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16 | Fevereiro
Manchete do dia 16/02/2018
Assuntos que farão parte do programa Cooperativismo em Notícia deste final de semana pelo Canal Rural, SBT de SC, Record News e TV da Cidade de Joinville
Publicado em: 16/02/2018

14º CDC COOPERJA – Vamos dar ênfase ao setor agrícola e valorizar essa classe tão eficiente, mostrando que a Cooperja preparou um dia de campo com inúmeras atrações. Foram mais de cinquenta atividades. O evento deste ano, além de promover o desenvolvimento do associado, também aproveitou para debater inúmeros obstáculos que tem travado o crescimento do setor de arroz. Durante a solenidade de abertura, as lideranças que defendem o agronegócio foram cobradas sobre a situação dos rizicultores do Estado. A queda no consumo no país e as importações derrubaram o preço do insumo, causando um enorme mal estar. Mas o CDC da Cooperja também foi um importante palco para se exercitar a intercooperação. Diversas entidades foram até o Sul do Estado para apoiar esse movimento que tem transformado das comunidades de Santa Catarina.

CDC TRANSFORMADOR – O grande foco dos dias de campo sempre foi melhorar os conceitos de produção de seus associados. Por isso, e graças as parcerias, a cooperativa tem conseguido realizar um evento de grandes proporções. Só este ano mais de cinquenta expositores estiveram na feira expondo as tecnologias que prometem revolucionar o campo. E na sua décima quarta edição a Cooperja propôs algo diferente, que pudesse contemplar a todos, seja produtor de arroz, hortigranjeiros ou de pecuária. A ideia foi dar visibilidade a todas as atividades, demonstrando, na prática, lado a lado, como elas funcionam. Um novo sistema de irrigação, a pulverização por drones, o incremento da pecuária, a rotação de culturas, através da soja e outros tantos exemplos foram apresentados no evento e que você vai conferir esta semana.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da FECOAGRO/SC e veiculado pelo Canal Rural nos sábados às 8h30, com reprise nas quintas-feiras às 11h. No SBT/SC a exibição acontece nos domingos às 9h30. Na Record News o programa é nos sábados às 9h. Já na TV da Cidade de Joinville a exibição é feita nos domingos às 7h30. E na TVCOOP/SC estamos na grade de programação de sábado e domingo às 13h; de segunda-feira às 13h05 e de terça-feira às 7h10. O programa também fica disponível no site da FECOAGRO: www.fecoagro.coop.br.

Fontes: Fecoagro/SC e equipe da TV COOP/SC

Rui Schneider da Silva foi reconduzido à presidência do Sicoob por mais 4 anos
Publicado em: 16/02/2018

Com a presença de 38 das 40 cooperativas associadas à Central do Sicoob SC/RS, aconteceu nesta quinta-feira, em Florianópolis, a Assembleia Geral Ordinária da cooperativa, que aprovou as contas do balanço de 2017, e elegeu o novo conselho de administração e conselho fiscal da entidade.

Ao apresentar os números do exercício, o presidente Rui Schneider da Silva, que foi reconduzido ao cargo por mais quatro anos, disse que apesar da crise política com desdobramento econômico do país, o Sicoob manteve um bom ritmo de crescimento em 2017. Lembrou que enquanto alguns bancos tradicionais fecharam agências em várias cidades o Sicoob SC/RS instalou em média três por mês, atingindo no final do ano 438 pontos de atendimento. No final do exercício contava com 815 mil cooperados, crescimento em média de 7.500 por mês.

O Sicoob conta com 38 cooperativas de crédito singulares e duas de segundo grau como associadas, que são a Fecoagro e a Aurora Alimentos. Cerca de 85,7 por cento das cidades catarinenses tem agências do Sicoob SC/RS, ou seja, 253 municípios em SC, no RS 29 municípios e no Paraná 20 municípios.

O patrimônio líquido do Sistema em SC atinge R$ 2,1 bilhões. Depósitos totais de R$ 8,6 bilhões; Ativos financeiros de R$ 12,5 bilhões e registrou em 2017 R$ 1,3 bilhão de financiamentos no crédito rural. As sobras consolidadas nas 38 cooperativas ultrapassaram R$ 350 milhões que após os deduzidos os fundos estatutários foram colocados à disposição das assembleias R$ 280 milhões. Já o balanço individual somente do Sicoob Central, isto é fora das cooperativas, o resultado apurado foi de R$ 22,1 milhões que após deduzidos os fundos serão rateados entre as cooperativas proporcionalmente ao movimento de saldo médio e de aplicações financeiras.

Na eleição dos conselhos de administração e fiscal foram eleitas chapas únicas compostas pelos seguintes nomes: presidente Rui Schneider da Silva; vice-presidente Edemar Fronchetti de São Miguel do Oeste; secretário Valcir J. Pscheidt de Mafra; conselheiros: Otavio Tessaro de Campos Novos; Ivair Chiella de Chapecó; Elisabete Borba de Credipom de Florianópolis; José Amarildo Costa da Crediunião; Altair Rubetti de Nova Trento e Ivonir Buss de Braço do Norte.

Para o conselho fiscal foram eleitos: Ana Rauber Basan de Concórdia; Lauri Inácio Slomskide Palmitos; Candido Costa da Crediserrana; Arli Zegatti da Crediperola; Donato Semprebon de Jacinto Machado e Izeo Pitt de Papanduva.

Os dois conselhos somente tomarão posse após a homologação dos nomes pelo Banco Central do Brasil.

Fonte: Fecoagro/SC

Fundação Aury Luiz Bodanese atende 1 milhão e 200 mil pessoas em dez anos
Publicado em: 16/02/2018

Pouco mais de seis vezes o número de habitantes de Chapecó. Esse é o resultado de pessoas envolvidas em ações realizadas ao longo dos dez anos da Fundação Aury Luiz Bodanese (FALB), entidade mantida pela Cooperativa Central Aurora Alimentos. Ao todo foram 1.240.502 pessoas e 11.231 ações ao longo deste período. Revitalizada em 01 de fevereiro de 2008 a FALB comemora em 2018 uma década de história. Com base na valorização do ser humano contribuindo para o exercício da cidadania a Fundação atua no eixo socioambiental.

Com o objetivo de marcar a data e relembrar pessoas e instituições que contribuem para a consolidação das ações a FALB promove um evento comemorativo no dia 20 de fevereiro (terça-feira), a partir das 20 horas no Clube Recreativo Chapecoense. A presidente da Fundação Isabel Cristina Machado ressalta que é um momento de apresentar um resumo do trabalho desenvolvido ao longo dos anos. “É motivo de imensa satisfação acompanhar o desenvolvimento e o crescimento da FALB ao longo de uma década”, afirma.

O presidente da Aurora Alimentos Mario Laznaster salienta que a FALB atua com referência em iniciativas que promovem a sustentabilidade e o cooperativismo. “A cooperação é o caminho certo para um futuro com mais respeito pelo planeta e mais qualidade de vida. É com um olhar de amor ao próximo que a Fundação vem há dez anos levando um pouco mais de esperança e alegria a centenas de corações”.

De acordo com o vice-presidente da Aurora Alimentos e presidente do Conselho Curador da FALB Neivor Canton, a Coopercentral não se torna grande somente pela qualidade dos seus produtos, mas também pelas pessoas que compõem a empresa e realizam o trabalho da Fundação Aury Luiz Bodanese, que leva o nome de um dos maiores cooperativistas do Estado. “Essa também é uma homenagem àquele que há 15 anos nos deixou e muito fez em prol do cooperativismo contribuindo para que a Aurora Alimentos e a FALB se tornassem hoje essa grande família”, complementa.

Família é Tudo, Roda de Leitura, Vozes do Corpo, Atitude Agora, Vivendo Saúde, Centro de Memória, Amigo Energia e Eco Cooperação são os programas que levam as ações da Fundação Aury Luiz Bodanese pelo País.

O Amigo Energia incentiva e consolida o trabalho voluntário na comunidade promovendo a educação para o exercício consciente da cooperação e da sustentabilidade. Ação cooperada, casamento cooperado, doação de sangue, arrecadação de alimentos, utensílios domésticos e roupas, visitas a instituições sociais e melhorias em espaços educativos são algumas das iniciativas desenvolvidas

O Família é Tudo busca sensibilizar sobre a importância do planejamento na economia doméstica com valores sociais a fim de orientar sobre o papel de cada pessoa na sociedade e na família. São realizados cursos, palestras e capacitações.

Atitude Agora visa integrar as pessoas com deficiência e entidades, promovendo o desenvolvimento social, pessoal e profissional. Palestras, visitas a instituições, seminários e cursos de qualificação para pessoas com deficiência são as principais atividades.

O programa Vivendo Saúde prima pelo bem-estar das pessoas com ênfase na prevenção, promoção, humanização e redução de danos, garantindo acesso aos direitos pessoais, sociais e institucionais. Formação de multiplicadores, oficinas de atualização, gincana e cinema da prevenção e campanhas educativas integram as atividades promovidas.

A Roda de Leitura proporciona momentos de descontração e socialização, contribuindo para o desenvolvimento da linguagem oral e escrita dos ouvintes, através da literatura, livros, leitura e contação de histórias. O programa Vozes do Corpo possibilita, através do movimento, a vivência da linguagem corporal e musical, agregando elementos da arte e da educação.

O Centro de Memória tem como objetivo organizar o acervo documental da Aurora Alimentos e seus fundadores garantindo assim a sua prevenção e valorização. Preserva documentos fotográficos, produções audiovisuais e objetos que possibilitam exposições de materiais e palestras em espaços públicos e instituições parceiras.

Programa Eco Cooperação executa ações de educação ambiental que objetivam promover e despertar a importância da conversação e preservação dos recursos naturais, buscando a cooperação e a conexão harmônica com o meio ambiente. Palestras em escolas, capacitações de professores e multiplicadores, participação em atividades, jogos e brincadeiras sobre os cuidados com o meio ambiente são as iniciativas promovidas.

Fonte: MB Comunicação

CNA acompanha negociações do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia
Publicado em: 16/02/2018

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) acompanhou mais uma rodada de negociações do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. O ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e os chanceleres da Argentina, Uruguai e Paraguai estiveram em Bruxelas (Bélgica) para mais uma tratativa entre os dois blocos.

O grupo esteve reunido com os comissários de Comércio e de Agricultura da União Europeia para tentar avançar na conclusão da parceria, que já vem sendo negociada há 19 anos.

Paralelamente às conversas ministeriais, ocorreram reuniões técnicas para trabalhar nos detalhes finais da negociação. A comitiva também participou de um jantar com o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, o que representou um sinal político forte do interesse dos europeus no acordo.

De acordo com a assessora para Negociações Internacionais da CNA, Camila Sande, os negociadores dos dois blocos devem tratar com cuidado todas as ponderações para que não haja danos para os produtores tanto do Mercosul quanto da União Europeia.

Segundo ela, os europeus aumentaram a oferta de carne bovina para 99 mil toneladas. A oferta prévia era de 70 mil. No entanto, os representantes do Fórum Mercosul da Carne – do qual a CNA é integrante e está na presidência atualmente, apresentaram posicionamento rechaçando a nova proposta.

“A UE também manifestou a possibilidade de se movimentar positivamente em outros produtos de interesse para o agro, mas não apresentou detalhes sobre quais seriam esses produtos ou números tangíveis”, explica Camila.

A representante da CNA avisa que a percepção geral é de que o esforço do Mercosul foi muito maior em dezembro, quando conseguiu fazer uma oferta favorável para 90% da corrente de comércio hoje existente entre os blocos. A CNA também realizou reuniões com a Associação Europeia de Proteção Agrícola para tratar da agenda de interesse do setor no que diz respeito à nova política do bloco para definição de substâncias consideradas disruptores endócrinos e sobre a definição de Limites Máximos de Resíduos.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA

Previdência, omissão e futuro
Publicado em: 16/02/2018

José Zeferino Pedrozo – Presidente da Faesc e do Senar SC

É uma pena que a radicalização ideológica e o uso político do tema estejam impedindo uma discussão séria, científica e civilizada da reforma da Previdência Social. É uma lástima que o Governo Federal se comunique tão mal com a sociedade e não consiga decodificar essa complexa questão. É uma decepção perceber o total descompromisso e desinteresse de boa parte dos parlamentares federais com os destinos do País, subordinando esse tema aos seus objetivos eleitorais.

O fato é que a Previdência Social no Brasil é um caso de injustiça e irracionalidade. Em linhas gerais, praticamente a metade dos dispêndios da Previdência são destinados ao pagamento de aposentadorias de menos de 1 milhão de servidores públicos. Por outro lado, a grande massa de aposentados do setor privado, mais de 29 milhões de pessoas, representa a outra metade dos desembolsos. Enquanto a média das aposentadorias do setor privado é de 1.800 reais, na área pública esses valores variam de 9 mil a 33 mil reais nos Poderes Judiciário, Legislativo e Executivo, sem mencionar os revoltantes casos de salários de marajá que muitos estamentos dos servidores recebem – e que periodicamente vem a público para aumentar a indignação dos trabalhadores e contribuintes.

A imensa maioria dos funcionários públicos é apaniguada por um conjunto de benefícios e privilégios que chega, em algumas categorias, a 27 vezes o ganho de um trabalhador na iniciativa privada. Essa situação é absurda, incompreensível do ponto de vista da produtividade dos servidores e incompatível com a realidade social, fiscal e econômica do País.

A estrutura da Previdência Social brasileira é irracional. O Brasil é um caso único: está abaixo da média em termos de envelhecimento, mas acima da média em termos de despesas. As despesas cresceram a um ritmo três vezes maior do que o envelhecimento. E a situação só tende a piorar porque o País passará por uma mudança profunda em sua estrutura previdenciária e, nos próximos 25 anos, deixará de ser um país jovem. As projeções indicam que em 2060 serão mais 3,6 milhões de pessoas com 90 anos ou mais e mais de 500 mil pessoas com 100 anos. O assunto é muito sério: a população idosa será mais de 61 milhões de pessoas (3,4 vezes o que era em 2010) e teremos apenas 2,06 ativos para cada inativo.

A crise dos últimos anos empurrou para a informalidade milhões de trabalhadores, reduzindo a arrecadação previdenciária e aumentando o déficit que, em 2017, ficou em 268,8 bilhões de reais. O sistema – sem uma reforma – está condenado à insolvência e a entropia. Será impossível financiar um sistema no qual haverá apenas dois ativos para custear cada inativo.

A verdade nua e crua é uma só: mantidas as regras atuais, em poucos anos o Estado brasileiro não suportará mais o gasto previdenciário nacional que, incluídos o INSS e o regime de previdência do servidor público, atingirá um quarto do PIB. Essa omissão custará caro para as próximas gerações.

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