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12 | Março
Manchete do dia 12/03/2018
Conselho de Administração da OCESC aprova contas e define data da Assembleia Geral de 2018
Publicado em: 12/03/2018

Os membros do Conselho de Administração da Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) se reuniram na manhã de quarta-feira, 28 de fevereiro. Na pauta, dentre outros assuntos de interesse do sistema cooperativo catarinense, constou a aprovação do balanço de 2017 e do orçamento de 2018. Ambos serão submetidos à apreciação dos presentes na Assembleia Geral Ordinária (AGO), que será realizada dia 27 de abril, em local ainda a ser definido.

“As contas da OCESC foram aprovadas por unanimidade pelos conselheiros”. Durante a AGO, faremos uma apresentação geral dos números e das ações realizadas pela OCESC durante o ano passado. Foi um Suzin, presidente da OCESC.

Fonte: Ocesc

Comissão de Agricultura da assembleia reúne lideranças para discutir o agronegócio
Publicado em: 12/03/2018

O deputado Natalino Lázare presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, reuniu os deputados integrantes da Comissão, juntamente com lideranças do setor do agronegócio, para discutir assuntos relacionados ao setor. Estava previsto na pauta a comercialização das carnes, o problema da tributação de ICMS nas vendas de suínos interestaduais e o abastecimento de milho em SC.

Tendo em vista ao grave problema provocado pelas investigações da Carne Fraca, que atingiu em cheio mercado das carnes, o assunto dominou as discussões na reunião.

As manifestações dos apresentes foram unânimes em afirmar que mais uma vez houve exagero na divulgação do problema e isso está provocando consequências na comercialização das carnes catarinenses, no país e no exterior.

As lideranças manifestaram preocupações com a forma que vem sendo anunciados essas investigações, com foco midiáticos, sem analisar as consequências e os prejuízos que isso provoca no mercado, especialmente porque os fatos já eram de domínio dos investigadores, e não é prejudiciais à saúde publica. A preocupação é de que mais uma vez sobre para o agricultor catarinense resultados desses procedimentos.

“Sou favorável às investigações e confio no trabalho das autoridades policiais. Os fatos precisam ser esclarecidos, quem errou deve ser punido. Porém, é preciso cautela para que os produtores, os empregados, os empresários, os diretores, enfim, todos os que fazem parte do agronegócio, que são, em sua esmagadora maioria pessoas sérias e comprometidas, não paguem a conta pela má-conduta de uns poucos envolvidos neste contexto”, afirma o deputado Natalino Lázare.

Natalino Lázare fez um apelo para que todo esse processo tenha uma resolução e o mais rápido possível que a sociedade tenha acesso às informações para preservarmos e proteger este modelo do agronegócio catarinense que é referencia para o Brasil. “Precisamos tratar esse assunto com muita responsabilidade. Conversei esta semana com diversos líderes do setor e todos têm essa preocupação: a falta de esclarecimentos e pouca celeridade nas investigações podem afetar desde o pequeno produtor rural até as indústrias idôneas que são responsáveis pelas exportações do Estado”.

O parlamentar ressalta que é lamentável a maneira tímida de manifestações sobre este assunto por parte de autoridades políticas no âmbito nacional.

Fonte: Fecoagro

José Zeferino Pedrozo recebe título de Cidadão Benemérito de Campos Novos
Publicado em: 12/03/2018

O presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) e do Conselho de Administração do SENAR/SC e vice-presidente de finanças da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) José Zeferino Pedrozo recebeu o título de Cidadão Benemérito do Poder Legislativo Municipal de Campos Novos, seu município de nascença. A homenagem foi uma indicação do vereador do Partido Progressista (PP) Adavilson Teles .

O título de Cidadão Benemérito é concedido a um cidadão do município digno de honras e que merece reconhecimento e aplausos por serviços importantes ou procedimentos notáveis prestados à sociedade. Natural de Campos Novos (SC), Pedrozo, 76 anos, graduou-se em Administração de Empresas pela Fundação Universitária do Oeste Catarinense (FUOC). Ascendendo à condição de uma das maiores lideranças do agronegócio do Sul, presidiu a Cooperativa Central Aurora Alimentos e o Conselho de Administração do Sebrae/SC. É vice-presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA). Também dirigiu o influente Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados de SC (Sindicarne).

Nos primórdios de sua vida comunitária, dirigiu a Cooperativa do Rio do Peixe-Coperio e o Sindicato Rural de Joaçaba. Na década de 1980/90, cedeu à convocação das cooperativas e elegeu-se deputado estadual por duas legislaturas. Pedrozo é uma das poucas personalidades brasileiras que recebeu a comenda Mérito Avícola Nacional Lauriston Von Schmidt, concedida pela União Brasileira de Avicultura (UBA) e a Medalha Anita Garibaldi, concedida pelo Governo do Estado de Santa Catarina.

No comando do SENAR/SC, fez com que a capacitação profissional dos agentes econômicos, em Santa Catarina, se tornasse um dos fatores determinantes para o desenvolvimento do setor primário da economia barriga-verde. Nos últimos anos, especialmente depois do surgimento do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, cresceu exponencialmente a oferta de treinamentos para a clientela do campo, formada pelo produtor rural, família rural e empresário rural. Somente no ano passado, o SENAR/SC atendeu 156 mil produtores rurais em ações de formação profissional rural e de promoção social.

Fonte: MB Comunicação

Ministro da Agricultura ressalta potencial do agronegócio catarinense
Publicado em: 12/03/2018

O governador Eduardo Pinho Moreira e lideranças do agronegócio da região Oeste se encontraram com o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Blairo Maggi, na última quinta-feira em Chapecó. Maggi esteve em Santa Catarina para acompanhar, o projeto de modernização de procedimentos de fiscalização e controle de abate na BRF e conferir o trabalho da Embrapa Suínos e Aves, em Concórdia.

“Santa Catarina é um dos principais estados do agronegócio, principalmente na transformação da proteína vegetal em proteína animal. O estado tem muita atenção por parte do Governo Federal, pois é daqui que sai boa parte da nossa balança comercial. SC faz a sua parte”, afirmou o ministro, justificando por que é tão importante acompanhar o trabalho feito no estado.

O governador lembrou que muito do sucesso de Santa Catarina deve-se a seu status sanitário como zona livre de peste suína clássica e de febre aftosa sem vacinação. Estas certificações internacionais garantem a excelência sanitária do rebanho catarinense e demonstram o rigor ao qual os produtos catarinenses são submetidos. Reforçou a importância da visita do ministro no estado, especialmente após a Operação Trapaça, um desdobramento da Operação Carne Fraca. O governador ressalta que, no estado, apenas uma indústria que produz ração e um laboratório estão sob investigação, sem comprometer os frigoríficos da BRF que atuam com carne de frango. “O ministro tem tido muita agilidade nas questões que são vitais para a economia catarinense. A sua presença aqui neste momento mostra isso. Ele fez contato antecipadamente com as embaixadas dos países importadores, de forma que a operação não tenha interferência no agronegócio catarinense e dos demais estados”, explicou.

Maggi não acredita que haja prejuízo por conta da operação. “Ela teve um foco específico e um momento específico, e estamos dando as respostas para o mercado mundial e países que são nossos compradores. Nós nos antecipamos aos fatos e mandamos as mensagens devidas. Até agora não temos nenhum sinal que a situação ficará ruim”, explicou. O Ministério da Agricultura reforça que não há motivos para preocupação ao consumir carne de frango. Ela não oferece riscos à saúde, desde que conservada e preparada de forma adequada. Entre os presentes no encontro, estavam o presidente e vice-presidente da Aurora Alimentos, Mário Lanznaster e Neivor Canton, respectivamente, e o presidente da Cooperalfa, Romeo Bet.

Fonte: Governo de SC

Mais um golpe contra o agronegócio
Publicado em: 12/03/2018

Por Ivan Ramos – diretor executivo da Fecoagro

A história se repete: vira e mexe e o setor agropecuário é atingido por ações que afetam a atividade. Quando não é o clima, são os preços, quando não são preços é o clima, são ações pontuais que atingem o global. Na semana que passou mais uma vez o agronegócio foi atingido por problemas que quer queiramos, quer não, vai afetar a toda a cadeia de carnes. O episódio da BRF, sem dúvida se tornou o assunto da semana, que até mesmo entre pessoas dos meios urbanos, pouco informadas com o sistema de produção, tem sido assunto para discussões em diversas rodas.

Os consumidores de carnes, pelo temor de estar comprando frango com salmonela; os órgãos de controle porque podem ter sido considerados negligentes; as agroindústrias porque pode haver interpretação generalizada do problema; e os produtores rurais porque temem que sobre pra eles o resultado da retração dos mercados internos e externos. Não deixam de ter razão. Afinal, se já estava ruim escoar a produção de carnes no país e no exterior, com mais essa “bomba”, os importadores terão maior restrição nas compras e os consumidores no Brasil temerosos com a doença.

Embora o assunto tenha sido tratado como casos pontuais, há que se reconhecer que muita gente será atingida. Precisamos separar o joio do trigo. Não se pode afirmar que todos os frigoríficos têm problemas, que todas as empresas são desonestas e que todos os laboratórios e fiscais federais são delituosos.

Se tiver que penalizar os infratores que se faça, mas não se pode atribuir o problema a todos, e nem penalizar uma grande empresa, que emprega muita gente, que reúne milhares de integrados, que gera números expressivos para nossa economia; que é muito importante para o estado de SC e para o país. Pessoas erram e essas são as que têm que pagar por eventuais ações de gestores.

O que se teme é que agora, a concorrência internacional se aproveite da situação para denigrir a imagem dos produtos brasileiros para tomar alguma fatia do mercado de carnes, tão difíceis de serem conquistados.

Se houver retração de mercado certamente haverá redução de abates, e, por conseguinte redução dos preços não apenas dos frangos, mas também dos suínos. Aliás, mesmo que não seja por isso, mas nessa semana houve redução nos preços dos suínos em nível de produtor. Justamente no momento em que o milho e a soja, principais grãos da alimentação animal estão em alta.

E mais uma vez lá vai o agricultor pagar a conta. O caso da BRF, embora não seja novo, pois se trata da terceira fase da famigerada “Carne Fraca”, é um caso para ser tratados com o devido rigor. Não se pode antecipar julgamentos, já que as prisões realizadas e os fechamentos de fábricas foram para realização de investigação, portanto, ainda sem julgamento final. Deve ter algo de errado, mas há necessidade de cautela nas acusações e divulgações, pois se não se confirmarem na extensão que a mídia está dando, tende muito mais a prejudicar no contexto geral, do que ajudar a esclarecer e punir infratores. Fiscalização e controles são importantes e necessários, especialmente quando se trata de produtos alimentícios, mas que se penalize quem errou e não se atribua isso a todos os atores do processo agroindustrial. Senão, muitos inocentes poderão ter que pagar pelos pecadores. Pense nisso.

Fonte: Assessoria Interna
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