Notícias
20 | Março
Manchete do dia 20/03/2018
Coolacer aprova contas e elege nova direção
Publicado em: 20/03/2018

A Cooperativa dos Suinocultores de Lacerdópolis – Coolacer realizou assembleia geral e aprovou as contas do exercício de 2017. Na mesma oportunidade foi eleita a nova direção da Cooperativa, tendo sido alternada em função do presidente por exigências estatutária que determina rotatividade podendo permanecer no máximo duas gestões. Ademir Proner sai da presidência e fica na primeira vice, assumindo o comando o associado Ademir Lazzarini. Os demais eleitos foram: 1º Vice Presidente: Ademir Proner; 2º Vice Presidente: Claudio Da Cas; 1º Secretário: Claudino Zaccaron; 2º Secretário: Fidelis Mantovani. Conselheiros de administração: Osmar Da Cas, Adriano Ercídio Borsoi e Ailton Prando.

Na prestação de contas do ano de 2017, Admir Proner mostrou que embora tivesse redução de faturamento, aumentou as sobras da cooperativa. Em 2016 faturou R$ 77 milhões e em 2017, ficou em R$ 71,9 milhões. As sobras de 2016 foram de R$ 3,78 milhões contra R$ 5,47 milhos de 2017. Foram capitalizados na conta dos associados R$ 1,92 milhões do resultado de 2017. A Coolacer, embora seja a menor cooperativa do grupo Fecoagro e da Aurora em numero de associados e faturamento, tem mostrado eficiência nas suas atividades, sendo a mais fiel participante nas operações com o sistema de integração e intercooperação. No encerramento do exercício de 2017, a Coolacer registrou patrimônio liquido de R$ 30,9 milhões; capital integralizado de R$ 6,18 milhões e imobilizado de R$ 7, milhões.

Fonte: Fecoagro

Secretaria da Agricultura se manifesta sobre suspensão das exportações de carne de frango da BRF para União Europeia
Publicado em: 20/03/2018

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento anunciou a suspensão temporária dos embarques de carne de frango da BRF para a União Europeia. Em Santa Catarina são três plantas impedidas de vender o produto para o bloco europeu, localizadas nos municípios de Concórdia, Chapecó e Capinzal.

A medida é preventiva e temporária e foi estabelecida pelo próprio Brasil enquanto presta esclarecimentos sobre as denúncias da terceira fase da Operação Carne Fraca. Segundo a BRF, os produtos já alocados na União Europeia ou produzidos e embarcados antes de 16 de março podem ser comercializados e utilizados sem restrições.

Nesta semana, técnicos do Ministério da Agricultura irão até Bruxelas para reunião com autoridades sanitárias da União Europeia. A expectativa é de que após o encontro, a medida seja reavaliada.

O bloco europeu é um importante mercado para avicultura catarinense e respondeu por 15,2% das exportações de carne de frango em 2017. No último ano, 147,8 mil toneladas do produto foram destinadas aos países da UE, gerando um faturamento de US$ 364,9 milhões.

O secretário de Estado da Agricultura e da Pesca, Airton Spies, ressalta que a medida preventiva é válida apenas para os frigoríficos da BRF e exclusivamente para os produtos com destino à União Europeia, não comprometendo outras empresas e mercados. “O impacto deve ser pequeno já que a União Europeia representa 10% das exportações de carne de frango do país e as exportações seguem normalmente para outros mercados importantes. Além disso, esperamos reverter essa situação o mais rápido possível”, disse Spies.

O Governo de Santa Catarina apoia o esforço do Ministério da Agricultura em fiscalizar e sanear os problemas encontrados no setor, visando preservar a imagem do produto brasileiro no mercado global.

Em Santa Catarina, Governo do Estado, iniciativa privada e produtores rurais trabalham em conjunto para manter a sanidade e a qualidade dos produtos de origem animal. O status sanitário catarinense é reconhecido internacionalmente pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) e as carnes produzidas no estado são comercializadas nos mercados mais exigentes do mundo. “A carne de frango catarinense disponível no mercado é garantida em sua qualidade por um rigoroso controle sanitário e, portanto, pode ser consumida com toda confiança”, afirma Airton Spies.

Santa Catarina é o segundo maior produtor de aves do Brasil, com 2,1 milhões de toneladas produzidas em 2017. Boa parte deste total é destinada ao mercado externo. Hoje, o estado exporta 46,2% de sua produção, que chega a 120 países ao redor do mundo. Os principais mercados da carne de frango catarinense são: Japão, Países Baixos (Holanda e Bélgica), China, Arábia Saudita e Reino Unido.

A avicultura tem o maior Valor Bruto da Produção Agropecuária catarinense, com um faturamento de R$ 6,2 bilhões em 2017.

Fonte : Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca

Cooper 74 anos de história e conquistas
Publicado em: 20/03/2018

A Cooper (Cooperativa de Produção e Abastecimento do Vale do Itajaí) comemorou, 74 anos de fundação. Uma trajetória marcada por conquistas construídas com a participação de cooperados, clientes, colaboradores, fornecedores e parceiros.

A cooperativa é hoje uma das maiores arrecadadoras de ICMS (quando comparada com a categoria supermercados) nas cidades onde está inserida. Em 2017, a Cooper contabilizou mais de 195 mil cooperados, 2.620 colaboradores, conta com 14 lojas, 12 farmácias, um restaurante, administração, padaria central e centro de distribuição.

Promove diversos programas de relacionamento com a comunidade como o Cooper Pratic, Cooper Sustentável, Cooper Ação e o Cooper Agro. Além disso, um dos grandes diferenciais da Cooper é a distribuição do Retorno das Sobras, que é a participação dos cooperados no resultado da cooperativa. Todos os anos, os lucros, que são chamados de Sobras, retornam para os cooperados, que podem fazer novas compras nas filiais.

“A Cooper permanece com a essência cooperativista e ainda conseguimos manter um crescimento sustentável como empresa e um relacionamento especial com a comunidade. Só temos o que comemorar!”, afirma Hercílio Schmitt, presidente do Conselho de Administração da Cooper.

Fonte: Sistema Ocesc/Sescoop/SC

Associados prestigiam assembleia 2018 da Sicredi região da produção em Xanxerê
Publicado em: 20/03/2018

Com o objetivo de fortalecer cada vez mais o relacionamento com seus associados, a cooperativa de crédito Sicredi Região da Produção RS/SC realizou, em Xanxerê, mais uma assembleia de núcleos. Com a participação de 300 pessoas, a assembleia apresentou um balanço dos resultados alcançados pela agência em 2017 e também abordou o planejamento de ações para 2018, ano em que a Sicredi comemora 35 anos.

Gerente da agência há sete anos, Claudio Tissoti relata que os dados apresentados na assembleia refletem um crescimento progressivo que a cooperativa vem tendo no município nos últimos cinco anos, e que tende a ser cada vez mais acentuado. Em 2017, somamos 3.658 associados em Xanxerê que, juntos, movimentaram R$ 32,4 milhões em depósitos totais e R$ 23 milhões em operações de crédito na agência. Foi um ano de grandes desafios e esperávamos muitas dificuldades – no entanto, conseguimos nos superar nos resultados com um crescimento considerável de associados, recursos e na carteira de crédito”.

Para 2018, o presidente da cooperativa, Saul João Rovadoscki relata que estão programadas ações especiais em comemoração aos 35 anos da Sicredi Região da Produção RS/SC. Entre elas, programas de aperfeiçoamento e formação internos, expansão da cooperativa por meio da área de atuação, eventos comemorativos relacionados ao aniversário. A Sicredi Região da Produção RS/SC encerrou 2017 com 53,9 mil associados e um montante de R$ 1,07 bilhões de ativos administrados e R$ 477 milhões em operações de crédito.
Fonte: Sicredi Região da Produção RS/SC

A situação dos agricultores americanos
Publicado em: 19/03/2018

Por Ivan Ramos

Nós brasileiros temos o habito de utilizar os exemplos americanos para demonstrar melhor qualidade, maior valorização, melhores referências positivas no padrão de vida e na economia. Na área agrícola, as comparações são ainda mais expressivas. Quando se quer mostrar nível top em produtividade, segurança na atividade, preços e tecnologia em máquinas e equipamentos, geralmente citamos o exemplo americano. É natural que pensemos e agimos assim, porque a final, um país tido exemplo em democracia, liberalidade econômica e qualidade de vida, e controlador de mais de 50 por cento da economia mundial, sempre servirá como referência para outros países que estão em desenvolvimento, que tenham os mesmos princípios em qualquer atividade.

Os americanos, entretanto, não servem sempre como referencias positivas. Lá também existe corrupção, cartéis, monopólios e políticos com idoneidade discutível. Mas ainda assim o mundo inteiro reconhece os americanos como a potencia exemplar. Nas entrelinhas, entretanto, existem situações que merecem reflexão. Em manifestação de Dan Kowalski, chefe de pesquisas do CoBank, um dos maiores credores do setor agrícola dos EUA, relata a situação dos agricultores americanos atualmente não é tão positiva como se alardeia mundo afora.

Relata a queda de preços dos grãos pela metade, com consequências na renda dos produtores. Nos últimos quatro anos muitos agricultores nos Estados Unidos estão tendo que recorrer a empregos fora da propriedade para poder manter suas famílias. Um produtor com 242 hectares no oeste de Wisconsin, que mantém cultivo de grãos e de pecuária, está prestando serviços em outras propriedades para poder manter a sua família e tem trabalhado de 12 a 16 horas por dia, porque a renda familiar não está sendo suficiente.

O agricultor de 50 anos de idade tem cultivo próprio e presta serviços a terceiros e ainda a esposa trabalha na cidade como assistente de um médico, para poder manter a família de cinco filhos. E reclama de que muitas vezes não pode assistir aos jogos de futebol dos filhos na escola, não pode tirar férias, por falta de renda.

O relato do representante do CoBank ainda destacada que em média 82% da renda das famílias rurais americanas deve vir de outros empregos neste ano. Segundo dados do USDA, antigamente isso já existia, mas representava menos de 50 por cento. O USDA anunciou que o lucro liquido do setor agropecuário nos Estados Unidos em 2018 terá o menor nível da ultima década, registrando queda de 6,7% comparando com o ano passado. Esse deve ser apenas um exemplo do retrato do agricultor americano. E olha que lá a infraestrutura para produção e escoamento dos produtos agropecuários é considerada como exemplar. Ademais, em embora não haja incentivo com credito rural diferenciado nas instituições financeiras, os juros nos financiamentos agrícolas são infinitamente inferiores àqueles praticados aqui no Brasil e vez por outra o governo americano introduz politicas de incentivo para estimular ou desestimular alguma cultura, dependendo do comportamento da produção a fim de não aviltar os preços e garantir rentabilidade na atividade.

Se analisarmos a situação do agronegócio no Brasil logo entenderemos porque nossos produtores convivem permanentemente com problemas de endividamento e falta de renda. Além da falta de uma politica agrícola duradoura, pois em cada ano é uma situação diferente, praticamos juros exorbitantes, acima daquele reconhecido no mercado por parte do governo brasileiro. Hoje é juro do credito rural é maior do que a Selic, que e a taxa referencia do Governo e que está em menos de sete por cento, enquanto que o juro para o credito rural tem sido superior, justamente em uma atividade que tem assegurado os melhores índices para economia brasileira. Segundo anunciou o Ministro Blairo Maggi em Concordia, já está sendo estruturado o novo plano safra para 2018/2019 e o Ministério está defendendo menor taxa, mas adiantou que quem decide é a Fazenda e não Agricultura. Enquanto o Ministério da Agricultura não tiver força para decidir os assuntos de sua área, certamente ficaremos a reboque da política da macro economia do Governo Federal. Cada vez mais se confirma o slongan de que o Ministério da Agricultura é o local ideal para sepultar políticos que assumem a Pasta. É só analisar o fim dos políticos que por lá passaram. Estamos num ano eleitoral e talvez surjam candidatos com outra visão da agropecuária brasileira e dê outra prioridade ao setor. Mas quem vai elegê-los somos nós, portanto, analisemos bem e votemos conscientemente, porque depois não adianta lamentar. Pense nisso.

Fonte: Assessoria Interna
Mais notícias
Cooperativa Agropecuaria Videirense

Avenida Dom Pedro II, 789
Caixa postal 127 - Videira Santa Catarina
Cep: 89560-000