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15 | Março
Manchete do dia 15/03/2018
SC terá a 1ª compartimentação da avicultura de corte do Brasil e do Mundo
Publicado em: 15/03/2018

A avicultura industrial brasileira, considerada uma das mais avançadas do mundo, cumpre este ano mais uma importante etapa no aperfeiçoamento dos controles sanitários: a adoção da compartimentalização. A Associação Catarinense de Avicultura (ACAV) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverão solenidade de certificação da unidade catarinense da Seara Alimentos localizada em Itapiranga (SC) como a primeira unidade produtora de frangos de corte do Brasil e do Mundo certificada com a compartimentação.

A solenidade de certificação – com a presença do ministro Blairo Maggi, da Agricultura e entidades do agronegócio – ocorrerá no próximo dia 26 deste mês de março (uma segunda-feira), às 10 horas da manhã, na sede da Federação das Indústrias no Estado de Santa Catarina (FIESC), no bairro Itacorubi, em Florianópolis.

O presidente da ACAV José Antônio Ribas Júnior assinala que “este é um importantíssimo avanço para a avicultura catarinense e brasileira. Quem acompanhou de perto este tema sabe o valor institucional desta conquista para o setor produtivo e para o Estado.”

As primeiras certificações de compartimentação no mundo estão sendo concedidas para a unidades de frango de corte (da Seara Alimentos, de Itapiranga/SC) e de genética de ovos (da Hy Line, de Nova Granada/SP).

A compartimentação é um programa que consiste, basicamente, na estruturação da produção em compartimentos, que mapeiam e isolam plantas e estruturas de granjas. Com este modelo produtivo, a reação a eventos epidemiológicos será mais rápida e de mais fácil controle, reduzindo os impactos econômicos gerados e dando maior segurança sanitária à cadeia produtiva. Ao mesmo tempo, por estar isolado, o sistema compartimentado proporciona melhores garantias de continuidade das vendas internacionais em caso de eventualidades sanitárias.

Ribas lembra que esforços nessa direção já estavam sendo feitos nos últimos anos com a regionalização da avicultura brasileira, em atendimento a diretrizes do Código Zoosanitário da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), estabelecida como medida para reduzir o impacto sobre a produção avícola diante da possível ocorrência de um foco de doenças da antiga lista A (Influenza Aviária, Newcastle).

O presidente da ACAV destaca que adoção da compartimentalização representa um avanço ainda maior no sistema de proteção da cadeia industrial da avicultura brasileira, já considerada uma das mais avançadas do mundo.

A ACAV participa, desde 2004, da estruturação do programa de regionalização da avicultura brasileira por Estado. A regionalização tem como objetivos principais reduzir a vulnerabilidade da produção avícola regional, criar condições para que um eventual foco de doença da antiga lista A se circunscreva à região onde ocorreu, preservando a avicultura de outros Estados da Federação.

Também visa dar garantias aos países importadores, assegurando que o risco é insignificante para as importações de produtos avícolas brasileiros de regiões não afetadas. Outra ação dos órgãos representativos do setor seria a de procurar que os serviços sanitários dos países importadores aceitem essas garantias, permitindo importações com origem em áreas livres.

ACAV defende a compartimentalização com objetivo de melhorar o controle para não disseminar as doenças em caso de um foco e, em caso de registro de doenças, manter as exportações de Estados não afetados.

“Os Estados têm capacidade para assumirem mecanismos eficazes no controle de doenças”, observa Ribas Júnior, lembrando que todos estão comprometidos com um programa de prevenção e controle: governo, empresas avícolas e criadores. Regiões de alta produção de aves, como o Oeste de Santa Catarina, devem adotar a compartimentalização.

Fonte: MB Comunicação

Serenidade para punir e reconstruir
Publicado em: 15/03/2018

José Zeferino Pedrozo – Presidente Faesc/Senar/SC

As regras existem por razões de segurança, disciplina, igualdade de oportunidade, balizamento das relações sociais e econômicas etc. Elas são as fiadoras da convivência. Transgredir as regras traz consequências de toda a ordem e, em especial, a penalização prevista no ordenamento jurídico, ou na cultura, ou nos usos e costumes. A indústria brasileira de alimentos é fortemente regulamentada e segue diretrizes internacionais com o escopo de proteger a saúde pública com a oferta de produtos de qualidade.

As eventuais irregularidades que venham a ocorrer neste setor devem ser punidas, reprimidas e corrigidas com a aplicação das sanções legais e a inevitável repulsa da opinião pública. Nesse aspecto, somos necessariamente favoráveis aos desideratos da operação Carne Fraca (e sua derivada operação Trapaça) da Polícia Federal porque ela está orientada pelo interesse público.

Chamo a atenção para o fato que, nesse vasto setor, emerge a indústria de processamento de carnes que tem, em Santa Catarina, alguns dos maiores expoentes do planeta. Graças ao trabalho dos produtores rurais, das empresas, do governo, dos centros de pesquisa e das universidades construímos a mais avançada cadeia mundial da indústria de produtos cárneos. A avicultura e a suinocultura praticadas em território catarinense se espraiaram por outras regiões produtivas e fizeram do Brasil um paradigma de qualidade e inovação.

É imensa – e geralmente incompreensível para os leigos e o público em geral – a complexidade da operação dessas cadeias produtivas, pois envolvem questões sanitárias, genéticas, operacionais, microbiológicas, ambientais, de engenharia, de gestão comercial etc. As aves e suínos que criamos hoje resultam de 150 anos de aperfeiçoamento e interação genética, nutricional e ambiental. Tudo é ciência, tudo é conhecimento. Não há lugar para o amadorismo ou improvisação.

Emoldurada nesse cenário, a recente operação da Polícia Federal envolvendo a BRF (Brasil Foods) é entristecedora. Digo isso na condição de produtor rural e de representante do setor primário. Trata-se de uma das maiores empresas do mundo, dona de um patrimônio construído por décadas pela exitosa experiência das empresas Sadia e Perdigão que se fundiram sob a marca BRF. Porém, precisamos ter em mente que a operação localizou procedimentos isolados que precisam ser investigados e punidos.

A tristeza que me toma resulta do fato que a BRF também foi construída pelo esforço dos produtores rurais que, no campo, asseguraram a melhor matéria-prima para o processamento de alimentos confiáveis que são consumidos por mais de 120 países. Tenho certeza de que a empresa vai se recuperar e voltar a orgulhar todos nós, como nos orgulha a Cooperativa Central Aurora Alimentos que tive a honra em presidir e outras empresas do setor. Contudo, precisamos criar mecanismos para que isso não se repita jamais. A sociedade e todos os elos da cadeia produtiva da carne – incluídos os criadores de aves e suínos – perdem e perderão com a crise que se instalou: alguns mercados se fecharão, outros barganharão preços, haverá excesso de oferta, preços médios despencarão…

O momento pede serenidade. Invoco a lembrança dos pioneiros da agro industrialização Atílio Fontana, Saul Brandalise, Aury Bodanese e Plínio de Nês, entre outros. É hora de exigir apuração e punição, mas, também, de perceber a dimensão econômica e histórica dessas admiráveis organizações econômicas (a cadeia da carne emprega mais de 200 mil pessoas), geram mais de 15 bilhões de dólares em exportação e, portanto, não podem ser destruídas em razão do insano comportamento de alguns.

Fonte: Assessoria

SESCOOP/SC visita o Tocantins
Publicado em: 15/03/2018

Em viagem técnica, liderados pelo presidente do Sistema OCESC, Luiz Vicente Suzin, técnicos do SESCOOP/SC visitaram, nesta terça-feira 13, a Unidade Estadual da OCB/SESCOOP no Tocantins. Receberam a delegação de Santa Catarina o Presidente Ricardo Benedito Khouri, a Superintendente Maria Jose Andrade Leão de Oliveira e funcionários da área jurídica e das áreas finalistas do SESCOOP/SC. O dia foi marcado por apresentação institucional da Unidade e reuniões das áreas técnicas. O Tocantins é um Estado com pouco mais de 277 mil km², com uma população de 1,5 milhão de habitantes e possui 38 cooperativas dos mais diversos ramos. Tem na agricultura o seu ponto forte. Há muitas oportunidades para o desenvolvimento do Estado, especialmente na área industrial. O Presidente Suzin ressaltou a importância da visita para avaliar os processos da Unidade catarinense e para a integração com as demais unidades. “A troca de experiências entre a diversas áreas se estendeu até a metade da tarde e foi muito produtiva”, finaliza.

Fonte: Ocesc

Sicoob Maxicrédito tem público recorde em pré-assembleia
Publicado em: 15/03/2018

A agência do Sicoob MaxiCrédito do Bairro Efapi, em Chapecó, reuniu mais de 1.300 pessoas na pré-assembleia deste ano. O evento foi realizado no Salão Comunitário e teve o maior público registrado na história da cooperativa em uma única reunião. A apresentação dos números, ações e projetos da instituição ficou por conta do Presidente, Ivair Chiella.

Neste ano, a Sicoob MaxiCrédito trouxe como temática a mensagem “Vem Cooperar” como forma de demonstrar a proximidade da cooperativa com seu associado. Para o Presidente Chiella, as pré-assembleias são um importante momento de contato com o cooperado: “a MaxiCrédito sempre atuou de forma transparente e, por isso, vamos mais uma vez apresentar para a comunidade onde ela está inserida seus principais números, resultado de 2017, bem como seus produtos, serviços e de como a cooperativa pode ser uma grande aliada do desenvolvimento local”, ressalta Chiella.

A Sicoob MaxiCrédito encerrou 2017 com mais de 151 mil associados que são atendidos em 72 agências, distribuídas em 46 municípios da área de ação. O resultado da cooperativa ultrapassou os R$ 42 milhões, que serão distribuídos aos cooperados após aprovação da assembleia geral, proporcionalmente conforme a movimentação de cada um. Nas aplicações fechou o ano com um total de R$ 1.206 bilhão, além de contribuir com os negócios da região com mais de R$ 1.084 bilhão em operações de crédito.

O associado delegado, Francisco Sedosvki, um dos mais antigos cooperados da MaxiCrédito destaca que o cooperativismo sempre foi importante para nossa sociedade, gerando novas oportunidades para o associado e empregos na região. Ele acredita que estes são motivos que fazem a instituição crescer cada dia mais. “É uma cooperativa, honesta, justa, que mostra os resultados com transparência. Então isso faz com que as pessoas se associem e participem”, finaliza.

Fonte: Sicoob MaxiCrédito

Deputado Colatto pede apoio aos suinocultores
Publicado em: 15/03/2018

O Deputado Valdir Colatto quer empenho do Governo para garantir exportação, prorrogação de financiamentos e melhores preços para o milho. Diversas preocupações com o setor suinícola brasileiro foram tema de uma reunião no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, em Brasília. O deputado federal Valdir Colatto (SC), juntamente com membros da Frente Parlamentar da Suinocultura, cobrou do secretário de Política Agrícola, Neri Geller, providências para que a cadeia não seja ainda mais prejudicada.

Três temas nortearam as reivindicações: o embargo russo à carne suína brasileira, a cotação da saca de milho e o endividamento dos produtores. Para Colatto, é fundamental que o Governo se empenhe em buscar mercados para exportar a produção e viabilize crédito para financiamento da produção. “É preciso também, garantir que sejam construídos novos armazéns para estocagem dos grãos”, complementou o deputado catarinense.

O setor iniciou o ano diante de um embargo russo à carne suína brasileira, principal destino do produto, representando 38% de nossas exportações no último ano. O fechamento deste mercado influencia diretamente nos preços do suíno no mercado interno, uma vez que o excesso de oferta pressiona os preços para patamares que na última semana chegaram a R$ 2,80 por kilo em Santa Catarina e no Paraná, e a R$ 2,55 no Mato Grosso.

Contribuindo para este cenário de prejuízos ao produtor, está o aumento na cotação da saca de milho diante da quebra de safra de grãos na Argentina, estiagem em regiões do Rio Grande do Sul e aumento das exportações.

O deputado federal Valdir Colatto destacou ainda que é preciso garantir o cumprimento das regras estabelecidas no Manual de Crédito Rural (MCR) que tratam da prorrogação automática das dívidas dos produtores, contraídas após a grande crise que afetou o setor em 2016. “As parcelas destes custeios já venceram ou vencem nos próximos meses e se torna urgente a prorrogação ou renovação automática para 2020. Não podemos permitir que mais suinocultores deixem a atividade por falência”, concluiu.

Fonte: Gabinete Deputado Valdir Colatto

Fonte: Assessoria Interna
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