o Nordeste com cerca de 10 milhões de animais. Santa Catarina conta atualmente com um rebanho de aproximadamente 350 mil matrizes. De acordo com o presidente da Associação, Frederico Jaeger Neto, a principal região produtora do Estado é o Planalto Norte.

Fonte: MB Comunicação

Presidente do Sicoob Crediauc conhece modelo de cooperativismo europeu
Publicado em: 27/07/2017

A presidente do Sicoob Crediauc, Maria Luisa Lasarim, participou durante o mês de julho de uma viagem de estudos para conhecer o modelo de cooperativismo aplicado em países da Europa. Participaram das atividades os presidentes de outras cooperativas e o presidente do Sicoob Central SC/RS, Rui Schneider da Silva. A viagem iniciou no dia 1º de julho e o retorno no dia 16 de julho. Conforme Maria Luisa, na Noruega visitaram cooperativas de produtores. Na Suécia, as cooperativas de crédito são basicamente constituídas para fornecer recursos destinados à aquisição de terras para agricultores, por exemplo. As lideranças cooperativistas identificaram que o cooperativismo de crédito aplicado em Portugal é semelhante ao modelo que está em vigência no Brasil. As cooperativas são formadas por cooperados e clientes, sendo que os cooperados têm vantagens nas taxas de juros, nos produtos e serviços contratados.

De acordo com Maria Luisa Lasarim, em Portugal as cooperativas de crédito conseguem trabalhar com um planejamento a longo prazo, com alto índice de assertividade, em função da condição de estabilidade econômica. Além disso, os juros aplicados nas operações de crédito são baixos, variando de 10% a 16% ao ano nos empréstimos pessoais. A taxa de juros para captar recursos do investidor é praticamente zero. Por outro lado, as cooperativas fazem cobranças significativas nos produtos e serviços, através das tarifas. O custo médio das taxas é de 15 Euros por semestre para cada associado.

Na viagem de estudos, ficou notável que a prática do cooperativismo de crédito é bem desenvolvida em Portugal, que adota esse modelo desde 1896. A presidente do Sicoob Crediauc, Maria Luisa Lasarim, traça um paralelo do setor cooperativo nos países visitados e no Brasil. De acordo com Maria Luisa, a conclusão é de que o cooperativismo de crédito aplicado no Brasil não está em desvantagem em relação ao modelo europeu. “Nós estamos bem. Nós praticamos um cooperativismo evoluído, capacitado, profissional. Não ficamos devendo nada para os países que visitamos. Além de prestarmos um trabalho sério, que atende às expectativas dos cooperados, sabemos que sempre temos algo para melhorar e trabalhamos cotidianamente para isso”, assinala.

Experiência em Portugal

Uma das práticas observadas em Portugal chamou a atenção dos presidentes de cooperativas de crédito e pode ser pleiteada, também para o cooperativismo de crédito brasileiro. Em Portugal, as cooperativas podem fazer a comercialização, aquisição e posteriormente venda dos bens que recebem em pagamento, sem necessidade de intermediação de terceiros. Um braço da cooperativa faz toda essa atividade, transferindo o patrimônio para a própria organização. “Isso não temos no Brasil. No restante o cooperativismo brasileiro se assemelha muito a Portugal. A exemplo do que ocorre com as cooperativas brasileiras, os portugueses têm o propósito de preparar as novas gerações para conduzir o futuro das cooperativas. Além disso, há também uma preocupação com o desenvolvimento das comunidades”, finaliza Maria Luisa Lasarim.

Fonte: Sicoob Crediauc

Cooper inaugura a filial Vila Nova, em Blumenau
Publicado em: 27/07/2017

A Cooper (Cooperativa de Produção e Abastecimento do Vale do Itajaí) inaugurou a nova Filial Vila Nova, em Blumenau, que é a 14ª unidade da rede e a sexta na cidade. Mais de duas mil pessoas participaram do evento e conferiram o novo conceito de loja para os padrões da Cooper e com inovações também para o segmento de varejo alimentar da região.

A nova loja tem área construída de 14,6 mil metros quadrados, com área de vendas de 2,5 mil metros quadrados, equipada com mobiliário e tecnologias modernas de açougue, frios, hortifrutigranjeiros, padaria, mercearia, eletros, entre outros. Foram instalados 23 equipamentos de checkout, incluindo 8 caixas rápidos e 4 autocaixas.

O presidente executivo da Cooper, Osnildo Maçaneiro, afirmou que “é um momento especial para a cooperativa, porque é a realização de um sonho. A Filial Vila Nova simboliza a inovação em serviços e de relacionamento com a comunidade. Estamos felizes com a presença e o apoio de todos. Nosso intuito é torná-la um ponto de encontro para cooperados, clientes e amigos”.

A nova filial amplia naquela comunidade a abrangência dos seus diferenciais cooperativistas e dos programas de relacionamento, a exemplo dos cursos, campanhas e ações sociais, bem como o benefício do retorno das sobras. “O cooperativismo é muito forte no Brasil. No Vale do Itajaí, a presença das cooperativas é marcante e importante para o crescimento econômico da região”, explicou o presidente do Conselho de Administração da Cooper, Hercílio Schmitt.

A Filial Vila Nova também conta com uma Farmácia Cooper e outras lojas de apoio, uma sala do Cooper Pratic equipada com cozinha gourmet e 208 vagas de estacionamento cobertas.

A construção da Filial Vila Nova foi iniciada em agosto de 2016, seguindo um padrão inteligente e sustentável, com reaproveitamento dos recursos e menor desperdício, resultando em um canteiro de obras mais limpo e econômico. A edificação segue as normas de acessibilidade, com corredores, calçadas e sanitários mais largos, vagas preferenciais no estacionamento e nos caixas, esteira rolante e elevador. A loja também oferece um conforto visual, seja pelo design dos móveis ou pela comunicação moderna e elegante.

A estrutura externa foi elaborada com materiais nobres e de alta qualidade, como o alumínio composto (ACM), lâmina de madeira e vidros temperados e laminados. A arquitetura e os equipamentos foram pensados para otimizar o consumo energético e minimizar a emissão de gases. As soluções incluem a coleta e reaproveitamento das águas da chuva e do ar-condicionado, conforto térmico e luminosidade natural, iluminação de LED, climatização eficiente e equipamentos de refrigeração/congelamento que aplicam gases menos nocivos ao ambiente. Além disso, a Cooper dispõe de geradores próprios e optou pela aquisição de energia elétrica no mercado livre, para maior economia e segurança.

Os 220 colaboradores desta filial usufruem de uma área de convivência confortável de dinâmica, que inclui espaços para treinamento e salas equipadas para o seu lazer e descanso nos intervalos. As áreas de recebimento, armazenagem e preparação de mercadorias contam com layout e equipamentos que facilitam a logística e garantem a segurança de todos.

A Cooperativa de Produção e Abastecimento do Vale do Itajaí é a segunda maior cooperativa de consumo do Brasil, com mais de 180 mil cooperados e 3 mil colaboradores. Tem 73 anos de tradição e de serviços na comunidade, atualmente prestados por meio de 14 filiais, nas cidades de Blumenau (6), Indaial (2), Rodeio, Ibirama e Jaraguá do Sul (4). A estrutura de atendimento compreende, ainda, uma rede com 12 unidades da Farmácia Cooper, uma Padaria Central, um Centro de Administração, localizado em Blumenau. Atualmente a Cooper é o maior arrecadador de ICMS no segmento em que atua (supermercadista) em praticamente todos os municípios onde está presente.

Fonte: Cooper

Leite: cenário é de queda nos preços
Publicado em: 27/07/2017

Restrição de consumo no mercado doméstico e excesso de leite oriundo do Uruguai, da Argentina e do Rio Grande do Sul provocando excesso de oferta em território catarinense. A soma desses dois fatores resultou na queda dos preços praticados pelos laticínios aos produtores rurais catarinenses.

Essa situação foi analisada e mensurada pelo Conselho Paritário Produtor/Indústrias de Leite do Estado de Santa Catarina (Conseleite/SC) que esteve reunido em Joaçaba para definir os valores de referência da matéria-prima. As notícias não são boas para quem produz: os preços de referência ao produtor projetado para o leite entregue em julho/2017 registram aproximadamente 5,5% de queda (6 centavos a menos por litro) em relação ao preço de referência do leite entregue no mês anterior.

O presidente do Conseleite/SC e vice-presidente regional da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) Adelar Maximiliano Zimmer anunciou que o leite entregue em julho a ser pago em agosto tem as seguintes projeções de valores: leite acima do padrão R$ 1.2366/litro; leite padrão R$ 1,0753 e abaixo do padrão R$ 0,9775. Os valores se referem ao leite posto na propriedade com Funrural incluso.

A redução do preço do leite em todas as fases da cadeia produtiva nesta época do ano é absolutamente atípica. “É a primeira vez em dez ano que isso ocorre”, espanta-se Zimmer. O desemprego, a queda geral do poder aquisitivo da população e o excesso de importação – na avaliação do dirigente – são insuficientes para explicar a queda nos preços do leite que ocorrem desde maio. No último mês foram importados 62 milhões de dólares em produtos lácteos, sendo mais de 60% leite em pó. Por outro lado, o observatório MilkPoint Radar identificou uma nova tendência de alta na oferta em razão dos custos dos concentrados estarem consideravelmente mais baixos.

Queda no consumo, expansão na produção e aumento das importações fazem preço do leite cair no mercado catarinense. “Pode ser bom, momentaneamente, para o consumidor, mas é péssimo para o produtor rural”, analisa o presidente.

O Estado é o quinto produtor nacional de leite e gera entre 3,0 e 3,1 bilhões de litros por ano, o que corresponde a 8,7% da produção nacional. A concentração da produção está na região oeste catarinense, respondendo por 75% da produção estadual. Ao todo estima-se que existam no Estado cerca de 50 mil produtores comerciais de leite que produzem cerca de 8,5 milhões de litros por dia. A capacidade industrial é estruturada para processar até 10 milhões de litros de leite/dia.

Fonte: MB Comunicação

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