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28 | Fevereiro
Manchete do dia 28/02/2018
Sicredi é destaque no ranking do BNDES
Publicado em: 28/02/2018

O Sicredi – instituição financeira cooperativa com 3,7 milhões de associados e atuação em 21 estados brasileiros – mais uma vez se destaca em um ranking de prestígio. Desta vez, no ranking de desembolsos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, que tem como objetivo identificar o desempenho das instituições financeiras nas operações indiretas, isto é, aquelas em que o BNDES participa indiretamente no repasse de recursos por meio de um agente financeiro credenciado.

O Sicredi destaca-se em diversas categorias. Em linhas agro, figura na 1ª posição – antes ocupava a 2ª colocação. Além disso, ficou em 7ª lugar em operações indiretas, subindo quatro posições em relação ao ano passado, e na 1ª posição em operações indiretas para pessoa física, ante a 4º colocação registrada em 2016.

O bom desempenho vem dos princípios do Sicredi de ter um relacionamento muito próximo com o associado, conhecendo sua realidade e dando suporte ao seu crescimento. “Este resultado evidencia o nosso compromisso de apoiar nossos associados do agronegócio com produtos e serviços que auxiliem no atendimento das suas necessidades e, por consequência, promovam o desenvolvimento das suas regiões”, diz Silas Souza, gerente de Crédito Direcionado do Banco Cooperativo Sicredi.

Fonte: Assessoria de Imprensa Corporativa Sicredi

Santa Catarina tem recorde de inscrições no Curso Técnico em Agronegócio
Publicado em: 28/02/2018

O Curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), registrou recorde de inscrições no processo seletivo em Santa Catarina. Foram 484 pessoas inscritas no Estado para cinco polos de apoio presencial.

O maior número de inscrições foi no polo de Canoinhas com 137, na sequência vieram Seara (97), Fraiburgo (88), Araranguá (86) e São Joaquim (76). Após as inscrições inicia o processo de seleção que é aplicado com base na análise curricular a qual é eliminatória e classificatória. “Consiste na análise do histórico escolar, anexado no momento da inscrição. O sistema calcula automaticamente a média final que resultará na classificação dos candidatos”, explica a coordenadora do curso no SENAR/SC Katia Zanela. Segundo ela, os candidatos serão classificados em ordem decrescente de pontuação conforme os critérios estabelecidos no edital.

O aumento na procura do curso é motivo de comemoração para o Sistema FAESC/SENAR-SC. “Isso demonstra a credibilidade e seriedade do curso perante o agronegócio catarinense. Esse ano tivemos também a grata satisfação de presenciar o crescimento das inscrições de produtores rurais. É motivo de imensa alegria ver que o futuro do setor está sendo pensado com base na qualificação do meio rural, levando para as propriedades o que de mais atual existe em tecnologia a fim de ampliar a produtividade e a rentabilidade”, observa o presidente do Sistema José Zeferino Pedrozo.

O superintendente do SENAR/SC Gilmar Antônio Zanluchi destaca o crescimento do Curso Técnico em Agronegócio no Estado. Atualmente funcionam dez polos presenciais: Araranguá, Braço do Norte, Campo Alegre, Canoinhas, Fraiburgo, Rio do Sul, São Joaquim, São José, São Miguel do Oeste e Seara.

Fonte: MB Comunicação

Deputado Natalino articula aprovação do Marco Legal do Biogás em SC
Publicado em: 28/02/2018

O projeto de lei que institui a política estadual do Biogás em Santa Catarina (PL./0026.0/2018) foi encaminhado à Assembleia Legislativa pelo Governo do Estado. Na última semana, o deputado Natalino Lázare, articulador da iniciativa, usou a tribuna para explanar sobre a importância da geração de energia a partir de resíduos orgânicos e dejetos de animais procedentes das atividades agropecuárias, frutícolas, agroindustriais.

O parlamentar foi imprescindível, representando a Alesc, no grupo de trabalho que elaborou o Marco Legal do Biogás, um documento reúne um conjunto de princípios e diretrizes para a exploração, gerenciamento e comercialização de toda cadeia produtiva do biogás.

“Estamos transformando um problema em solução e geração de renda para nossa gente. Hoje é uma data histórica para o parlamento catarinense que a apresenta à sociedade um projeto de lei que visa o aproveitamento de todo tipo de dejetos e rejeitos para a produção de energia limpa e renovável”, enfatiza o deputado Natalino.

A matéria vai tramitar por várias comissões permanentes da Assembleia Legislativa para então seguir para votação em plenário e ser definitivamente transformada em lei.

Origem

No início do mandato, o parlamentar criou o projeto de lei denominado Programa Catarinense de Agroenergia, cujo objetivo é a produção de biogás, a partir do aproveitamento dos dejetos oriundos, principalmente, da criação de suínos. “Tivemos diversas referências, como o polo de produção de biogás no Paraná, onde os resultados são alvissareiros. Depois de meses de estudos, chegamos foi proposto um Marco Legal, amparado em estudos de modelo tecnológico, de viabilidade econômica e de modelo de negócio quedará as diretrizes necessárias para a implantação do programa”, explica o deputado.

O programa

Os trabalhos foram coordenados pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, através do secretário-adjunto da Agricultura, Airton Spies, sob a coordenação técnica da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), por meio da coordenadora Iara Dreger, além de diversas instituições ligadas ao Governo do Estado, universidades e a sociedade organizada como um todo.

Banco Mundial

Por meio do Programa SC Rural da Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, foi contratado, com financiamento do Banco Mundial, serviços de consultoria de três empresas para fazer o diagnóstico do potencial de geração de biogás em Santa Catarina, localizando os pontos de maior geração de dejetos.

As regiões de Concórdia e Braço do Norte, por exemplo, estão à frente na produção de dejetos suínos, enquanto Biguaçu tem grande fonte de matéria-prima a partir dos resíduos sólidos. A prospecção também detectou os potenciais segmentos e grupos de consumidores deste tipo de energia, estudando as redes de distribuição, geração e aproveitamento do biometano.

Comitê SC Biogás

O Comitê é formado pela Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca, Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, representada pelo deputado Natalino Lázare; Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc), Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico Sustentável (SDS), Agência Reguladora de Serviços Públicos de Santa Catarina (Aresc) e Associação de Produtores de Energia de Santa Catarina (Apesc). Também contribuíram com os trabalhos a Fundação Certi, Unoesc e Embrapa.

Fonte: Gab. deputado Natalino Lázare

Gene de arroz aumenta produtividade de milho
Publicado em: 28/02/2018

Há três anos, biotecnólogos demonstraram em campos experimentais que poderiam aumentar a produtividade milho através da introdução de um gene de arroz na planta que regulava a acomodação da sacarose em grãos e levaram a mais grãos por planta de milho.

Eles sabiam que o gene de arroz afetaria o desempenho de um químico natural no milho, o fosfato trehalose 6-, que influencia a distribuição da sacarose na planta. Mas eles descobriram mais detalhes das relações governando a produtividade a maior produtividade.

“Agora sabemos muito mais sobre o efeito da produtividade”, diz Matthew Paul, que liberou a equipe anglo-americana do Rothamsted Research e da Syngenta. As descobertas foram publicadas na revista Plant Pysiology.

O milho transgênico deprimiu os níveis de T6P de floema, um maior componente da rede de transporte da planta, permitindo uma maior sacarose para mover o desenvolvimento dos grãos e aumentar o grau de fotossíntese, e produzindo ainda mais sacarose para obter mais grãos.

A equipe também escolheu o algo floema dentro das estruturas reprodutivas da planta. “Essas estruturas são particularmente sensíveis à seca – kernels fêmeas abortarão”, diz Paul, bioquímico do Rothamsted. “Manter a sacarose fluindo dentro da estrutura previne esse aborto”.

Ele acrescenta: “Este é o primeiro estudo que mostra a tecnologia operando efetivamente tanto em campo como no laboratório. Nós também pensamos que isso poderia ser transferido para outros cereais, como trigo e arroz”. O paper que mostrou os primeiros experimentos foi publicado em 2015 na revista Nature Biotechnology.

Fonte: Agrolink

Profissionais e o seguro de responsabilidade civil
Publicado em: 28/02/2018

Profissionais regulamentados como médicos, contadores, advogados e engenheiros podem contratar o seguro de responsabilidade civil. O exercício de qualquer atividade envolve um risco, e pela lei, o profissional responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços.

É altamente recomendado que profissionais regulamentados como médicos, contadores, advogados e engenheiros contratem o seguro de responsabilidade civil.

O exercício de qualquer atividade envolve um risco, portanto, prestadores de serviço estão a todo o momento na iminência de, mesmo sem culpa, causar prejuízo ao seu consumidor.

O próprio Código de Defesa do Consumidor, em seu artigo 14, dispõe:

“Art. 14. O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos”.

Havendo dano na prestação de um serviço, o cidadão prejudicado pode pleitear seus direitos. O Código Civil também traz diversos dispositivos que reforçam o direito à reparação do dano, mesmo que tal tenha sido involuntário, ou que o dano seja moral (arts. 186, 927 e 942, por exemplo).

Como se pode observar, o consumidor está bem respaldado legalmente, porém, o prestador de serviço também poderá ter proteção. É aí que entra o Seguro de Responsabilidade Civil Profissional.

O Seguro de Responsabilidade Civil possui uma modalidade para profissionais prestadores de serviço, o E&O, sigla de Errors & Omissions, em inglês, ou simplesmente Erros & Omissões.

O seguro E&O visa garantir o reembolso de valores pagos judicialmente por conta de reclamações de clientes. Ou seja, quem contratou o serviço e sofreu um dano ou se sentiu prejudicado entra com uma ação judicial, mas o profissional que foi condenado a pagar indenização ao consumidor poderá acionar a Seguradora para reaver o valor pago judicialmente, sempre no limite da apólice contratada.

Somente prestadores de serviço com profissões regulamentadas podem contratar um Seguro de Responsabilidade Civil Profissional, como é o caso de médicos, contadores, advogados, engenheiros, etc.

Há Seguradoras que oferecem seguros específicos para determinados profissionais, como o Seguro para Dentistas. Há também no mercado o D&O (do inglês, Directors and Officers Liability Insurance), específico para empresas que visam proteger seus executivos que tomam decisões e porventura sejam alvo de ação judicial por conta de atos de sua gestão.

O Seguro de Responsabilidade Civil é tão importante que pode significar o equilíbrio financeiro do segurado, afinal, depois de tantos anos de estudo e dedicação, uma ação judicial não deve significar risco econômico ao exercício de sua profissão.

Nosso dia a dia está cheio de eventualidades, riscos, mas um profissional sério e responsável deve tomar as precauções necessárias para se proteger das intempéries, dentre elas a contratação de um Seguro de Responsabilidade Civil Profissional.

Fonte: Segs

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