29/07/2010
Manchetes do dia 29/07/2010
FAESC/SENAR PROMOVE REUNIÕES DO PROGRAMA MAIS LEITE

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), promoveu, dois encontros do programa de qualificação na bovinocultura de leite, Mais Leite, nos municípios de Rio Rufino e Araranguá. O objetivo do programa é capacitar os produtores rurais na produção de leite com qualidade. Em Rio Rufino ocorreu o encontro de sensibilização dos produtores interessados no programa. O início das atividades, no município foram agendadas para o mês de setembro. No município de Araranguá, ocorreu a reunião de divulgação do programa Mais Leite para lideranças do agronegócio da região do Vale do Araranguá e para lideranças da Associação Mais Leite. O vice-presidente da Faesc e coordenador do Programa Mais Leite, Nelton Rogério de Souza, informou que o programa abrangerá planejamento e gerenciamento da propriedade leiteira, implantação e manejo de pastagens, manejo de ordenha e qualidade do leite, cerca elétrica e reservas estratégicas de alimentos, manejo de bezerras e novilhas, manejo intensivo de pastagens e irrigação (lotação, medição de pasto, adubação), manejo de vacas e melhoramento genético, alimentação e implantação e manejo de pastagens de inverno e sanidade animal. Ao final do programa, serão apresentados e avaliados os resultados da atividade na propriedade. Podem participar do programa produtores de leite ou trabalhadores rurais na ocupação que tenham idade mínima de 18 anos, tenham atividade leiteira como principal atividade econômica, sejam alfabetizados, efetuem as quatro operações básicas matemáticas. Souza ainda ressalta que os participantes devem ter vontade de melhorar a propriedade, se comprometer em participar e cumprir todas as atividades do programa, além de ter disponibilidade em realizar todos os registros técnicos e financeiros do programa. A técnica do Senar/SC Gisele Kraiéski, explica que o programa contará com 11 módulos de 6 horas de duração cada, divididos em moment os teóricos, práticos e acompanhamento nas propriedades dos participantes. As atividades práticas serão realizadas na propriedade demonstrativa e/ou dos participantes. O número de participantes em cada turma será de 20 a 25 pessoas (no máximo 2 por propriedade) e poderá envolver entre 10 a 15 propriedades, sendo uma propriedade demonstrativa. Todos os custos com instrutoria, materiais instrucionais e alimentação nos encontros serão custeados pelo Senar/SC. Os participantes que obtiverem, no mínimo de 80% de frequência, receberão certificado.

Fonte: MB Comunicação

PROGRAMA DE RÁDIO NA TV COOP

Nesta sexta feira dia 30 a partir das 13,30 horas e depois reapresentação às 18,30 horas, a Fecoagro vai reprisar através da TV COOP o áudio do Programa Informativo Agropecuário do último final de semana. Este programa que foi ao ar pela Rede Catarinense de Comunicação Cooperativista, foi produzido especialmente com matérias sobre o aniversário da FECOAGRO. Ele conta um pouco da historia da Fecoagro e apresenta as palavras dos ex-presidentes da entidade, Luiz Carlos Chiocca, Luiz Hilton Temp, José Zeferino Pedrozo, Neivor Canton, Marcos Antonio Zordan e da viúva de Aury Luiz Bodanese, dona Zelinda Bodanese, além do atual presidente Luiz Vicente Suzin. Portanto, quem não ouviu o Informativo Agropecuário do último final de semana, poderá acompanhar o áudio pela TV COOP, nesta sexta feira as 13,30 e depois às 18,30 horas. Para acessar a TV COOP entre no site http://www.fecoagro.coop.br/, ou http://www.ocesc.org.br/. Clic na logomarca da TV COOP.

Fonte: Fecoagro

REPRESENTATIVIDADE DA CADEIA PRODUTIVA DO TRIGO É DISCUTIDA EM EVENTO, NO OESTE PARANAENSE.

Cerca de 400 pessoas estiveram reunidas em Cascavel - PR, na IV Reunião da Comissão Brasileira de Pesquisa de Trigo e Triticale. Entre os destaques, discussões sobre organização do setor produtivo para aumentar a competitividade no mercado. Agricultura não sobrevive se não for eficiente, ou seja, organizada e com representatividade. Esse foi o posicionamento do ex-ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que abriu a programação de palestras. O evento nacional acontece anualmente e, em 2010, está sob a coordenação da Cooperativa Central de Pesquisa Agrícola (Coodetec). Com o tema “Política Agrícola para o Agronegócio do Trigo no Brasil”, Stephanes falou aos cerca de 400 participantes, entre pesquisadores, técnicos e agricultores de todas as regiões produtoras de trigo e triticale no Brasil. “Quando se fala em custo sempre enfoco um tema polêmico, que é a questão dos insumos para a agricultura. Na área dos fertilizantes, por exemplo, o Brasil é um grande importador: 91% de potássio vêm de quatro outros países, sendo que, em 2009, pesquisas revelaram uma jazida em território nacional, considerada como a terceira maior do mundo”, argumentou o ex-ministro. Segundo Stephanes, o custo de produção agrícola no País é um dos motivos pelo qual a produção triticultora vem perdendo espaço no mercado. “As condições para a produção são favoráveis, temos tecnologia em pesquisas, clima propício, mas ainda está faltando organização e representatividade no setor. Temos visto que todo o mercado é instável, mas no caso da produção agrícola brasileira, percebemos que no meio da oferta e demanda, existem muitas especulações que tornam o processo ainda mais difícil”, observou. O presidente da Associação Paranaense dos Produtores de Sementes e Mudas (Apasem) e um dos participantes do evento, Luiz Carlos Miranda, concordou com o posicionamento referido na palestra. “Realmente o que está faltando ao setor produtivo de trigo (produtores, agricultores) é representatividade política. Conseguimos, com instituições de pesquisa, s air de uma produção de uma tonelada de trigo por hectare, para de três a quatro toneladas e meia pelo mesmo hectare. Assim, existe a tecnologia, mas é preciso que o homem do campo mude sua cultura e passe a reivindicar melhores preços nos insumos e políticas de incentivo à produção”, comentou Luiz Miranda. Na avaliação do presidente da Coodetec, Irineu da Costa Rodrigues, a triticultura é importante fonte da agrícola no Brasil e deveria ser mais valorizada. “Infelizmente não vemos prosperar uma política pública adequada para o produto. Essa possibilidade de encontro de pessoas ligadas ao setor certamente vai trazer subsídio e novos conhecimentos para que se possa fortalecer não só as pesquisas, que já são amplamente realizadas, mas a ideia de que é preciso organizar o setor de tal forma que consigamos melhorar as condições agroindustriais como um todo.” A estudante de agronomia da cidade de Marechal Cândido Rondon, Livia Maria Hoeperes, que também assistia a argumentação do ex-ministro, mostrou-se surpresa com as revelações. “Percebi que muitas pesquisas são oprimidas por fatores políticos e econômicos, como foi o caso da jazida de potássio, descoberta no Brasil. Somente com a organização do setor agrícola é que poderemos pressionar por políticas públicas mais adequadas. Nossos agricultores não estão acostumados a se unir e lutar para conseguir melhores preços e condições para o plantio”, afirmou. No primeiro dia de discussão, além da palestra proferida por Reinhold Stephanes, a programação contou com a explanação do engenheiro agrônomo e pós-doutor em Genética, Man Mohan Kohli, sobre a cultura do trigo no Conesul; palestras e painéis referentes a cadeia produtiva de trigo e avaliações de safra, com a participação de relatos, pesquisas e estudos de nove diferentes estados brasileiros. No segundo dia a programação prosseguiu com a apresentação de trabalhos nas subcomissões de Difusão de Tecnologia e Sócio-Economia; Ecologia, Fisiologia e Práticas Culturais; Entomologia; Fitopatologia; Melhoramento, Aptidão Indust rial e Sementes; e Solos e Nutrição Vegetal. Mais informações podem ser acessadas pelo site do evento (www.coodetec.com.br/reuniaotrigo).

Fonte: VS Comunicação e Imprensa
 
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