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23 | Março
Manchete do Dia 23/03/2018
Assuntos que farão parte do programa Cooperativismo em Notícia deste final de semana pelo Canal Rural, SBT de SC, Record News e TV da Cidade de Joinville
Publicado em: 23/03/2018

OCESC PREPARA DIA DE COOPERAR 2018 – Todos os anos, faça chuva ou faça sol, as cooperativas do Brasil se juntam para levar cidadania às comunidades onde vivem. Chamado de Dia C – ou dia de cooperar – essas entidades tem a missão de difundir o cooperativismo na sua essência, revelando para a sociedade o que fazemos, como fizemos e porque temos esse perfil diferenciado. E no lançamento do DIA C deste ano, em Santa Catarina, SESSENTA E DUAS cooperativas se inscreveram. No Brasil, segundo relatos do próprio SESCOOP, o DIA C reuniu um número fantástico de pessoas em 2017. Foram mais de dois milhões de beneficiados, com MIL E CEM municípios envolvidos, MIL E QUINHENTAS cooperativas participantes e CENTO E VINTE MIL voluntários impactados diretamente. Um fenômeno social que não para de crescer.

A HISTÓRIA DE UM LÍDER – O “senhor cooperativa”, conhecido também por Ivo Vanderlinde, recepcionou os convidados no saguão social do BRDE, para o lançamento da segunda edição do seu livro. A “Saga de um Desbravador” conta a história desse personagem, que nasceu em Braço do Norte, se tornou líder cooperativista em Rio do Sul e de lá expandiu seu conhecimento para todo o Brasil como deputado federal. Filho de uma família de agricultores, ele também assumiu cargos de expressão no cooperativismo catarinense. Ivo Vanderlinde foi presidente da OCESC. Já no Congresso Nacional se tornou um bravo constituinte, como lembram os amigos mais próximos.

PLANO SICREDI PRA SC – O Sistema Sicredi, que possui um conceito muito evoluído dentro do cooperativismo de crédito, tem olhado com uma atenção especial para os estados do sul e também do sudeste. Os investimentos propostos para 2018 vão contemplar, no caso específico de Santa Catarina, a abertura de novas agências de atendimento. No final de 2017 o Sicredi conquistou mais de 183 mil associados, só aqui no estado, representando um crescimento de 10%. Se somar os ativos totais que passaram dos R$ 3 bilhões, o crescimento foi superior aos 35%. Sem contar que o Sicredi se tornou o principal agente privado na concessão de crédito da linha PRONAF.

ENERGIA LIMPA – Um projeto de sustentabilidade que promete revolucionar os conceitos energia elétrica foi inaugurado em Campos Novos. Desenvolvido pela Coopercampos a nova usina fotovoltaica vai gerar boa parte da energia consumida pela cooperativa. Ela deve produzir, em breve, MIL megawatts de potência. São mais de três mil placas solares instaladas. E olha que essa é só a primeira etapa, das cinco previstas, que vão produzir no futuro, CINCO megawatts de energia. A obra foi projetada pela Solbras, empresa que tem em seu portfólio a expertise na construção de usinas solares. Um segmento que até 2024, preveem especialistas, deve ter mais de OITOCENTAS mil usinas funcionando no país.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da FECOAGRO/SC e veiculado pelo Canal Rural nos sábados às 8h30, com reprise nas quintas-feiras às 11h. No SBT/SC a exibição acontece nos domingos às 9h30. Na Record News o programa é veiculado nos sábados às 9h. Já na TV da Cidade de Joinville a exibição é nos domingos às 7h30. E na TVCOOP/SC estamos na grade de programação de sábado e domingo às 13h; de segunda-feira às 13h05 e de terça-feira às 7h10. O programa também fica disponível no site da FECOAGRO/SC: www.fecoagro.coop.br

Parecer inclui cooperativas no mercado de seguros do Brasil
Publicado em: 23/03/2018

​A atuação de cooperativas no mercado de seguros é uma realidade em quase 80 países e beneficia cerca de 915 milhões de pessoas (físicas e jurídicas). Aqui, no Brasil, essa prática está perto de se tornar realidade. É que o relator do Projeto de Lei nº 3139/2015, deputado Vinícius Carvalho (SP), apresentou na Câmara Federal, um texto substitutivo que amplia a possibilidade da oferta de seguros por entes cooperados.

Originalmente, o texto do PL vedava a participação das cooperativas nesse mercado. Cabe, agora, aos integrantes da Comissão Especial, criada especificamente para debater a matéria, apresentar suas contribuições ao texto, o que deve ocorrer nas próximas semanas. Após a deliberação do Colegiado, o projeto será analisado pelo Plenário da Câmara dos Deputados, antes de seguir para o Senado Federal.

A Lei Geral das Cooperativas (Lei nº 5.764/1971) incentiva o cooperativismo brasileiro a atuar em qualquer setor e atividade econômica. Por isso, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representante do setor cooperativista no país, tem participado das discussões sobre o tema na Comissão Especial da Câmara dos Deputados, a fim de subsidiar a regulamentação nacional das cooperativas de seguros, a partir de modelos internacionais bem-sucedidos.

Atualmente, existem mais de cinco mil cooperativas e mutuais focadas em seguros – veículos leves e de carga, vida, funerário – atuando em todo o mundo. A participação delas no mercado global do setor chega a 24%, segundo dados da Federação Internacional do Seguro Cooperativo e Mutual, ligada à Aliança Cooperativa Internacional.

Fonte: OCB

FAESC comemora sete décadas de representação
Publicado em: 23/03/2018

Fundada em 24 de março de 1948 sob a denominação de Federação das Associações Rurais do Estado de Santa Catarina (Faresc), designação que manteve até 1967, a atual Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) foi criada com a finalidade de colaborar no estudo e solução dos problemas relacionados ao setor primário da economia catarinense e articular as ações das Associações Rurais, hoje, Sindicatos Rurais.

Entre os principais objetivos da Faesc destaca-se a defesa política da agricultura e pecuária em face dos desafios, oportunidades e ameaças que surgiram com a globalização da economia.

Entre os compromissos que Faesc cumpre desde sua fundação situam-se: cooperar para a efetivação dos planos indicados pela Confederação Rural Brasileira (hoje, Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil – CNA), pleitear os interesses e direitos da classe rural, estudar e sugerir medidas necessárias ao desenvolvimento agropecuário, orientar e promover a fundação e organização de Sindicatos, promover ou apoiar a realização de congressos e exposições agropecuárias e assistir as classes produtoras em matéria econômica, técnica e jurídica.

Os fundadores da Faresc, atual Faesc, foram José Nicolau Born, representante das associações rurais de Biguaçu, Palhoça, São José e Tijucas; Lauro Fortes Bustamante, representante de Camboriú e Itajaí; Álvaro Miller da Silveira, de Blumenau; Moacir Pedro Lebre Sampaio, de Orleans e Laguna; Walmor Oliveira, representante das associações de Criciúma, Imaruí e Tubarão; Jorge José de Souza, representante de Indaial, Jaraguá do Sul, Porto União, São Francisco do Sul, Joinville, Campo Alegre e Itaiópolis; Jurandir Corrêa Salles, de Lages, São Joaquim e Curitibanos; Afonso Maria Cardoso da Veiga, de Rio do Sul; Moahir Tomé de Oliveira, de Florianópolis; Thiago Vieira de Castro, de Caçador; e Frederico Herondino Leite de Videira.

A primeira diretoria atuou de 1948 a 1950 e foi presidida por Lauro Fortes Bustamante. Em 1950, o médico e produtor rural Clodorico Moreira assumiu a presidência da Federação e ficou no cargo até 1960.

O terceiro presidente foi Roberto Waldyr Schmidt que dirigiu a Federação de 1960 a 1964; o quarto foi Max Hablitzel, de 1964 a 1975; o quinto foi Marcos Wandresen, de 1975 a 1980 e o sexto presidente foi Ivo Tadeu Araújo Bianchini, que permaneceu no cargo de 1980 a 1989. Na sequência assumiu o sétimo presidente, José Zeferino Pedrozo, a quem coube, entre outras missões, implantar em Santa Catarina o SENAR, Serviço Nacional de Aprendizagem Rural. A primeira sede própria intitulada “Casa rural do Estado de Santa Catarina” em Florianópolis, tornou-se realidade a partir de 1955, quando o governador Irineu Bornhausen promulgou a lei n° 1.364, de 31 de outubro de 1955, transmitindo por doação um terreno situado na capital catarinense. A sede própria foi inaugurada em 1956.

No dia 17 de abril de 1967 foi alterado o nome para Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc) e em 19 de janeiro de 1968 o Ministério do Trabalho e Previdência Social conferiu à Faesc sua Carta Sindical.

Atualmente, a instituição congrega 98 Sindicatos ativos filiados os quais – ao lado das ações do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar/SC) – abrangem os 295 municípios e representam 40 mil associados. Presidente da Faesc: Lauro Fortes Bustamante; Clodorico Moreira; Roberto Waldyr Schmidt; Max Hablitze; Marcos Wandresen; Ivo Tadeu Araújo Bianchini; José Zeferino Pedrozo.

Fonte: MB Comunicação

Situação do milho leva deputado Natalino a convocar reunião urgente na Assembleia Legisltativa
Publicado em: 23/03/2018

O presidente da Comissão de Agricultura e Política Rural da Assembleia Legislativa, deputado Natalino Lázare, convocou uma reunião para a próxima quarta-feira, 28, para debater a questão de abastecimentos de milho em SC. Participarão da reunião o secretário de Estado da Agricultura, Airton Spies, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), José Zeferino Pedroso, já confirmados, além de demais instituições envolvidas com a agricultura. O deputado Natalino está alertando que é preciso voltar às atenções para este tema porque mais uma vez o agronegócio catarinense pode ser afetado de forma negativa e ressalta ainda que o setor não pode ser prejudicado.

“Nós temos milho no Brasil, porém o Governo Federal não facilita a entrada do grão em Santa Catarina que nós tanto precisamos. Produzimos apenas a metade da quantidade de milho que consumimos. Os impostos e a distância dificultam a vinda do insumo do Centro-Oeste do país. Temos alternativas que podem solucionar este problema, como trazer o grão da Argentina ou do Paraguai, mas temos empecilhos por parte do poder executivo nacional que impossibilitam a logística em Dionísio Cerqueira e até mesmo no município de Paraíso, no Extremo-Oeste”, afirma o parlamentar.

Outra alternativa, de acordo com Lázare, é aumentar a produção do milho no Estado, investido em tecnologia de ponta, ou seja, produzir mais com a mesma área que já temos, e outra opção é conquistar mais área plantada, que ainda há disponibilidade. O deputado completa destacando que a armazenagem é imprescindível para reter o milho produzido em Santa Catarina e também trazer o grão de fora quando o preço estiver mais barato para estocá-lo aqui para se ter uma garantia.

Fonte: Gabinete Deputado Natalino Lázare

Defensivos garantem ganhos de até 40% na produtividade, diz Andef
Publicado em: 23/03/2018

Os defensivos agrícolas são seguros e auxiliam em até 40% no ganho de produtividade no campo. A afirmação é da Associação Nacional de Defesa Vegetal (Andef), que defendeu os ganhos proporcionados pelos agroquímicos durante o “Agrifutura – Inovação no Agronegócio”, um evento promovido pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento paulista.

De acordo com o gerente-adjunto de Inovação e Sustentabilidade da Andef, Fabio Yoshio, não é possível desconsiderar qualquer tipo de perda na produção, sob pena de gerar insegurança alimentar em um planeta com população crescente: “Se pararmos para pensar, são 40% de toda a comida que poderia ser produzida no mundo, isso em um momento onde todos falamos sobre fome mundial”, ressalta.

“O setor de defensivos agrícolas é um dos mais regulados do mundo e, por isso mesmo, nós desenvolvemos muitos testes que resultam em produtos inovadores. Cada produto para ser lançado passou por 15, 20 anos de pesquisa”, defendeu ele durante o evento realizado no Instituto Biológico (IB).

A Andef apresentou resultados dessas pesquisas e os ganhos que os produtos garantem ao produtor rural, com o objetivo de comprovar que a agricultura e o meio ambiente não são conflitantes. “O Brasil é um dos países que mais conserva área nativa, e utiliza pouca área para a agricultura. Sempre existiu um compromisso com a biodiversidade porque agricultura vive da natureza e é quem a preserva”, sustenta Yoshio.

Para o especialista, “a sociedade, de alguma forma, consegue ver a inovação dentro de um iPhone, dentro do seu carro, que é o meio em que ela vive. Só que algumas inovações você não consegue ver. Se você analisar a inovação que tem em um grão de soja de hoje versus um grão de soja de antes é um enorme salto. Assim é com os defensivos, o produto que existe hoje não se compara ao produto que existia há 30 anos”.

Fonte : Agrolink

Fonte: Assessoria Interna
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