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22 | Março
Manchete do Dia 22/03/2018
Cooperativas cobram do Presidente da República medidas para impulsionar setor
Publicado em: 22/03/2018

O reconhecimento do adequado tratamento tributário ao ato cooperativo, a reforma do PIS/COFINS e a manutenção da desoneração da folha de pagamentos das empresas e cooperativas foram os principais pontos debatidos por representantes das cooperativas brasileiras com o presidente da República, Michel Temer, informou a Organização das Cooperativas Brasileira (OCB). Segundo informações da OCB, a comitiva tratou com o presidente a abertura de novos mercados para a cadeia de aves e suínos da setor cooperativista, e os problemas das barreiras internacionais impostas ao produto made in Brazil, a revitalização do sistema de fiscalização sanitária do Ministério da Agricultura e a revisão de normativos relativos à sanidade agropecuária, com vistas a acelerar o processo de exportação também estiveram na pauta da audiência, ocorrida em Brasília.

O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, defendeu o modelo tributário aplicado ao setor cooperativista, ressaltando a necessidade de se regulamentar o adequado tratamento tributário ao ato cooperativo previsto na Constituição Federal. Sobre a questão do PIS/COFINS, o líder cooperativista fez questão de reforçar que a revisão da legislação não pode prejudicar as exclusões de bases de cálculo já conquistadas nos normativos vigentes.

Fonte: Revista Suinocultura

Cooperativa Juriti de Massaranduba completa 50 anos e promove esta com homenagens
Publicado em: 22/03/2018

Uma das mais tradicionais cooperativas de arroz de SC, a Cooperjuriti, de Massaranduba está completando 50 anos de fundação. Para registrar a data promoverá nesta sexta feira dia 23, extensa programação destinada às associados e a convidados. A programação começa às 16 horas com a realização da assembleia geral ordinária de prestação de contas aos associados. às 18 horas está previsto o corte do bolo de aniversário, seguido de atrações artísticas, homenagens aos fundadores com jantar típico. A abertura a comunidade em geral de Massaranduba será às 22 horas com apresentação do Grupo Espaço Sou Arte e em seguida baile de confraternização com o Grupo os Montanari.

A TV/Coop da Fecoagro e o programa Cooperativismo em Noticia, do Canal Rural, SBT e Record News estará presente cobrindo o evento. Na semana seguinte será veiculado na TV/COOP um programa especial sobre a Cooperjuriti. A transmissão ao vivo da solenidade não foi possível devido à deficiência de sinal de internet no local d a realização do evento.

A constituição da Cooperativa Juriti foi formalizada no dia 30 de março de 1968, com 57 agricultores reunidos em assembleia geral, que foram responsáveis pela montagem da infraestrutura necessária ao funcionamento e desenvolvimento de seus negócios por meio do fornecimento de insumos, assistência técnica, recebimento, beneficiamento, armazenamento e comercialização de arroz produzido pelos seus associados. A compra do engenho de arroz da Cerealista Primo possibilitou a Cooperativa iniciar as atividades industriais no dia 2 de janeiro de 1969.

Essa é parte da história da Juriti que estará contida em um livro que será lançado durante as comemorações do cinquentenário. A Gestora Social e RH, Leila Estrowispi, explica que “a história da Cooperativa Juriti é muito rica e nada melhor do que aproveitar a comemoração dos 50 anos de fundação para reunir os principais fatos em um livro”, diz. O livro é uma homenagem aos sócios-fundadores e a todos os associados e colaboradores que ao longo desse tempo escreveram uma das mais belas páginas do cooperativismo catarinense, como também da história econômica e social de Massaranduba e região. O superintendente, Silvério Orzechowski, por exemplo, acompanha a Cooperativa, como colaborador, desde que iniciou a operação, em 1969. O livro será um dos registros da programação dos 50 anos da Cooperativa de Massaranduba.

Fonte: Fecoagro

Sicredi Aliança presta conta e apura R$ 20 milhões de resultado em 2017
Publicado em: 22/03/2018

A Cooperativa de Credito Sicredi Aliança RS/SC, que tem sede em Marau-RS e área de ação na grande Florianópolis região onde mantem dez agências, fez sua assembleia geral ordinária de núcleo nesta segunda feira na capital e apresentou os resultados apurados no ano de 2017.

A cooperativa registrou sobra operacional de R$ 20 milhões, e apos a dedução dos fundos, devera distribuir entre os seus associados mais de R$ 5 milhões. As sobras serão divididas entre os associados, proporcionalmente às suas participações em cada atividade na cooperativa.

O presidente da Cooperativa, Ivo Miri Brugnera aos apresentar os resultados em Florianópolis disse que o crescimento dos últimos anos foi expressivo e consolidou bons resultados mesmo em um cenário tumultuado da economia brasileira. Credita os bons resultados a estrutura de gestão implementada com foco na eficiência e eficácia dos processos, e na qualificação profissional que geram resultados com qualidade. A Sicredi Aliança, após incorporar a Sicredi Metropolitana de Florianópolis, congrega 42 mil associados, 211 funcionários e atua em 28 municípios do RS e SC. Mantém 23 agências; administra R$ 1,1 bilhão de recursos, e concedeu empréstimos de R$ 419 milhões. Na grande Florianópolis está presente com três agências em Florianópolis (Centro, CDL e Ingleses); São Jose, Palhoça, Santo Amaro da Imperatriz; Antonio Carlos, Biguaçu, Garopaba e Alfredo Wagner.

Em nível nacional o Sistema Sicredi tem 3,7 milhões de associados; 1.565 agências de atendimento; 117 cooperativas singulares; cinco centrais, 22,8 mil funcionários em 21 estados brasileiros. Administra R$ 77,6 bilhões e ativos; R$ 12,7 bilhões de patrimônio líquido R$ 50,2 bilhões de depósitos, R$ 42,6 bilhões de operações de crédito e apresentou um resultado (sobras) em 2017 de R$ 2 bilhões. Está presente em 119 cidades brasileiras.

Fonte: Fecoagro

Elizabete Borba é a primeira mulher eleita para o Conselho de Administração do Sicoob Central SC/RS
Publicado em: 22/03/2018

Elizabete de Fátima Vivian Borba, presidente da Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Militares Estaduais de Santa Catarina (Sicoob Credpom), é a primeira mulher a integrar o Conselho de Administração do Sicoob SC/RS, fundado em 1985. Ela recebe a missão como desafio e honra, pois acredita que “com garra, determinação e muita vontade de trabalhar, posso contribuir para o crescimento do cooperativismo, trabalhando em conjunto para encontrar soluções que beneficiem igualmente os associados e as cooperativas”.

Atuar em meio ao mundo masculino não é novidade para Elizabete, nascida no dia 13 de maio de 1968 em Descanso (SC), numa família com mais três irmãs e seis irmãos. Ingressou aos 19 anos numa corporação majoritariamente masculina, a Polícia Militar de Santa Catarina. “O desafio foi grande, quebrar paradigmas não é fácil, mas sempre fui respeitada como mulher e policial dentro da corporação”. Não foi diferente quando se elegeu pela primeira vez, em 2010, à presidência do Sicoob Credpom. “Como presidente não tenho dificuldades em conduzir a cooperativa, pois procuro tratar todos com igualdade, independente do grau hierárquico”, explicou.

Acredita que as principais virtudes para ocupar cargos de direção são ter boa índole, ética e vontade de trabalhar. Principalmente, “fazer o bem sem olhar a quem”. Na PM aprendeu que, para cobrar alguma coisa, é preciso começar por dar exemplo. “Esse é um aprendizado que acompanha a minha vida”.

Aos 17 anos, Elizabete veio trabalhar em Florianópolis como empregada doméstica na residência de um médico. Em 1987, fez concurso para a Polícia Militar. Eram apenas 24 vagas para 470 candidatas e classificou-se em 11º lugar. Em 1997, foi transferida para Chapecó. Em 2004, além do serviço policial militar, começou a administrar a Clínica de Saúde dos Militares (CliniPOM). Em 2007 entrou para o Conselho de Administração do Sicoob Credpom e em 2010, retornou a Florianópolis, depois de ser eleita presidente da cooperativa – trabalho que exerceu concomitante ao da CliniPOM e da Polícia Militar. Em 2012 passou para a reserva da PM e assumiu a administração da CliniPOM de Chapecó até 2016, quando passou a dedicar-se exclusivamente ao Sicoob Credpom.

O cooperativismo surgiu na vida de Elizabete em 2003, quando integrou um grupo de pessoas interessadas em criar uma cooperativa para os policiais e bombeiros de Chapecó. O Banco Central não autorizou, porque já havia uma cooperativa de militares em Santa Catarina. Em maio de 2006, houve uma primeira negociação com o Sicoob Credpom, no 2º BPM em Chapecó. “A cooperativa prometeu abrir um ponto de atendimento em Chapecó se conseguíssemos 100 sócios. Ultrapassamos a meta e conseguimos 110 cooperados”, disse Elizabete.

Em 2007, entrou para o Conselho de Administração do Sicoob Credpom e em 2010 assumiu a presidência da cooperativa, também como primeira mulher eleita para o cargo. “Me interessei pelo cooperativismo porque amo trabalhar, gosto de desafios e, principalmente, de ajudar pessoas, e o cooperativismo me proporciona isso”, afirmou.

Esta é a terceira gestão à frente da cooperativa, com mandato até 2019. O Sicoob Credpom possui 4.373 cooperados e R$ 49,3 milhões em ativos.

Fonte: Sicoob Central SC/RS – Assessoria de Imprensa

Santa Catarina quer produzir leite tipo exportação
Publicado em: 22/03/2018

Santa Catarina se prepara para exportar leite. Com uma produção que aumenta num ritmo de 6% ao ano, o estado quer agora conquistar o mercado externo. Para que o leite catarinense seja capaz de suprir o mercado internacional, o setor tem grandes desafios, passando pela redução de custos e organização logística da cadeia produtiva.

O leite é a atividade agropecuária que mais cresce em Santa Catarina. Envolvendo 45 mil produtores em todo o estado, a produção girou em torno de 3,4 bilhões de litros em 2017 – um incremento de 8% em relação a ano anterior. A secretária da Agricultura ressalta que em Santa Catarina a produção de leite está concentrada, principalmente, nas pequenas propriedades de agricultores familiares e representa uma importante fonte de renda no meio rural. “O setor leiteiro é um grande destaque de Santa Catarina e vem passando por grandes transformações, com o investimento em pastagens, tecnologias e genética. Ainda temos muitos desafios pela frente e um deles é tornar nosso leite competitivo para exportação”, diz o secretário Airton Spies.

Para que o leite produzido no estado chegue ao mercado internacional há uma série de obstáculos a serem vencidos. Entre eles melhorar a qualidade do leite, principalmente, o teor de sólidos; eliminar doenças do rebanho como a brucelose e tuberculose; aumentar a eficiência da produção e reduzir os custos. Segundo o secretário o leite representa uma grande oportunidade para a agricultura familiar do sul do Brasil e o setor deve se equiparar com os líderes mundiais de produção. “Aqui temos muitas vantagens comparativas que podem ser transformadas em vantagens competitivas. Temos mais sol, mais chuva, solos férteis e um clima favorável para ocorrer fotossíntese e produzir biomassa, que é o alimento básico das vacas durante os doze meses do ano. Além disso, temos ainda a valorosa capacidade de trabalho dos agricultores familiares, que já têm muita tradição e habilidades na lida com os animais”.

O Governo do Estado, através da Secretaria da Agricultura e da Pesca, é um grande parceiro dos produtores rurais catarinenses, desenvolvendo programas que incentivam os investimentos e melhorias na produção. Com o programa Terra-Boa, os agricultores familiares podem adquirir calcário e sementes de milho de alto potencial produtivo para produzir silagem e alimentação para o gado leiteiro. E ainda têm acesso ao Kit Forrageira, que permite implementar um hectare de pastagem com a orientação técnica e o manejo correto. Tudo isso com o apoio financeiro do Governo do estado.

Há ainda linhas de financiamento para aquisição de novilhas em feiras agropecuárias e investimentos em infraestrutura nas propriedades rurais. A sanidade agropecuária é outra preocupação constante. No estado, as fronteira são protegidas para manter o rebanho livre de doenças. Os proprietários que possuem animais acometidos de brucelose ou tuberculose, e que precisam ser abatidos sanitariamente, são indenizados pelo Fundo Estadual de Sanidade Animal.

Fonte: Secretaria de Agricultura de SC

Fonte: Assessoria Interna
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