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09 | Fevereiro
Manchete do dia 09/02/2018
Assuntos que farão parte do programa Cooperativismo em Notícia deste final de semana pelo Canal Rural, SBT/SC, Record News e TV da Cidade de Joinville
Publicado em: 09/02/2018

ITAIPU RURAL SHOW – Depois de meses e meses de muito trabalho, de atividades intensas, o grupo que coordenou o Vigésimo Itaipu Rural Show, em Pinhalzinho, pode dormir tranquilo. O evento foi um sucesso. Reuniu uma multidão de visitantes, os maiores expositores do país, especialistas de diversas áreas, que durante quatro dias puderam viver intensamente esse momento. Na abertura oficial, o presidente Arno Pandolfo, fez questão de reverenciar o tempo, as conquistas e o legado deixado pelo Itaipu Rural Show. O evento trouxe para Pinhalzinho deputados estaduais, federais, senadores, agroindustriais de todo o país e lideranças do Grande Oeste. Gente que soube reconhecer a importância do Itaipu Rural Show para o desenvolvimento do homem do campo. E foi durante a solenidade de abertura que o Governo do Estado e as cooperativas, através da Fecoagro, assinaram dois convênios: o SC horticultura e o já tradicional programa Terra Boa, que vai fornecer sementes de milho, calcário, kit forrageira e kit apicultura para mais de SETENTA mil famílias rurais. O volume de recursos pra este ano deve passar de CINQUENTA milhões de reais.

O MUNDO DAS TECNOLOGIAS – Eficiência é a virtude de alguém competente, produtivo, que consegue sempre os melhores resultados, com o mínimo de erro. E foi para esse produtor que o Itaipu Rural Show apresentou uma série de novidades na edição deste ano. O parque tecnológico, que possui mais de VINTE hectares de área, esteve focado nessa direção. Nesses 20 anos a feira revelou um mundo de novidades para o produtor rural. E os mais de CINQUENTA mil visitantes tiveram a oportunidade de conhecer tudo o que há de mais moderno. Conheceram, por exemplo, uma maquininha, chamada de MILKSPEC, que nada mais é do que um analisador eletrônico da qualidade do leite. Na área de hortifrutigranjeiros, por exemplo, as empresas apresentaram as mais diversas sementes de hortaliças e um novo sistema de hidroponia. Tudo para valorizar o programa SC Horticultura que foi lançado na feira. Já no espaço destinado aos cereais, além dos fertilizantes, o Itaipu Rural Show apresentou as novas fórmulas de defensivos agrícolas, cultivares de milho, feijão, soja e sorgo, pastagens e muito mais.

O programa Cooperativismo em Notícia é produzido pela equipe de comunicação da FECOAGRO/SC e veiculado pelo Canal Rural nos sábados às 8h30, com reprise nas quintas-feiras às 11h. No SBT/SC a exibição é feita nos domingos às 9h30. Na Record News, o programa está na grade de veiculação de sábado às 9h. Na TV da Cidade de Joinville a veiculação acontece sempre nos domingos às 7h30 e na TVCOOP/SC o Cooperativismo em Notícias tem quatro exibições: sábado e domingo às 13h; na segunda-feira às 13h05 e na terça-feira às 7h10. O programa também fica disponível no site da Fecoagro/SC: www.fecoagro.coop.br.

Fontes: Fecoagro/SC e equipe da TV COOP/SC

14º Campo Demonstrativo Cooperja alcançou sucesso
Publicado em: 09/02/2018

Mais um Dia de Campo de sucesso no cooperativismo catarinense. Na quarta- feira (7) foi aberto em Jacinto Machado o 14º Campo Demonstrativo Cooperja, registrando a presença demais de 1.000 pessoas no primeiro dia. Todos manifestando satisfação com o que viram em novas tecnologias, demonstrada por mais de 50 empresas de produtos, equipamentos e serviços para o setor agropecuário.

A solenidade de abertura, contou com a presença do secretário da Agricultura, Moacir Sopelsa; do presidente Frente Parlamentar do Cooperativismo na Assembleia Legislativa (Frencoop), deputado José Milton Scheffer; do presidente da Fecoagro, Claudio Post; de representantes da Ocesc, de cooperativas da região; diversas autoridades e prefeitos da área de ação da Cooperja.

Os pronunciamentos foram de elogios a iniciativa da Cooperja que vem revolucionando a agricultura da região, mas também para apresentar reclamação da atual situação do mercado do arroz, principal cultura da região de abrangência da cooperativa. Os produtores de arroz estão enfrentando prejuízos com custo de produção que ultrapassa R$ 40,00 por saco e mercado está abaixo de R$ 30,00, inferior aos R$ 36,00 do preço mínimo.

Os principais fatores que diferenciam os custos de produção são resultantes do “CUSTO BRASIL” influenciado pela burocracia brasileira que dificulta o registro, o licenciamento e a produção de insumos, a tributação na importação de matéria prima, sobre a industrialização e na comercialização dos produtos resultantes, defensivos, fertilizantes, máquinas e equipamentos, as taxas ambientais, os altos preços dos produtos controlados como combustíveis e energia elétrica, a deficiente e cara estrutura logística e os custos com mão de obra.

Há uma gritaria geral dos produtores de arroz. Reclamam que o produto importado do Paraguai está competindo com o produto brasileiro, e que o custo de produção naquele país é bem menor do que aqui, que tem excesso de tributação. As entidades do setor querem que o Governo do Estado retire o ICMS, enquanto o mercado estiver em baixa, para viabilizar o escoamento da produção, sob pena de ver muitos agricultores ficarem inadimplentes, e desistirem da atividade.

Segundo relato do deputado José Milton Scheffer, coordenador da Câmara Setorial do Arroz, a tributação do arroz importado custa R$ 4,00 por saco enquanto que aqui internamente o custo do ICMS é de R$ 9,00 por saco, possibilitando vantagens a importação em detrimento da produção local.

O secretário Moacir Sopelsa informou na ocasião que está agendando uma audiência com o governador do Estado para o dia 15 próximo, a fim de ser discutida a situação e procurando alternativas imediatas para minimizar os problemas dos rizicultores.

De acordo com o 4º Levantamento de Safras da Conab, divulgado no início deste mês, o Brasil vai produzir 11,6 milhões de toneladas nesta safra, em uma área de 1,95 milhão de hectares.

Fonte: Fecoagro/SC

Cooperativas de eletrificação estão entre as melhores distribuidoras de energia do país
Publicado em: 09/02/2018

A Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) entregou o Prêmio IASC 2017, que reconhece o índice de satisfação do consumidor do setor elétrico. A cerimônia ocorreu em Brasília, e, na categoria Permissionárias, todas as nove finalistas eram cooperativas. O resultado final destacou na : Subcategoria: permissionárias até 10 mil unidades consumidoras a Cooperativa de Eletrificação Lauro Müller (Coopermila) – com 85,31% de satisfação. Na Subcategoria: permissionárias acima 10 mil unidades consumidoras: Cooperativa de Eletrificação Anita Garibaldi Ltda. (Cergal) – com 86,76% de satisfação. Na Subcategoria: maior crescimento (2016-2017): Cooperativa de Energia Elétrica Anitápolis (Ceral Anitápolis) – com 24%. Na Subcategoria: Prêmio IASC 2017 – Permissionárias: Cooperativa de Eletrificação Anita Garibaldi Ltda. (Cergal) – com 86,76% de satisfação.

O Ramo Infraestrutura é composto por cooperativas de eletrificação rural, que fornecem serviços essenciais para seus associados, como energia, por exemplo. Seja repassando a energia de concessionárias ou gerando a própria, esses empreendimentos garantem o acesso dos cooperados a condições fundamentais para seu desenvolvimento. Este ramo possui no Brasil mais de 6 mil empregados; mais de 955,3 mil cooperados; 125 cooperativas.

No Prêmio IASC 2017, o que chamou a atenção de todos os representantes do setor elétrico foi o crescimento dos índices de satisfação dos clientes atendidos pelas cooperativas, oito pontos percentuais à frente das demais empresas. As cooperativas registram um índice médio de satisfação de 71,34%, ao passo que, as concessionárias, 63.16%.

Fonte: OCB

CNA debate financiamento do agronegócio com representantes do setor
Publicado em: 09/02/2018

O Agro em Questão, promovido pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), reuniu representantes de todo o setor para debater o financiamento no agronegócio. Juntos, eles analisaram os desafios e alternativas para garantir o crescimento da agropecuária brasileira.

Foi apresentado um panorama do financiamento para o agronegócio. Foram discutidas as fontes atuais de financiamento, dificuldades dos produtores no acesso ao crédito, no volume de recursos oferecidos e nas condições de pagamento.

O presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da CNA e vice-presidente da Confederação, José Mário Schreiner, destacou que 31% da produção brasileira é financiada com recursos públicos, enquanto 39% vêm de fontes próprias, que não contam com nenhum tipo de política pública. “Temos que fazer com que essas políticas públicas alcancem todos os produtores e construir um modelo que dê segurança, principalmente através do seguro rural. Fazer com que o setor se torne atraente para que os investidores possam disponibilizar recursos e a agropecuária brasileira continue crescendo, gerando emprego e qualidade de vida”, afirmou.

O presidente da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB), Márcio Lopes de Freitas, concorda com a necessidade de ajustes no modelo de financiamento, mas alerta para a importância de analisar a “heterogeneidade” das regiões produtivas do Brasil. Na opinião dele, é preciso definir uma política agrícola que mantenha o que já vem dando certo e esteja baseada em seguro agrícola. “Bem ou mal, tivemos um modelo de crédito rural que vem dando certo no Brasil. Basta olharmos os nossos resultados. É importantíssimo evoluir, mas com cautela. Temos que migrar para um modelo de financiamento baseado em um seguro rural efetivo, que garanta a renda do nosso produtor”, alertou Freitas.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, defendeu uma mudança profunda na operação do seguro rural no Brasil. O ministro é a favor de um sistema em que toda a cadeia custeie o seguro do produtor. “Existe uma ideia dentro do governo de que os setores envolvidos possam também ajudar na compra da apólice. Quando isso acontecer, teremos um crédito muito mais barato porque teremos menos dependência do governo”, disse ele, em evento da Confederação Nacional da Agricultura (CNA). Ao defender que é preciso ampliar o alcance do seguro sem recursos do governo, o ministro sugeriu a ideia do seguro com custo compartilhado pelo setor e citou vendedores de sementes ou de fertilizantes como exemplos. “Eles poderiam ajuda a pagar a apólice naquele produto que está sendo fornecido”, disse, ao lembrar que quanto mais produtores forem segurados, mais barata será a apólice.

Fonte: Assessoria de Comunicação CNA/Senar

SENAR/SC forma primeira turma de Técnicos em Agronegócio em Seara
Publicado em: 09/02/2018

O título de Técnico em Agronegócio passa a fazer parte do currículo de 29 pessoas de Seara e região. Após dois anos eles concluíram o curso Técnico em Agronegócio da rede e-Tec oferecido gratuitamente pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/SC), órgão vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC). A solenidade de formatura da primeira turma do polo presencial de Seara ocorre neste sábado (10), a partir das 19 horas, no CTG Seara e Pampa.

O curso teve 80% da carga horária a distância e 20% presencial com visitas de campo. Os profissionais formam-se capacitados para desenvolver atividades de gestão do agronegócio em diferentes funções, seja em empresas comerciais, estabelecimentos agroindustriais, assistência técnica e também extensão rural e pesquisa.

O presidente do Sistema FAESC/SENAR-SC, José Zeferino Pedrozo, esclarece que o curso auxilia os profissionais no reconhecimento da realidade do meio rural identificando as principais potencialidades, limitações e desafios nas diferentes cadeias produtivas. “Os técnicos em agronegócio são capazes de analisar problemas em processos de gestão e de produção agropecuária reconhecendo sistemas de melhoria da qualidade dos produtos e serviços desenvolvidos aplicando técnicas empreendedoras com capacidade crítica, criativa e inovadora”, complementa.

“É motivo de muita satisfação acompanhar o desenvolvimento desses profissionais que, a partir de agora, levarão para o meio rural o que de mais atual existe em gestão e tecnologia. A formação de Técnico em Agronegócio é um avanço para a agropecuária catarinense. Precisamos nos reinventar a cada dia e sem dúvidas a qualificação que chega ao campo é de alto nível. Parabenizamos os novos profissionais por essa conquista”, destaca o superintendente do SENAR/SC Gilmar Antônio Zanluchi.

Para o presidente do Sindicato Rural de Seara, Waldemar Zanluchi, é motivo de imenso orgulho a formatura da primeira turma do polo. “É gratificante ver que a união de esforços do Sindicato Rural, o Sistema FAESC/SENAR-SC tem surtido efeitos positivos. O nível de formação desses técnicos é excelente e, sem dúvidas, quem ganha é o agronegócio catarinense. Seara tem como base econômica a agricultura, temos certeza que muitos desses técnicos auxiliarão no desenvolvimento e aprimoramento do setor”.

Mauricio Luiz Ranzan, de 29 anos, possui formação em Técnico Agrícola e em Agrimensura e tecnólogo em Gestão Ambiental. Encontrou no Curso Técnico em Agronegócio do SENAR/SC o complemento para a formação uma vez que acredita que o SENAR/SC possui credibilidade no setor do agronegócio e no ensino rural.

“Achei o curso muito bom. Os conteúdos abordados atenderam a minha expectativa e acredito que dos demais alunos também. As metodologias utilizadas foram eficientes, e as dinâmicas em aula proporcionam um melhor aprendizado. A troca de conhecimentos entre os alunos é excelente, sendo que a maioria são profissionais da área e agricultores”, relata.

A expectativa de Ranzan é colocar em prática todo o conhecimento adquirido durante o curso, buscando promover e fomentar o agronegócio brasileiro, através da prestação de serviços na área e desenvolvimento de tecnologias que possam auxiliar e melhorar as atividades agropecuárias e de gestão das propriedades rurais.

“A evolução tecnológica é constante. Diariamente vemos inovações, seja em práticas de produção, máquinas e implementos e tecnologias de informação que cada vez mais ganham espaço no campo. Hoje, o principal desafio do agronegócio está na gestão, e é esse o compromisso que nós, técnicos em agronegócio do SENAR/SC, temos com o intuito de solucionar de forma eficiente e viável”, conclui.

Fonte: MB Comunicação

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