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21 | Março
Manchete do Dia 21/03/2018
Copercampos qualidade das sementes em 31 municípios de SC e RS
Publicado em: 21/03/2018

A Copercampos, por meio do setor de Desenvolvimento Técnico de Mercado de Sementes, promoveu Tours Técnicos para apresentar e identificar, juntamente com produtores associados e clientes, variedades de soja com maior potencial produtivo nas diferentes microrregiões tanto em Santa Catarina, como no Rio Grande do Sul.

O primeiro Tour aconteceu na comunidade de Bela Vista, em Machadinho, no Rio Grande do Sul, onde mais de 25 produtores visualizaram 14 variedades de soja, além da avaliação de quatro fórmulas de Tratamentos de Sementes Industriais – TSI.

O objetivo do programa e da cooperativa é de possibilitar o conhecimento mais aprofundado aos técnicos e produtores rurais sobre as variedades de soja produzidas pela cooperativa, quanto a adaptação das cultivares em cada microrregião, estando estas variedades de sementes lado a lado às lavouras comerciais dos agricultores associados.

Além de possibilitar conhecimento aos produtores e profissionais da área técnica, avaliações de desenvolvimento das cultivares e de produtividade são realizadas. Segundo o Engenheiro Agrônomo Marcos André Paggi, responsável pelo DTM Copercampos, em Santa Catarina e Rio Grande do Sul, são 31 áreas implantadas em diferentes municípios com variedades de sementes de soja da modalidade ‘Licenciadas’.

Com o trabalho é possível identificar nichos de mercado para cada cultivar de soja, além de principalmente auxiliar os técnicos das filiais no posicionamento e comercialização de novas cultivares.

As variedades de sementes dos campos do DTM são das detentoras Nidera, Monsoy, Brasmax, Syngenta e TMG. O mesmo tour aconteceu em São José do Ouro, e Barracão/RS e em Ituporanga e Agronômica.

Fonte: Copercampos

Santa Catarina tem projeto piloto de inspeção em estabelecimentos de suínos
Publicado em: 21/03/2018

Um projeto-piloto prevê a modernização do Sistema de Inspeção Federal (SIF). A intenção da Embrapa Suínos e Aves e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento é aumentar a eficiência na identificação de riscos de contaminação na carne suína. Frigoríficos de Santa Catarina e Minas Gerais serão os primeiros a testar o novo projeto.

Estão sendo realizados testes-piloto do novo modelo de inspeção, que identifica eventuais riscos de contaminação da carne por microrganismos na suinocultura industrial. O controle é feito nas etapas ante e post morten dos animais. Uma das mudanças em estudo é separar determinadas partes para inspeção em salas específicas.

“Eu gostei muito do que vi. Estamos no início de um processo de mudanças que trará economia para as empresas, mais tranquilidade e mais segurança para o consumidor, não só para o consumidor brasileiro, mas também para o estrangeiro”, disse o ministro da Agricultura Blairo Maggi.

O novo modelo da Embrapa será iniciado também no Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Paraná. A indicação é que o serviço oficial mantenha no post morten um exame na linha, de linfonodos mesentéricos (inflamações no leque membranoso que liga vários órgãos à parede do corpo), com o departamento de inspeção final fazendo as verificações amostrais dos procedimentos e decisões realizados pela agroindústria. Também devem ser realizadas, pelo veterinário oficial, a verificação de processos de higiene e certificação de lotes. “As alterações que estão sendo propostas nos procedimentos estão baseadas em conhecimento científico internacional, comparado com resultados gerados no Brasil”, explicou a auditora fiscal federal agropecuária do Dipoa, Elenita Ruttscheidt Albuquerque.

A primeira fase do projeto se concentrou no levantamento dos dados do Brasil sobre o abate fiscalizado pela inspeção federal. De acordo com a pesquisa da Embrapa Jalusa Kich, foram analisados dados de 100% dos abatedouros com SIF. “Reunimos as informações, analisamos e podemos dizer que conseguimos uma fotografia do abate do SIF”, completou. Os estabelecimentos com SIF representam 86% do abate nacional de suínos, criados em sistema tecnificado, confinado e sob controle veterinário.

Em paralelo, pesquisadores trabalham na avaliação de risco de contaminantes da avicultura, incluindo as análises laboratoriais. A expectativa é estender os testes aos estabelecimentos no próximo ano. Entre os patógenos, a Salmonella será alvo específico de um programa nacional de redução desses micro-organismo, que entrará em vigor para todos os estabelecimentos com Selo de Inspeção Federal (SIF) por meio de instrução normativa do Mapa.

Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de SC

SENAR/SC inaugura dois novos polos do Curso Técnico em Agronegócio no Estado
Publicado em: 21/03/2018

Desde que iniciou em Santa Catarina, há três anos, o Curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), matriculou cerca de 900 alunos em dez polos de apoio presencial espalhados pelo território catarinense. Em março, foram inaugurados dois novos polos no Estado nos municípios de Canoinhas e Araranguá.

Seara, São Joaquim e Fraiburgo também iniciaram turmas. Duzentos alunos começaram o curso que terá duração de dois anos com 80% da carga horária à distância e 20% com encontros nos polos de apoio presenciais.

“Já formamos 209 técnicos em agronegócio em Santa Catarina. Eles atuam em diferentes cadeias produtivas e contribuem consideravelmente para a expansão da agropecuária catarinense. É a formação técnica de qualidade que chega ao campo para tornar nosso Estado cada vez mais uma referência em produção de alimentos”, observa o presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo, que esteve presente na inauguração do polo em Canoinhas.

O superintendente do SENAR/SC Gilmar Antônio Zanluchi participou da inauguração em Araranguá e afirma que ainda em 2018 novos polos de apoio presencial serão abertos em Santa Catarina. “Estamos elaborando levantamentos junto aos Sindicatos Rurais para identificar as demandas de profissionalização rural e, em breve, teremos novidades. A intenção é oportunizar a qualificação gratuita e de qualidade principalmente aos jovens e filhos de produtores rurais. Acreditamos que a educação é um dos principais caminhos para minimizar a evasão no meio rural”, considera.

Também participaram do início das aulas nos cinco polos presenciais os supervisores administrativos do SENAR/SC: Canoinhas (Carine Weiss), Araranguá (Sueli Silveira Rosa), São Joaquim (Stephanye Fanton), Fraiburgo (Diego Machado Visentin) e Seara (Helder Jorge Barbosa). O trabalho do curso nos polos é acompanhado pelos supervisores.

Este é o primeiro curso técnico de nível médio na modalidade à distância oferecida pelo SENAR e executado nos Estados brasileiros pelas Administrações Regionais. A carga horária de 1.230 horas é dividida em quatro semestres. O objetivo é formar profissionais habilitados na aplicação dos procedimentos de gestão e de comercialização do agronegócio, visando os diferentes segmentos e cadeias produtivas da agropecuária brasileira.

A grande vantagem para quem segue o caminho do curso técnico é chegar mais cedo ao mercado de trabalho. No caso do curso Técnico em Agronegócio entra em um mercado que não para de crescer e que, atualmente, é o carro-chefe da economia brasileira.

O mercado, principalmente no meio rural, está totalmente aberto a novos profissionais com conhecimento técnico, um perfil valorizado e ainda em falta no País. O técnico recém-formado poderá trabalhar tanto em propriedades rurais, indústrias, federações e associações, como em empresas de pesquisa e fomento.

Fonte: MB Comunicação

SENAR/SC inaugura dois novos polos do Curso Técnico em Agronegócio no Estado
Publicado em: 21/03/2018

Desde que iniciou em Santa Catarina, há três anos, o Curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec, promovido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC), matriculou cerca de 900 alunos em dez polos de apoio presencial espalhados pelo território catarinense. Em março, foram inaugurados dois novos polos no Estado nos municípios de Canoinhas e Araranguá.

Seara, São Joaquim e Fraiburgo também iniciaram turmas. Duzentos alunos começaram o curso que terá duração de dois anos com 80% da carga horária à distância e 20% com encontros nos polos de apoio presenciais.

“Já formamos 209 técnicos em agronegócio em Santa Catarina. Eles atuam em diferentes cadeias produtivas e contribuem consideravelmente para a expansão da agropecuária catarinense. É a formação técnica de qualidade que chega ao campo para tornar nosso Estado cada vez mais uma referência em produção de alimentos”, observa o presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo, que esteve presente na inauguração do polo em Canoinhas.

O superintendente do SENAR/SC Gilmar Antônio Zanluchi participou da inauguração em Araranguá e afirma que ainda em 2018 novos polos de apoio presencial serão abertos em Santa Catarina. “Estamos elaborando levantamentos junto aos Sindicatos Rurais para identificar as demandas de profissionalização rural e, em breve, teremos novidades. A intenção é oportunizar a qualificação gratuita e de qualidade principalmente aos jovens e filhos de produtores rurais. Acreditamos que a educação é um dos principais caminhos para minimizar a evasão no meio rural”, considera.

Também participaram do início das aulas nos cinco polos presenciais os supervisores administrativos do SENAR/SC: Canoinhas (Carine Weiss), Araranguá (Sueli Silveira Rosa), São Joaquim (Stephanye Fanton), Fraiburgo (Diego Machado Visentin) e Seara (Helder Jorge Barbosa). O trabalho do curso nos polos é acompanhado pelos supervisores.

Este é o primeiro curso técnico de nível médio na modalidade à distância oferecida pelo SENAR e executado nos Estados brasileiros pelas Administrações Regionais. A carga horária de 1.230 horas é dividida em quatro semestres. O objetivo é formar profissionais habilitados na aplicação dos procedimentos de gestão e de comercialização do agronegócio, visando os diferentes segmentos e cadeias produtivas da agropecuária brasileira.

A grande vantagem para quem segue o caminho do curso técnico é chegar mais cedo ao mercado de trabalho. No caso do curso Técnico em Agronegócio entra em um mercado que não para de crescer e que, atualmente, é o carro-chefe da economia brasileira.

O mercado, principalmente no meio rural, está totalmente aberto a novos profissionais com conhecimento técnico, um perfil valorizado e ainda em falta no País. O técnico recém-formado poderá trabalhar tanto em propriedades rurais, indústrias, federações e associações, como em empresas de pesquisa e fomento.

Fonte: MB Comunicaç

ABPA divulga nota sobre suspensão e embarques da BRF para a União Europeia
Publicado em: 21/03/2018

A Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), que representa a avicultura e a suinocultura do País emitiu nota a respeito do episodio da suspensão das exportações de aves da BRF para o mercado europeu. A entidade diz que confia em uma efetiva e imediata solução, por meio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para a retomada das exportações. A ABPA lembra que o setor produtivo gera 4,1 milhões de empregos diretos e indiretos para o País. Somente na BRF, são mais de 100 mil empregos diretos. A avicultura também protagoniza uma das mais relevantes contribuições para o saldo positivo da balança comercial – superando US$ 7 bilhões em divisas.

Por tais razões, o Governo Brasileiro precisa e deve esclarecer rapidamente a questão. O país não pode ceder às ameaças que colocam em risco milhares de empregos e as empresas do nosso setor. Somos parceiros de longa data da União Europeia, para onde exportamos mais de 5 milhões de toneladas de carne de frango apenas nos últimos 10 anos. Nunca houve qualquer registro de problemas de saúde pública relacionados à carne brasileira. Não há, portanto, motivos concretos para impor embargos a qualquer empresa de nosso setor, especialmente tratando de fatos passados e que já foram corrigidos, disse a Associação.

Vale ainda esclarecer: toda a questão em torno deste tema decorre de divergências sobre critérios de classificação de produtos exportados no que tange à Salmonella spp que, em termos práticos, não traz risco à saúde pública.

Por fim, vale lembrar que o Brasil é o maior exportador de carne de frango do mundo. Ao longo de quatro décadas, embarcamos mais de 60 milhões de toneladas de carne de frango, em mais de 2,4 milhões de contêineres para 203 países. O primeiro contêiner, inclusive, foi enviado pela Sadia, marca da BRF. Ao longo de sua história, a avicultura brasileira construiu uma trajetória sólida pautada pela preservação de seu status sanitário e da qualidade de seus produtos. Nada mudou, concluiu a ABPA.

Fonte: ABPA- Associação Brasileira de Proteína Animal

Fonte: Assessoria Interna
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