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02 | Março
Manchete do dia 02/03/2018
Cooperalfa cresce 5,53% em 2017
Publicado em: 01/03/2018

A Cooperativa Alfa de Chapecó registrou crescimento de 5,53% em 2017. Ficou abaixo da meta inicial estabelecida em planejamento, porém, “o resultado é muito bom se considerado o difícil período econômico atravessado pelo país no ano passado”, avaliou o presidente Romeo Bet.

Com receita total de R$ 2.794 bilhões, a Cooperalfa aprovou seu balanço patrimonial em assembleia realizada nesta semana na Associação Atlética e Recreativa Alfa em Chapecó.

As sobras do exercício foram de 4,4% sobre a receita líquida, percentual muito parecido com 2016 (4,3%). “Considerando a queda dos preços dos cereais e de algumas mercadorias de consumo, e inflação oficial de 2,95%, tivemos um 2017 com bons resultados”, avaliou o presidente Romeo Bet.

Será distribuído aos sócios R$ 14,7 milhões em cota-capital, sendo que o montante dessa modalidade contabilizado no respectivo exercício em nome dos cooperados foi de R$ 46 milhões, “uma valorização de 26% contra apenas 3,88% de rendimento da poupança em 2017”, comparou o presidente.

O 1º vice-presidente da Alfa, agrônomo Cládis Jorge Furlanetto, registrou que a distribuição futura da cota aos associados (que têm ou terão direito), soma atualmente R$ 223.776,231,00, caracterizando efetiva distribuição de renda e melhoria da qualidade de vida da base agrícola cooperada.

Da receita total da Alfa em 2017, 29,8% (R$ 831,4 milhões) vieram dos industrializados; 19,3% provenientes da pecuária (ou R$ 540,5 milhões); 15,7% (R$ 437,4 milhões) foram gerados pelos insumos agrícolas. Mais R$ 427,3 milhões, que representam 15,3% do faturamento da Alfa em 2017, foram alimentados pelas áreas de consumo (ferragens e materiais de construção, combustíveis e rede Superalfa); 14,1% da produção agrícola, o que representa R$ 394 milhões e 5,8% (R$ 162,92 milhões) dos insumos pecuários e demais entradas. O gerente de controladoria da Cooperalfa, Gilberto Fontana, explicou que os tributos gerados em 2017 totalizaram R$ 165,5 milhões (5,92% da receita total), contra 5,6 % de 2016, um aumento real de impostos de 5,7% no ano.

A Cooperalfa recebeu em 2017, 8.470.481 sacas de soja, 10,94% a mais que 2016; trigo ficou estável, com 2.266,385 sacas no ano passado. O destaque ficou com o milho recebido, que saltou de 6.668.887 sacas em 2016, para 11.567.367 sacas em 2017 (+ 73,4%). A indústria de trigo processou 111.274 ton. (queda de 10,63% sobre 2016); a fábrica de derivados soja aumentou em 16,10% o processamento no ano passado (244.043 ton.); já a indústria Nutrisoja saltou de 75.272 ton. a 121.170 ton. em 2017, um aumento de 60,97%. Cresceu em 46,5% a fabricação do milho extrusado (de 6.599 ton. no ano anterior para 9.669 ton.). As quatro fábricas das rações Nutrialfa registraram aumento de processamento de 15,54% (de 323.363 ton. para 373.633 ton. no ano findo em 31.12.2017). A marca Semealfa preparou via Tratamento Industrial (TSI), 445.655 sacas de sementes de feijão, soja e trigo em 2017, aumento de 22,87% sobre 2016.

O volume de matrizes suínas passou de 42.313 para 58.096 em 2017 (+ 37,3%). Com destino a Aurora Alimentos, a Cooperalfa remeteu em 2017, 92,99 milhões de cabeças de aves (contra 85,01 milhões em 2016, aumento de 9,38%); mais 994 mil cabeças de suínos (contra 846 mil cabeças em 2016, um acréscimo de 17,48%), além de 122,21 milhões de litros de leite, aumento de 26,85% (96,34 milhões de litros em 2016). “Esse último índice foi fortemente impulsionado pela entrada da Alfa no RS”, disse o 2º vice-presidente, Edilamar Wons.

Conforme a área comercial da Alfa, o volume de fertilizantes comercializados em 2017 foi de 168.057 toneladas (-1,87% sobre 2016) e a movimentação de corretivos subiu 4,39% (43.268 ton. em 2017). Em defensivos agrícolas como fungicidas, inseticidas e outros foram comercializadas pela Alfa em 2017, 2.709.000 litros, ligeira queda em relação a 2016. Essa motivação negativa se deve, especialmente, pela diminuição de áreas plantadas com milho, que foram substituídas pela cultura da soja.

A rede Superalfa vendeu R$ 321 milhões em 2017 contra R$ 303,4 milhões no ano anterior (aumento de 5,8%); ferragens e materiais de construções, de R$ 31.512, para R$ 34.822 em 2017 (acréscimo de 10,5%) e a venda de combustíveis, que em 2016 foi de 19,4 milhões de litros, caiu 2,77% em 2017 (18,8 milhões de litros).

Fonte: Julmir Cecon, jornalista, assessor de imprensa Alfa

Brasil tomará liderança dos EUA na exportação de milho em 5 anos
Publicado em: 01/03/2018

O Brasil pode eclipsar os Estados Unidos como o maior exportador de milho dentro de cinco anos, dando fim a décadas de domínio norte-americano do mercado de um dos alimentos básicos do mundo. Produtores dos EUA, que por gerações se orgulham de estar no celeiro do mundo, agora sofrem com os preços dos grãos e infraestrutura envelhecida. Os esforços de Washington para renegociar acordos comerciais também podem afetar as exportações.

Ao mesmo tempo, o Brasil está colhendo os benefícios de seu investimento massivo em infraestrutura para exportação. Em 2012/13, o país sul-americano ultrapassou os EUA como maior exportador de soja. Três anos depois, a Rússia desbancou os EUA do primeiro lugar na exportação de trigo.

“Se você olhar cinco, dez anos adiante, o Brasil vai competir com os EUA para ser o primeiro exportador de milho do mundo”, disse Michael Cordonnier, presidente da consultoria Soybean and Corn Advisor.

“Eles têm terra: centenas de milhões de hectares que podem ser voltados para a produção; eles têm o clima; eles têm o know-how. Do ponto de vista agronômico, não há limites a vista”.

Bilhões de dólares investidos nos portos do Brasil, principalmente no Norte, encerraram anos de atrasos crônicos na exportação, tornando o envio mais barato, impulsionando compras de consumidores como a China.

Além de soja, o Brasil também é o maior fornecedor de carne bovina, de frango, açúcar, café e suco de laranja.

O Brasil está aquém dos EUA em infraestrutura rodoviária, mas melhorias graduais são esperadas na área. Os fazendeiros norte-americanos enfrentam seus próprios desafios.

Um bloqueio no sistema de barragens nos rios do Meio-Oeste feriu a reputação dos EUA como fornecedor de grãos mais confiável do mundo.

O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) projeta que as exportações de milho dos EUA vão diminuir em 6,2 milhões de toneladas, volume avaliado em aproximadamente 1 bilhão de dólares, no atual ano comercial.

Enquanto isso espera-se que as exportações de milho do Brasil aumentem em 1 milhão de toneladas ante o ano anterior, acelerando a ascensão do Brasil no setor.

Fonte: Reuters

Cooperja apresenta resultado superior a R$ 14 milhões
Publicado em: 01/03/2018

A Cooperativa Agropecuária de Jacinto Machado (Cooperja) realizou sua Assembleia Geral Ordinária, com a presença de mais de 500 associados, familiares e colaboradores. Na ocasião foram aprovadas as contas da cooperativa do exercício encerrado em 31/12/2017. Também foram eleitos e empossados os membros do Conselho Fiscal e dos membros do Comitê Educativo.

Em 2017, o faturamento da Cooperativa foi de mais de R$ 490 milhões, resultado este superior em relação ao ano anterior. As sobras somaram o montante de mais de R$ 14 milhões. Deste valor, quase R$ 10 milhões foram capitalizados na conta capital de cada associados, proporcionalmente às suas operações na cooperativa. O novo Conselho Fiscal eleito ficou composto por Agostinho Magnus Scheffer, Altemir da Silva Bitencourt, Sérgio Luiz Duzioni, Ozeias Adão Pereira, Ademir Niehues e Claudionor S. Bozzelo.

O presidente da Cooperja, Vanir Zanatta, falou ainda sobre arroz, as unidades de negócio da cooperativa, organizações e federações parceiras, previsões já realizadas e a concretização ou não das mesmas. Falou também sobre a gratidão às famílias dos fundadores da cooperativa, que iniciaram e continuam acreditando na Cooperja. “Queremos em 2018 continuar crescendo, em faturamento e resultados, mas também em amizades e em relacionamentos, pois a felicidade, não depende só de dinheiro. Cooperja 50 anos, juntos somos mais fortes”, garantiu Zanatta.

Entre os objetivos planejados para a Cooperja em 2018, estão: aumento do faturamento; mudanças, construções e aberturas de filiais e comercialização de novos produtos agrícolas. O gerente da cooperativa, Carlos Wilk, falou sobre o mercado de arroz, recebimento e estoque da cooperativa, exportações, falta de competitividade em relação aos países do Mercosul e ferramentas de proteção para garantir preço mínimo para o produto do rizicultor.

Fonte: Cooperja

Aquicultores querem atividade ligada integralmente ao Mapa
Publicado em: 01/03/2018

Os aquicultores brasileiros estão reivindicando que o setor volte a ser regulado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Em audiência com o ministro Blairo Maggi o presidente da Peixe BR (Associação Brasileira de Piscicultura), Francisco Medeiros, argumentou com o fato de que a aquicultura é uma atividade do agronegócio que produz commodities, sendo que todas as questões de licenciamento, produção e processamento já são disciplinadas pelo Mapa.

Acompanhado de outros representantes da entidade, Medeiros pediu ao ministro apoio à reivindicação do setor. Eles alegam que estão sendo prejudicados por falta de uma política mais especifica para os produtores de peixe em cativeiro. Essa produção envolve uma cadeia que inclui fábricas de ração, medicamentos e frigoríficos, todos fiscalizados e cadastrados junto à Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Mapa. O presidente da Peixe BR lembrou que a única atividade fora do Mapa é o licenciamento de cessão de águas para produção de peixes.

Em documento entregue ao ministro Blairo Maggi, os aquicultores apontam que somente no período em que esteve no Mapa foram liberadas mais de 120 mil toneladas para a produção em áreas aquícolas de processos que estavam tramitando, correspondendo a 80% do total liberado desde 2009, quando foi criado o Ministério da Pesca.

No ano passado, foram produzidas no Brasil mais de 700 mil toneladas de peixe em cativeiro, sendo mais de 50% de tilápia, que é também o mais exportado. O setor vem crescendo cerca de 15% ao ano, mas, de acordo com a Peixe BR, poderia crescer 25%. O ministro disse que apoia a reivindicação dos produtores.

Fonte: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa)

Copercampos faz doação de veículo à Polícia Militar de Campos Novos
Publicado em: 01/03/2018

A Copercampos fez entrega de um veículo Fiat Mobi 0 km para a 3ª Companhia da Polícia Militar de Campos Novos. A doação do veículo busca atender as necessidades operacionais da instituição.

A cerimônia de entrega do automóvel contou com a presença do diretor presidente Luiz Carlos Chiocca, do vice-presidente Cláudio Hartmann, do gerente agroindustrial Lúcio Marsal Rosa de Almeida, dos conselheiros fiscais Jair Socolowski e Leonir Severo, do Comandante do 26º Batalhão da PM, Major Valdeci Oliveira da Silva, do Comandante da 3ª Cia da PM de Campo Novos, Capitão Rodrigo Pedroso, dos vereadores Dirceu Kaiper e Rodrigo Pedroso, membros da comunidade e imprensa.

Durante o ato oficial de entrega, o presidente da Copercampos Luiz Carlos Chiocca reconheceu mais uma vez o trabalho prestado pelos policiais militares em toda a região. Chiocca afirmou que a doação busca atender as necessidades desta instituição que presta “honrosos serviços à comunidade”. “Sentimo-nos muito seguros em Campos Novos pela atuação dos militares que prestam serviços em nossa cidade. Em nome da Copercampos, queremos agradecer ao trabalho desta instituição e ressaltar nosso compromisso em estar auxiliando a Polícia Militar no que for de nosso alcance, para que os policiais possam desempenhar suas atividades. Nós temos um grande apreço pela instituição da Polícia Militar e pelos policiais que se dedicam pela segurança de toda a comunidade”, ressaltou Chiocca.

O veículo Fiat Mobi, será utilizado em todas as atividades operacionais, informou o Comandante a 3ª Cia, Capitão Rodrigo Pedroso. “Faremos a plotagem deste automóvel que estará sendo utilizado para todas as atividades operacionais da PM de Campos Novos. Tivemos sempre uma histórica dificuldade por busca por efetivo, mas graças a Deus e ao comando geral fomos beneficiados por um número expressivo de policiais militares ao final do ano de 2017 e em conversa com o presidente Chiocca repassamos esta preocupação com a falta de viaturas e o presidente nos ofereceu um veículo zero quilômetro. Aceitamos a doação e mais uma vez agradecemos de todo o coração em nome da instituição e dos policiais militares que farão uso deste veículo à Copercampos, o presidente Chiocca, e este automóvel será utilizado para serviços operacionais, administrativo, auxílio do Proerd, patrulhamento rural, auxílio para operações, enfim, em todas as atividades da Polícia Militar”, informou Pedroso.

O Comandante do 26º Batalhão da PM, Major Valdeci Oliveira da Silva, em seu pronunciamento destacou a contribuição da iniciativa privada para fazer o bem. “Parabenizamos a Copercampos por esta iniciativa que para muitos pode ser representada somente como uma doação de um carro, mas para nós significa respeito, reconhecimento, gratidão e amizade e fico contente por ter este veículo que será destinado ao trabalho e agradeço ao presidente Luiz Carlos e a Copercampos por contribuir com a Polícia Militar”, enfatizou.

Realizada pela diretoria da cooperativa a doação busca auxiliar a PM a prestar os serviços com ainda mais qualidade e eficiência à comunidade, características reconhecidas desta instituição.

Fonte: Copercampos

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