| 07/02/2012 Manchetes do dia 07/02/2012 |
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DIAS DE CAMPO SERÃO REAPRESENTADOS NA TV COOP A TV COOP tem estado presente nos principais dias de campo das cooperativas de SC. Já cobriu ao vivo o Itaipu Rural Show em Pinhalzinho, O CDC da Cooperja, em Jacinto Machado e nesta semana cobre o CDA-Alfa em Chapecó. Além das transmissões ao vivo das solenidades de abertura com a presença de autoridades e lideranças, também está produzindo reportagens e entrevistas no local dos eventos. Nesta semana começa a reapresentar os programas especiais de cada dia de Campo. Nesta quarta feira dia 8 às 13,00 horas, está programado para apresentação do programa sobre o Itaipu Rural Show. Já na sexta feira dia 10, também às 13 horas está previsto a apresentação especial do Dia de Campo da Cooperja de Jacinto Machado. E na próxima semana deverá reapresentar o programa especial do dia de campo da Cooperalfa. Para assistir novamente e conhecer outras informações dos dias de campo pela TV COOP é só acessar www.fecoagro.coop.br ou www.ocesc.org.br. Fonte: Fecoagro CDA ALFA PRESTIGIADO POR AUTORIDADES E POLÍTICOS O Governador do Estado, Raimundo Colombo, o presidente da Assembleia Legislativa Gerson Merisio, o Prefeito de Chapecó Claudio Caramori, o secretário da Agricultura João Rodrigues, o coordenador executivo da Frencoop Nacional, Odacir Zonta, o presidente da Frencoop de SC deputado Moacir Sopelsa, Deputados estaduais e federais, presidentes da Ocesc e da Fecoagro Marcos Zordan e Luiz Vicente Suzin, o presidente da Aurora Mario Lanznaster, presidentes das cooperativas da região e outras lideranças, prestigiaram ontem de manhã a abertura da 17 ª edição do Campo Demonstrativo Alfa em Chapecó. Nos discursos muitas preocupações com o meio rural, propostas para enfrentar os problemas da estiagem, elogios às iniciativas das cooperativas nos dias de campo, e muita solidariedade ao homem do campo prejudicado pela estiagem. O governador Raimundo Colombo anunciou o atendimento de uma reivindicação do setor rural. O governo do estado vai investir R$ 50 milhões para transformar a atual rede de energia elétrica monofásica existente o meio rural, em trifásica, a fim de facilitar a avançada tecnologia em máquinas e equipamentos existentes no campo que usam energia e reduzir o consumo e os custos para os agricultores. Na solenidade de abertura, foram apresentadas diversas reivindicações da cooperativa que também atenderá o interesse das comunidades em que atua. O Governador do estado ficou de mandar analisar os pleitos em cada setor abordado. O Governador cumprimentou a Aurora e as cooperativas filiadas, que abriram mão de parte dos resultados apurados em 2011, para investir na reativação do frigorífico Aurora de Joaçaba. Os programas e recursos já anunciados pelo governo do estado na área de investimentos para construção de alternativas para enfrentamento definitivo da estiagem nos próximos anos foram reforçados pelos governantes. O dia de Campo da Cooperalfa está amplo, mais completo cheio de novidades e com demonstrações de produtos e equipamentos utilizados pelos agricultores. A promoção da Cooperalfa difere um pouco daqueles das demais cooperativas. Ela preza pela qualificação dos participantes. São organizados grupos de associados, originários de sua área de ação que, são acompanhados pelos técnicos ou líderes da cooperativa para fazer visitas nos estandes e demonstrações de interesse direto dos agricultores. Em cada visita uma mini palestra para que alguém explique aos produtores as vantagens do que está sendo mostrado. A Cooperalfa não trabalha com números expressivos de pessoas, mas sim de interessados diretos pelos assuntos, razão pela qual foram grupos especializados. O dia de Campo da Cooperalfa vai ate quinta feira. Fonte: Fecoagro OCESC: MAIS DINHEIRO PARA AGRICULTURA ALIVIA EFEITOS DA SECA As resoluções 4047, 4048 e 4049 do Conselho Monetário Nacional, criando linhas especiais de crédito e autorizando renegociação de dívidas e a decisão do Banco Central em liberar os depósitos compulsórios dos Bancos, condicionado a ampliação das aplicações em crédito rural, foram elogiadas pelo presidente da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Antônio Zordan. “A seca que assola grande parte do setor agrícola catarinense exige mais recursos para os produtores rurais, muitos dos quais estão replantando as lavouras de milho”, realça o dirigente. Zordan também observou que a fixação dos limites de 10 milhões de reais por cooperativa agropecuária e de 40 mil reais por produtor aliviará a situação crítica criada pela estiagem, desde que haja dinheiro para atender a todos os produtores. Fez um apelo para que a burocracia do sistema bancário não impeça o atendimento às famílias rurais. A resolução CMN 4049 institui linha emergencial de crédito no âmbito do Procap-Agro, em favor de cooperativas de produção agropecuárias cujos associados tiveram perda de renda em função de estiagem na região sul. A dotação de 200 milhões de reais utilizará recursos originalmente destinados à integralização de cotas-partes do capital social de cooperativas, que poderão contratar as suas operações mediante comprovação da frustração de produção junto aos seus cooperados. As cooperativas singulares de produção agropecuária poderão contratar a operação até 30 de dezembro e terão prazo de reembolso de até cinco anos, incluído um de carência. O presidente da Ocesc considera elevada a taxa de juros de 6,75% ao ano, não apenas por se tratar de atividade agrícola, mas, também, em razão de situar-se acima da inflação anual. A resolução 4047 autoriza a renegociação de operações de crédito rural de custeio e investimento no âmbito do Pronaf aos agricultores familiares que tiveram prejuízos em decorrência da estiagem nos estados sulinos. A resolução 4048 autoriza a renegociação de operações de crédito rural de custeio e investimento para produtores rurais que tiveram prejuízos em decorrência da estiagem em alguns municípios dos estados do sul. COMPULSÓRIO A decisão do BC flexibiliza a forma de cumprir o recolhimento obrigatório sobre depósito à vista, cuja alíquota atualmente é de 43%. O principal efeito da medida será a liberação de mais 3 bilhões para o financiamento da safra em curso. A mudança não interfere na recomposição que já estava prevista na alíquota - que, por determinação de norma anterior, já subiria para 44% em julho deste ano e para 45% em julho de 2014. Mas foi permitido que, de hoje até junho de 2013, o valor aplicado em algumas modalidades de crédito rural seja deduzido desse recolhimento. Esses financiamentos continuarão sendo contabilizados no direcionamento obrigatório de depósitos à vista para o crédito à agricultura, que é de 28%. O BC decidiu considerá-los também para efeitos de recolhimento compulsório porque, na avaliação das entidades do agronegócio, serão necessários, este ano, recursos em volume superior à aplicação normativa obrigatória dos Bancos. A circular permite que sejam abatidos do compulsório os depósitos interfinanceiros vinculados ao crédito rural. Também foi permitida a dedução do saldo médio diário dos financiamentos de custeio agrícola da safrinha e da safra do Nordeste, cujas operações forem contratadas entre 1o de janeiro e 30 de junho. O abatimento está limitado a 5% do compulsório. Fonte: MB Comunicação MAXICRÉDITO INCORPORA COOPERATIVA LITORÂNEA A SICOOB MaxiCrédito realizou na semana passada Assembleia Geral Extraordinária conjunta, para a incorporação da CredTec – Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Trabalhadores das Instituições de Ensino da Região Metropolitana de Florianópolis. A decisão unânime dos associados de ambas as instituições, faz com que a MaxiCrédito amplie sua área de ação para a região litorânea - Florianópolis e São José. No mesmo dia, funcionários trabalharam para que nesta quinta-feira os 925 novos associados pudessem operar normalmente suas contas e negócios na MaxiCrédito. Isso também aumenta o seu quadro social para 32725 pessoas. Todo o processo e trâmites legais da incorporação foi realizado por uma comissão mista, formada por funcionários das duas cooperativas e de membros do SICOOB Central de Santa Catarina. O trabalho foi realizado na identificação patrimonial e no inventário das carteiras das instituições, principalmente de crédito, cota-capital e investimentos. Segundo o presidente Elói Frazzon, esse processo de incorporação faz parte do fortalecimento da instituição. “Representa o reconhecimento do desempenho que a cooperativa conseguiu na área de ação original, onde pratica um cooperativismo de crédito de resultado para o associado”, diz Frazzon. Além disso, existe um desafio muito grande em levar o modelo para uma região mais urbanizada. Para o gerente administrativo do Sicoob Central SC, Olavo Lazzarotto, a nova área de ação da cooperativa compreende cerca de 300 mil pessoas economicamente ativas, que representará um grande avanço para o sistema. “Com a incorporação, as cooperativas de crédito buscam novos caminhos”, explica Lazzarotto, “uma vez que a MaxiCrédito tem um grande potencial e crescimento, sendo a maior cooperativa do Estado e está entrando na região litorânea como Livre Admissão”. Com a incorporação o patrimônio líquido da MaxiCrédito ultrapassa os R$ 71 milhões, e soma R$ 344 milhões em ativos. Conforme o gerente administrativo da cooperativa, Gilberto Belatto, o plano de ação para as novas agências, é estar presente em toda a região da Ilha e de São José. “Quando falamos em MaxiCrédito no Oeste, todos se identificam. Vamos fortalecer a instituição na capital também”, afirma. Para o presidente, aos poucos o trabalho da MaxiCrédito será reconhecido também na nova área. “Vamos paulatinamente implantando nosso modelo de gestão, mostrando a cara do sistema da MaxiCrédito, cativando os atuais associados e ampliando com os novos”, finaliza Frazzon. Fonte: Sicoob-Maxicrédito ENTIDADES DE SC QUEREM ALTERAÇÕES FINAIS NO NOVO CÓDIGO AMBIENTAL BRASILEIRO O que era otimismo das classes produtoras se transformou em decepção. Depois de anos de articulações e discussão no Congresso Nacional, a aprovação do Projeto de Lei que trata do novo Código Florestal brasileiro está longe do consenso. O formato final do texto aprovado no Senado no final do ano passado será prejudicial para Santa Catarina – justamente o Estado que deu início a esta revisão da legislação ambiental brasileira. Para evitar que agricultores, produtores e empresas rurais catarinenses sejam prejudicados, as entidades do setor iniciaram uma derradeira mobilização para obterem alterações no texto final que, agora, voltou à Câmara dos Deputados, como determina o regulamento do Congresso Nacional. Agora, a Câmara pode aprovar o projeto na íntegra e então enviar a sansão presidencial, mas também, pode modificar ou suprimir artigos ou parágrafos (ou seja, não concordar com o que o Senado modificou). Dependendo da mudança, o projeto deve voltar ao Senado. A presidente da República pode sancionar ou vetar em parte ou na íntegra. “A versão que está retornando à apreciação da Câmara precisa ser alterada”, enfatiza o vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Santa Catarina (FAESC), Nelton Rogério de Souza. Um dos pontos é a adequação dos dispositivos que tratam da regularização de atividades rurais consolidadas em áreas de preservação permanente. A Faesc – ao lado da Fetaesc, Cooperativas e Sindicatos – entendem que se deve atribuir de modo expresso aos Estados federativos a definição dos locais a serem recompostos com vegetação, levando em consideração as peculiaridades sociais e econômicas de cada região. Dessa forma, devem ser excluídos os dispositivos que contêm limites previamente estipulados no texto atual do projeto de lei para procedimentos de regularização, constantes dos parágrafos do atual artigo 62 (parágrafos 4º e 5º). Além disso, especificamente em relação à figura dos “topos de morro”, postula-se pela retomada da definição proposta no texto aprovado pelo plenário da Câmara dos Deputados, por considerá-lo mais adequado do que a versão contida no texto encaminhado pelo Senado Federal. “O impacto para Santa Catarina da aprovação desses itens do artigo 62 e a questão do topo de morro como foi aprovado pelo Senado causarão a exclusão de produtores do campo e a diminuição de áreas hoje ocupadas com a produção para transformá-las em APPs, principalmente a mata ciliar”, alerta Nelton de Souza. O atual Código Florestal (lei 4.771/65) estabeleceu como áreas de preservação permanente (APPs) as florestas e demais formas de vegetação situadas em diversas posições, inclusive nos topos de morros e margens de rios. Em 20 de março de 2002, a Resolução 303 do CONAMA estabeleceu parâmetros, definições e limites para as APPs nestas áreas. As propostas formuladas por Santa Catarina de alterações no Código Ambiental são racionais e tecnicamente embasadas, realça o vice-presidente da Faesc. As faixas de proteção nas margens dos rios continuam exatamente as mesmas da lei vigente hoje (30 a 500 metros dependendo da largura do rio), mas passam a serem medidas a partir do leito regular e não do leito maior nos períodos de cheia. A exceção é para os rios estreitos com até dez metros de largura, pois o novo texto permitiu para aquelas margens de rio totalmente desmatadas a recomposição de 15 metros. Ou seja, para rios de até 10m de largura onde a APP está preservada continua valendo o limite de 30m; para rios totalmente sem mata ciliar o produtor ainda está obrigado a recompor 15m. Nas APPs de topo de morros, montes e serras com altura mínima de 100 metros e inclinação superior a 25°, o novo código permite a manutenção de culturas de espécies lenhosas (uva, maçã, café) ou de atividades silviculturais, assim como a infraestrutura física associada a elas. Isso vale também para os locais com altitude superior a 1,8 mil metros. De acordo com o texto aprovado, os proprietários que exploram em regime familiar terras de até quatro módulos fiscais poderão manter, para efeito da reserva legal, a área de vegetação nativa existente em 22 de julho de 2008. Na regra geral, o tamanho das reservas legais continua exatamente o mesmo exigido no código em vigor: 80% nas áreas de floresta da Amazônia; 35% nas áreas de Cerrado; 20% em campos gerais e demais regiões do País. Quando indicado pelo Zoneamento Ecológico-Econômico (ZEE) do estado, o Executivo federal poderá reduzir, para fins de regularização das áreas agrícolas consolidadas, a reserva exigida na Amazônia. O Ministério do Meio Ambiente e o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) não precisam mais ser ouvidos, como prevê a lei em vigor. Para definir a área destinada à reserva legal, o proprietário poderá considerar integralmente a área de preservação permanente no cálculo se isso não provocar novo desmatamento, se a APP estiver conservada ou em recuperação e se o imóvel estiver registrado no Cadastro Ambiental Rural (CAR). O texto aprovado exige licenciamento ambiental para exploração de florestas nativas com base em um Plano de Manejo Florestal Sustentável (PMFS) do qual devem constar mecanismos de controle dos cortes, da regeneração e do estoque existente. Estão isentos do PMFS o corte autorizado para uso do solo pela agropecuária, o manejo de florestas plantadas fora da reserva legal e a exploração não comercial realizada pelas pequenas propriedades e agricultores familiares. Fonte: MB Comunicação Fonte: Assessoria de Imprensa |
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