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26 | Março
Manchete do Dia 26/03/2018
Cooperativas catarinenses avançaram nos resultados em 2017
Publicado em: 26/03/2018

Ao se aproximar do término do primeiro trimestre do ano, também se encerram os prazos legais para que as cooperativas brasileiras prestem contas aos seus associados, relativamente as suas operações realizadas no ano anterior.

Por lei, todas as cooperativas têm até noventa dias a partir do encerramento do ano para realizar suas assembleias gerais, apresentando o balanço e os relatórios das atividades para serem deliberados pelos seus associados. Para quem convive com o sistema cooperativo a mais de 40 anos, deve se lembrar dos tempos em que se passavam os 90 dias, e ainda assim as cooperativas não conseguiam fechar as contas para apresentar aos seus associados.

O advento da informática, e os investimentos na profissionalização dos colaboradores, especialmente após a criação do Sescoop, as coisas mudaram muito, e hoje, temos cooperativas que em menos de 10 dias após o termino do ano já realizam assembleias e prestam contas e já sabem dos resultados. A cada ano se observa maior agilidade nesse sentido.

O que ainda emperra um pouco são as empresas de auditoria especializadas em cooperativa para analisar os balanços, pois a coincidência de datas e a redução de oferta desse tipo de trabalho pode retardar o encerramento.

Pelos números até agora divulgados, neste ano, apesar da situação econômica do país, os balanços das cooperativas mostram bons resultados. Muitas tiveram redução de seus faturamentos, devido à baixa de preços de alguns produtos que trabalham, mas os resultados se ampliaram. Os números conclusivos estão sendo entabulados pelas Ocesc e na assembleia que realizará em abril deverá publicá-los.

A maior expressão em sobras tem sido nas cooperativas de crédito. São impressionantes os resultados apresentados. O mais importante ainda é que essas cooperativas estão distribuindo aos associados as suas sobras comprovando mais uma vez que cooperativismo é diferente dos demais segmentos econômicos. Distribui riquezas, é democrático, transparente e provoca inclusão social.

Além das vantagens nos negócios, oferece assistência técnica e ainda tem sobras no final de cada exercício. Até mesmo as cooperativas agropecuárias que correm maiores riscos devido as suas diversidades de negócios, também têm oferecido sobras aos agricultores associados e isso tem contribuído para cada vez mais mostrar credibilidade ao movimento.

Também não podemos ignorar que, além das vantagens diretas que as cooperativas oferecem, existem ainda os benefícios indiretos, quer na regulação dos preços, quer na assistência técnica, armazenamento e até nas promoções sociais das famílias dos associados.

Ainda falta em algumas cooperativas e entre associados ser reconhecido que é através da união de todos que se conseguem benefícios para todos, e que atuando em sistema integrado em todos os níveis, os resultados serão bem mais expressivos e atende todos os interesses proporcionalmente, contribuindo para a paz social.

A divulgação das ações e resultados conseguidos pelas cooperativas, não apenas a seus integrantes, mas na sociedade em geral, tem ajudado a reconhecer que se permanecermos unidos, sempre seremos mais fortes. Vale sempre lembrar a frase que costumamos citar: Se andarmos sozinhos, ate poderemos andar mais rápido, mas se andarmos em conjunto vamos mais longe e juntos somos mais fortes. Pense nisso.

Sicredi apresenta linhas de crédito para investimento em tecnologia e inovação na EXPEN 2018
Publicado em: 26/03/2018

A Feira de Soluções Empresarias – Expen 2018 realizada em Chapecó apresentou aspectos cada vez mais presentes no mundo dos negócios. Focada em soluções empresariais, foi a primeira feira do Sul do Brasil a unir multissoluções em serviços, gestão e tecnologia, proporcionando a Chapecó e região oportunidades, tendências e inovações nas mais diversas áreas corporativas.

Aliada a essa crescente, a Sicredi Região da Produção RS/SC demonstrou aos visitantes do evento soluções em créditos que possibilitam facilitar os investimentos empresariais. Com produtos e serviços que cooperam com o crescimento de pessoas físicas e jurídicas, a cooperativa de crédito foi uma das principais instituições financeiras das empresas expositoras.

Entre as modalidades apresentadas foi as linhas de capital de giro e investimento empresarial disponibilizadas por meio de parceria com a Associação Polo Tecnológico do Oeste Catarinense (Deatec), Câmara de Dirigentes Lojistas de Chapecó (CDL), Sindicato do Comércio da Região de Chapecó (Sicom) e Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic).

Dessa forma, os associados destas instituições têm taxas especiais junto ao sistema Sicredi limitadas a alguns valores. Para ter acesso ao crédito, basta o potencial cliente levar até uma das agências da Sicredi Região da Produção RS/SC uma carta de recomendação da entidade da qual é sócio.

Outra solução apresentada foi o Inovacred – linha específica para atender empresas de tecnologia. A iniciativa é resultado de uma recente parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). “A solução conta com carências e representa uma significativa oportunidade para as empresas por oferecer taxas atrativas de juro. A forma de financiamento passa por análise de crédito do BRDE e avaliação interna da Sicredi”, explica o gerente pessoa jurídica Julio Cezar Lessa.

O gerente da agência Empresarial, Anderson Fronza, destaca que um dos diferenciais da instituição financeira são os convênios que possibilitam oferecer taxas atrativas. “Sem dúvida estar presente na Expen 2018 é um momento importante, pois estamos apresentando os produtos e serviços do Sicredi para os visitantes. Dessa forma, fomentamos novos negócios e ampliamos as parcerias” finalizou.

O presidente Saul João Rovadoscki lembra que a cooperativa surgiu com o objetivo de ser um instrumento de organização econômica. “A Sicredi Região da Produção RS/SC cresceu, evoluiu e está consolidada no oeste catarinense. Somos comprometidos com a geração de resultados econômicos e com a melhoria da qualidade de vida dos associados e das comunidades onde estamos inseridos. Não poderíamos ficar fora de um evento que reúne empresas de um dos setores que mais cresce”.

De acordo com pesquisa da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (Acate), o oeste catarinense possui 11% das empresas de tecnologia e é responsável por 8% do faturamento do setor no estado. Trata-se da segunda região que mais cresce em SC, com índice de 9,6%, atrás apenas da região serrana.

O principal objetivo da Expen 2018 é estimular a economia, o empreendedorismo e o aperfeiçoamento das empresas e profissionais, oferecendo soluções completas para todas as etapas de maturação de uma empresa, desde o planejamento de um novo negócio até a gestão e conquista de novos mercados.

Fonte: MB Comunicação

Sicoob Credisc aprova contas em assembleia e aumenta sobras em quase 100 %
Publicado em: 26/03/2018

Em assembleia geral realizada nesta quarta feira em Florianópolis, a cooperativa de credito Sicoob Credisc, aprovou as contas do balanço de 2017, e apresentou sobras operacionais de R$ 4,14 milhões, praticamente o dobro dos valores apurados em 2016.

Pela primeira vez na história da cooperativa, vai distribuir resultados na conta corrente dos associados e não apenas capitalizados. Das sobras operacionais foram deduzidos os fundos estatutários, restando à disposição da assembleia R$2.214 milhões. Desse valor, parte foi destinada ao fundo de expansão e criado uma reserva legal para suportar eventuais necessidades da cooperativa e serão distribuídos aos associados R$ 1 milhão.

A proporção da distribuição aprovada foi proporcional aos juros pagos às aplicações financeiras, a prestação de serviços de consorcio, seguros, cobranças e ao saldo médio em conta corrente, na proporção e 25% para cada atividade.

O Sicoob Credisc é formada por funcionários públicos e agregados associados na incorporação da cooperativa Crediagro e Crediban e se transformou em livre admissão em 2016.

No ano passado ampliou em 16 % o numero de associados, chegando ao final de 2017 com 7.183, já em fevereiro deste ano este número ultrapassou a casa do 7.800 associados. Um dado importante apresentado na assembleia foi de que mais de 95% destes associados são atuantes, isto é, tiveram algum tipo de operação com a cooperativa.

O balanço ainda informa que a cooperativa tem R$ 75,1milhões em depósitos totais, aumento de15% em relação ao ano anterior; R$ 62,9 milhões de operações de credito, crescimento de 26%; R$ 92,6 milhões de ativos financeiros aumento de 18%; R$ 14,1 milhões de patrimônio liquido, aumento de 39% e sobras de R$ 4 milhões, 91% a mais do que 2016.

Segundo anunciou o presidente Edson Fernandes Santos, para este ano a Credisc pretende abrir mais duas agencias na grande Florianopolis. Uma no interior da Ilha e outro no continente. O local está sendo pesquisado. A AGO do Sicoob Credisc também elegeu o novo conselho fiscal para o período 2018 e 2019.

Fonte: Fecoagro

Eles estão voltando
Publicado em: 26/03/2018

José Zeferino Pedrozo – Presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de SC (Faesc) do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC)

A agricultura, na acepção econômica da palavra, é uma atividade que exige especialização e muito conhecimento científico. O Brasil ingressou no Século XXI com uma agricultura moderna, eficiente e sustentável. O setor primário da economia verde-amarela tornou-se a locomotiva do desenvolvimento econômico e, graças a ela, a balança comercial tem se mantido superavitária.

A universidade, a agroindústria e, em especial, o Sistema S investiram fortemente na qualificação profissional dos produtores rurais nas últimas décadas. A família rural foi alvo de muitas ações. A propriedade rural passou a ser tratada como uma empresa orientada por visão empreendedora e gestão profissional. Programas de alta performance do Senar, SEBRAE, Sescoop, Secretaria Estadual da Agricultura via Epagri e Ministérios da Agricultura e da Educação levam ao campo os melhores instrutores e as melhores técnicas, fazendo das lavouras, pradarias, estábulos, aviários, criatórios de suínos a sala de aula para transmissão e aplicação do conhecimento em um dos mais bem-sucedidos sistemas de ensino-aprendizagem.

Nos últimos anos, os treinamentos de curta duração deram lugar a cursos técnicos, tecnólogos e superiores de excelente qualidade, ministrados de forma híbrida, com aulas presenciais e à distância mediante o emprego combinado de tecnologias pedagógicas e comunicacionais.

Um dos efeitos mais notáveis desse grande esforço de qualificação do campo é o retorno dos jovens ao meio rural. Eles saíram de casa em busca de formação profissional e/ou emprego nas ondas do êxodo rural que ameaçavam esvaziar os campos. Por que estão voltando? Porque novas oportunidades surgem no universo rural. De um lado, grandes cadeias produtivas apesar das oscilações do comportamento do mercado mostram-se capazes de gerar receitas de forma relativamente estável e promissora, financiando o bem estar das famílias rurais. É notório que a avicultura e a suinocultura industrial, a bovinocultura de leite e corte grãos, frutas, flores etc. injetam muita riqueza nas respectivas regiões.

De outro lado, as oportunidades surgem em maior profusão no campo. Novas agroindústrias de pequeno, médio e grande portes, empreendimentos de ampliação da base produtiva, oferta de formação profissional direcionados à pecuária e à agrossilvicultura tudo converge para valorizar quem produz e quem deseja trabalhar no vasto arco da agricultura e do agronegócio.

Investimentos sustentados por capitais financeiros nacionais (e muitas vezes das próprias microrregiões) e oferta de trabalho num ambiente de consistente retorno econômico essas são as condições que estão emoldurando o quadro no campo. Renda é tudo. Onde há possibilidade de renda continuada, capaz de sustentar qualidade de vida, haverá agente econômico motivado.

Entre tantas outras, a percepção de que os jovens estão retornando evidencia-se em duas ações de enorme repercussão do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural: o Ateg programa de assistências técnica e gerencial e o curso de formação de técnicos em agronegócio. A maior parte dos candidatos é formada por filhos de produtores rurais e já conta com curso superior. A totalidade deles atua diretamente no campo. Eles estão voltando. E isso é bom para a economia e para o País.

FECOAGRO elege nova direção nesta quarta-feira
Publicado em: 23/03/2018

A FECOAGRO – Federação das Cooperativas Agropecuárias do Estado de Santa Catarina tem sua assembleia geral ordinária agendada para esta quarta-feira, dia 28 pela manhã em Florianópolis. Além da deliberação sobre as contas do exercício de 2017, a federação também vai eleger o novo conselho de administração para o período 2018/2021 e conselho fiscal para mandato 2018/2019. O atual presidente Claudio Post deverá ser reeleito, assim como, Joao Carlos di Domenico, como vice e Romeo Bet para secretário, já que o prazo para registro de chapas já expirou. Os demais cargos de conselheiros de administração e fiscal serão preenchidos por todas as cooperativas filiadas à Feocagro.

O relatório do conselho de administração a ser apresentado mostrará que a Federação planejou produzir em 2017, 340 mil toneladas de fertilizantes, e ultrapassou 350 mil toneladas. Nas suas atividades consolidadas, isto é, matriz, Central de Compras, Misturadora e Granuladora, tinha planejado faturar R$ 248 milhões e não chegou a R$ 239 milhões. Em 2016, realizou faturamento de R$ 180 milhões, portanto, teve crescimento de 22%. No resultado final (sobras) o resultado não foi alcançado, foi planejado um resultado consolidado de R$ 6,7 milhões e atingiu apenas R$ 1,1 milhões. Em 2016, atingiu R$ 5,7 milhões.

A principal razão da redução do resultado foi a variação dos preços dos fertilizantes e do câmbio. Houve queda de preços dos fertilizantes e nem sempre foi possível entregar com preço de compra da matéria prima no exterior, ficando as perdas com as processadoras. Isso pode ter beneficiado as cooperativas e os agricultores.

O maior risco nas variações dos preços e do dólar fica com as empresas processadoras e misturadoras, já que essas ficam expostas ao risco cambial, enquanto que o agricultor e as cooperativas compram em real já com preços fixos. Os altos e baixos no mercado internacional e a volatilidade da taxa do câmbio, comprometem o resultado. Isso aconteceu com todas as empresas de fertilizantes.

A elevação dos custos com a folha de pagamento também contribuiu para a redução das margens. Em 2016 a Fecoagro empregava 210 funcionários. Em 2017 teve uma média de 270 funcionários. O custo em reais cresceu 18%. O relatório da Fecoagro ainda mostra diversas outras atividades desenvolvidas pela federação.

Fonte: Fecoagro

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