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02 | Abril
Manchete do Dia 02/04/2018
Um ano de aprendizado para não ser lembrado
Publicado em: 02/04/2018

Por Ivan Ramos – diretor executivo da Fecoagro

A Fecoagro realizou na semana que passou a sua Assembleia Geral Ordinária para formalizar a prestação de contas do exercício de 2017. Cito formalizar, uma vez que o sistema de governança adotado pela Fecoagro há muitos anos, possibilita que todos os associados, no caso, as cooperativas filiadas, acompanhem as atividades e os resultados durante o ano inteiro e no final do ano dentro dos prazos legais apenas formalizem a deliberação sobre as contas, números que os representantes das cooperativas conhecem a cada mês.

A particularidade da gestão na Fecoagro é de que todas as associadas, hoje onze cooperativas, sendo 10 singulares e uma central, fazem parte da administração e fiscalização da entidade. Todos os presidentes ou dirigentes das cooperativas filiadas integram a um dos conselhos, de administração ou fiscal, e esses têm se reunido em conjunto sistematicamente, para acompanhar as atividades, e deliberarem sobre as ações estratégicas da Federação.

Na Fecoagro não tem dirigente eleito com dedicação exclusiva. É formada por uma equipe de gestores contratados, que são incumbidos de executar as ações deliberadas pelos conselhos que se reúnem mensalmente para acompanhar o desenrolar das atividades. Por ter número reduzido de associadas, é possível gerir a entidade dessa forma, mesmo que vez por outra tenha que se feito ajustes de comportamentos de alguma cooperativa que naturalmente age em defesa da entidade e não no conjunto das demais filiadas.

O ano de 2017 para a Fecoagro a considerar todas suas atividades foi positivo, em que pese nem todas as ações se conseguiu atingir o planejado. O que não foi possível atingir foi o resultado da Unidade de Fertilizantes. Por ser a maior atividade econômica da Fecoagro, os resultados finais das indústrias de fertilizantes foram negativas, entretanto, as demais atividades fizeram a compensação.

O que se identificou, no entanto, é que as cooperativas associadas e por extensão os agricultores, que são as principais clientes do setor de fertilizantes foram beneficiadas, com oportunidade de preços diretos da Federação e também da regulagem nos preços dos demais fornecedores de fertilizantes. Dessa forma se for analisado com isenção, sem egoísmo pessoal, todos saberão reconhecer que mesmo que o setor de fertilizantes da Fecoagro não tenha oferecido retorno pela primeira vez em 15 anos de sua existência, os benefícios indiretos são palpáveis e podem ser medidos.

Portanto, em termos operacionais do setor não temos muito a comemorar este ano de 2017, a exemplo do que aconteceu com a maioria das empresas do setor, inclusive multinacionais, mas institucionalmente de forma abrangente a Fecoagro mais uma vez contribuiu para que o cooperativismo integrado atingisse resultados no seu conjunto e isso também deve fazer parte das contas de resultados de cada uma.

Os problemas verificados no setor de fertilizantes no ano que passou serviram como lição para que talvez tenhamos que rever nosso comportamento de canalizar os benefícios totais às cooperativas e não reservado nada para a empresa dona da entidade, que são as cooperativas associadas. Elas devem deliberar se o atual modelo deve continuar ou se elas assumirão o ônus e o bônus do sistema, ou se o sistema deve ser revisto de forma operacional na área de processamento de fertilizantes. O que precisa é tomar cuidado para não matar a galinha dos ovos de ouro. Pense nisso.

Inicia a recuperação de preços do leite para o produtor rural
Publicado em: 02/04/2018

Depois de onze meses em queda, os preços praticados pelos Laticínios na compra de leite dos produtores rurais catarinenses começou a reagir. Essa situação foi dimensionada pelo Conselho Paritário Produtor/Indústrias de Leite do Estado de Santa Catarina (Conseleite/SC), que esteve reunido em Joaçaba para definir os valores de referência para o mês de março.

De acordo com projeção do Conselho, o leite entregue em fevereiro para processamento industrial pago em março pelos Laticínios teve aumento de 5,7% o que corresponde a seis centavos/litro nos valores de referência.

Os valores projetados são os seguintes: leite acima do padrão R$ 1,2311/litro; leite padrão R$ 1,0705 e abaixo do padrão R$ 0,9732. Os valores se referem ao leite posto na propriedade com Funrural incluso.

“Finalmente a situação começou a melhorar para o produtor rural”, exultou o vice-presidente do Conseleite e, também, vice-presidente regional da Federação da Agricultura e Pecuária de SC (Faesc) Adelar Maximiliano Zimmer. Salientou que os agropecuaristas viveram onze meses de operação no vermelho e muitos ameaçaram abandonar a produção.

A reação de preço se deve a conjugação de dois fatores. De um lado, a produção caiu em face do desestímulo provocado pelos baixos preços recebidos pelos produtores. De outro lado, houve um aumento no consumo de leite UHT (longa vida) e de leite em pó.

Na avaliação de Zimmer, os preços manterão tendência de alta até julho, em setembro os ganhos serão preservados, mas, em outubro iniciará o movimento de baixa. “Esse é o comportamento sazonal e tradicional do mercado, mas, podem ocorrer mudanças de rumo, como em 2017, quando o viés baixista se manteve em quase todo o período,” expôs o dirigente. “Acredito que estamos começando a superar uma fase na qual nem o produtor rural nem as indústrias estavam ganhando”.

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) espera uma lenta recuperação para recompor os prejuízos dos últimos onze meses. Avalia que somente a retomada do consumo em grande escala e as exportações irão recompor a rentabilidade da cadeia produtiva de lácteos. “Precisamos de um programa de exportação para escoar nossa vasta produção ao mercado externo. Não há outro jeito de prosperar e de superar essas crises cíclicas”, encerra o dirigente.

Fonte: MB Comunicação

Fecoagro faz Assembleia, aprova contas de 2017 e elege nova direção
Publicado em: 02/04/2018

Aconteceu na última semana em Florianópolis a Assembleia Geral Ordinária da Fecoagro. Na oportunidade foi apresentado o relatório da gestão relativo ao ano de 2017, assim como, aprovadas as contas do balanço do exercício. Na mesma reunião foram eleitos os membros dos Conselhos de Administração e Fiscal para o período 2018/2021.

O atual presidente Claudio Post que vinha de um mandato tampão, devido a renuncia de Luiz Vicente Suzin que assumiu a presidência da Ocesc, desta vez foi eleito para o mandato de três anos. Junto com ele o vice-presidente João Carlos Di Domenico e o secretário Romeo Bet, assim como os demais conselheiros de administração e fiscal. Todas as cooperativas associadas à Fecoagro mantém pelo menos um representante em um dos Conselhos da entidade.

A direção executiva da Fecoagro não sofreu alterações, embora essa missão de nomeação não seja definida pela Assembleia Geral e sim pelo Conselho de Administração e que realizou ajustes recentes nos cargos. Em princípio, considerando que houve reeleição, não deverá haver alterações. Ivan Ramos continua sendo o diretor executivo; Janete Barcaro, gerente Administrativo-financeiro; Mauro Schuh, gerente de Comunicação e Marketing; Sergio Giacomelli, gerente Geral das Indústrias de fertilizantes; Jairo Loose, gerente Comercial; Elizete Squena, gerente de Produção; Jairo Sedosvki, gerente da Central de Compras, e Simone Laskoski, Contadora Geral da Fecoagro.

Ao final da Assembleia Claudio Post falou para o repórter Dolmar Frizon, do programa Cooperativismo em Notícia na TV, destacando seus planos frente à administração para esse mandato. Resumiu que deverá dar continuidade ao planejamento até agora executado na Federação, fazendo os ajustes que forem necessários no decorrer do mandato, sempre procurando melhorar a qualidade dos produtos e dos serviços que a Federação presta às cooperativas, objetivando garantir bons resultados aos agricultores associados das cooperativas filiadas à Fecoagro.

Fonte: Fecoagro

CooperJuriti completa 50 anos e homenageia fundadores
Publicado em: 02/04/2018

A CoperJuriti de Massaranduba (SC), dona da reconhecida marca de arroz BURITI, festejou seus 50 anos de bem sucedida trajetória com a Assembleia Geral Ordinária de prestação de contas, homenagens aos fundadores que em 30 de março de 1968 assinaram a ata de criação.

O movimento para formar uma cooperativa de arroz na região de Massaranduba iniciou com a então ACARESC por volta de 1967, quando o extensionista Amantino Dalagnol, gaúcho de Nova Prata (RS) e recém-formado agrônomo, começou a estruturar lideranças agrícolas locais visando a organização sindical da classe. Em seguida, surgiu a ideia da cooperativa, ”mesmo com cinco engenhos particulares locais”, recorda o mentor. “Tivemos muita sorte, pois o então vereador mais votado de Massaranduba e que completava mandato-tampão do prefeito da época, comerciante experiente, Irineu Manke, aceitou o desafio de liderar o primeiro Conselho de Administração da Juriti, que começou a operar contabilmente em 02 de janeiro de 1969, data em que foi contratado, via seleção pública, Silvério Orzechowski, hoje superintendente da cooperativa e que se emociona ao recordar de tudo o que já passou. “Após 50 anos de serviços prestados, sinto muito orgulho de contribuir para o sucesso dessa entidade”, relata Silvério.

O atual presidente da Juriti, Orlando Giovanella – 3º da história da cooperativa -, comemorou bem mais que números, projetados para R$ 160 milhões de faturamento em 2018, margem líquida de 6,04% em 2017, 742 associados, 150 colaboradores diretos e mais 40 terceirizados. Giovanella destaca o impressionante nível de fidelização dos rizicultores associados. Perto de 100% das operações efetivadas com a cooperativa. A cooperativa ainda tem o vasto leque de benefícios aos associados que incluem o pagamento de 40% do valor de medicamentos a todos os integrantes da família (programa que alcança também os funcionários e respectivos familiares), pagamento de 20% do plano de saúde dos sócios, programa de participação nos resultados aos colaboradores, além de ouvidoria com a base social através de núcleos de líderes e, internamente, via Recursos Humanos duas vezes ao ano.

Em 2017, a CooperJuriti recebeu 81 mil ton. de arroz e tem capacidade estática de armazenagem (que está sendo ampliada junto ao complexo de Massaranduba), de 63 mil ton. Os insumos agropecuários, que abastecem atividades como piscicultura, palmáceas, arroz e produção de bananas, ajudam bastante nas receitas da cooperativa.

Francisco Pawlak, diretor Administrativo/Financeiro da Juriti, ressalta os resultados econômicos financeiros, contudo e em especial, “o engajamento das equipes internas às metas estabelecidas, o intenso humanismo nas relações corporativas e sociais e os vários programas de formação”. Pawlak relata que a Juriti está preparando a nova geração de associados com consciência real do que é o sistema associativo e dos compromissos que essa atitude envolve, “tanto que hoje”, completa o diretor, “temos interessados em ingressar no nosso quadro social e, na nossa região, muita gente almeja ser profissional Juriti”.

Para Giovanella, que fechou seu primeiro mandado em 2016 relevando arrojo empreendedor impressionante com a inauguração de moderno complexo administrativo e industrial que consumiu mais de R$ 30 milhões junto à nova sede no trevo de Massaranduba (caminho dos Príncipes, Blumenau – Jaraguá do Sul), pensa que o crescimento deve continuar “sem que tiremos o pé do acelerador e, a cada fim de ano, distribuindo dividendos aos cooperados”. Ele projeta investimentos próximo de R$ 10 milhões em 2019 na unidade de Santo Antonio da Patrulha (RS) para beneficiamento e produção de arroz branco. “Precisamos agregar valor à produção. Se a cooperativa é forte, a família associada fica cada vez mais segura e tranquila”, diz o líder.

Fonte: CooperJuriti

Sicoob MaxiCrédito reúne mais de 22 mil pessoas nas pré-assembleias
Publicado em: 02/04/2018

A cooperativa de crédito Sicoob MaxiCrédito, que tem sede em Chapecó, encerrou as tradicionais pré-assembleias, com o objetivo de informar os associados sobre as ações da cooperativa no último ano e as perspectivas para 2018. No total 22.838 pessoas participaram dos eventos organizados por todos os 72 Pontos de Atendimento, o maior número de participantes já registrado na história da cooperativa. Nesta edição, o Sicoob MaxiCrédito abordou a temática “Vem Cooperar” como forma de demonstrar a proximidade da cooperativa com seu associado.

Dada a abrangência da área em que o Sicoob MaxiCrédito atua nos 46 municípios de Santa Catarina, desde o Oeste, Litoral e Vale do Itajaí, a participação foi surpreendente, reforçando que cooperar é um ato coletivo e enaltecendo a credibilidade da instituição. Para o presidente Ivair Chiella, as pré-assembleias são muito importantes: “este é nosso papel, de estar junto com a comunidade, gerando crescimento econômico e social, proporcionando a inclusão financeira das pessoas e prestando contas, ressaltando nosso trabalho, mas sempre de forma muito transparente, fazendo o verdadeiro cooperativismo”, explica Chiella.

Prova desse trabalho é que o associado atendeu ao pedido da cooperativa para se fazer presente nas pré-assembleias, com destaque para as agências Pioneira, com 1.416 pessoas em um único evento e Grande Efapi, com 1.300 presentes. Na opinião do vice-presidente, Ari José Roman, “isso demonstra a consolidação dos valores e o fortalecimento da nossa instituição, pois a participação da comunidade faz com que a cooperativa cresça, se fortaleça e gere desenvolvimento regional, criando sinergia para novos negócios”, frisa. Roman ainda lembra que realizando estes eventos a MaxiCrédito está colocando em prática o 5º princípio universal do cooperativismo, que trata da formação e informação do quadro social.

A MaxiCrédito encerrou 2017 com um total de 151.853 associados, um aumento de 15% em relação ao ano anterior. Esse crescimento se deve, em grande parte atribuído ao reconhecimento do sistema cooperativista de crédito em todo o País, que tem buscado uma relação financeira mais justa e igualitária com seus associados. Como exemplo dessa confiança depositada na cooperativa, as aplicações financeiras dos cooperados ultrapassaram a linha de R$ 1.206 bilhão em 2017. Também contribuiu com os negócios das regiões, fechando o ano com mais de R$ 1.084 bilhão em operações de crédito, um aumento de 18%. Já o resultado da cooperativa ultrapassou os R$ 42 milhões, um crescimento de 54% em relação ao ano anterior e o maior valor registrado na história da instituição. Esse resultado, após deduzidos os fundos estatutários, será distribuído aos cooperados, proporcionalmente conforme a movimentação de cada um. A Assembleia Geral Ordinária tem data marcada para o dia 13 de abril.

Para o diretor Operacional, Francisco Osmar Souza Leite, o Sicoob MaxiCrédito tem sido um importante fomentador do desenvolvimento sustentável na região, além de gerar novas oportunidades de emprego. “A cooperativa sempre busca o melhor para seus associados, sejam eles pessoas físicas ou empresas, orientando, propondo a melhor linha de crédito ou serviço, e isso tem proporcionado crescimento, com solidez e transparência, de nossa instituição”, finaliza Francisco.

Fonte: Sicoob MaxiCrédito – Assessoria de Comunicação

Fonte: Assessoria Interna
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